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Interligação Santa Maria-Torto e Descoberto amplia capacidade de abastecimento

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Novas áreas do Núcleo Bandeirante e do Park Way começaram a ser abastecidas pela interligação entre os Sistemas Santa Maria-Torto e Descoberto no fim de novembro.

A interligação permite a transferência de água entre os dois maiores sistemas produtores de água do DF e, agora, opera com capacidade de 370 litros por segundo — o processo começou em agosto com 220 litros por segundo.

Desde então, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) tem feito obras para permitir a transferência de água do Sistema de Santa Maria-Torto para o Descoberto. As intervenções devem continuar até que a capacidade chegue em 700 litros por segundo.

Inicialmente, a interligação tinha a capacidade de transferir 220 litros por segundo, o que abastecia Guará I e II. Após a ampliação, o sistema passou a operar em 300 litros por segundo e incluiu Lúcio Costa, Núcleo Bandeirante, Park Way e Candangolândia na rota de abastecimento do Santa Maria.

Com o início do racionamento, em 16 de janeiro no Descoberto e em 27 de fevereiro no Santa Maria-Torto, a vazão do Descoberto estabilizou de 3,7 mil a 3,8 mil litros por segundo. As obras da interligação reduziram a vazão até agora para 3,3 mil litros por segundo.

O Sistema do Descoberto abastece mais de 60% do DF e está com o nível do reservatório em 10,1%.

Pouco antes do início das obras, os governadores de Brasília, Rodrigo Rollemberg, e de São Paulo, Geraldo Alckmin, firmaram acordo para a Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo (Sabesp) emprestar equipamentos à Caesb.

As obras de interligação são executadas com recursos da tarifa de contingência, aplicada de outubro de 2016 a junho deste ano.

Esforços para cessar a crise hídrica

Além da interligação entre o Sistema de Santa Maria-Torto e do Descoberto, o governo de Brasília promove ações para minimizar a crise hídrica, como o rodízio do fornecimento de água por regiões administrativas, a entrega do Subsistema Lago Norte e as obras do Subsistema Bananal e do Sistema Corumbá, em andamento.

“A transferência de água do Sistema Santa Maria-Torto para o Descoberto só é possível devido à ampliação da capacidade de produção de água da Caesb com a inauguração do Subsistema do Lago Norte e do Subsistema do Bananal”, diz o presidente da Caesb, Maurício Luduvice.

A interligação tem o objetivo de assegurar que a água nas obras do Bananal e do Lago Norte fiquem metade no Descoberto e metade no Santa Maria. Os dois subsistemas vão aumentar, no fim das obras, a captação do Santa Maria em mais de 1,4 mil litros por segundo.

Enquanto isso, a água captada no Lago Paranoá, por meio do Subsistema Lago Norte, já assegura o abastecimento do Itapoã, Lago Norte, Paranoá, Taquari e Varjão.

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Cidades

Moradores de Sobradinho II recebem 815 escrituras

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Dênio Simões/Agência Brasília

Moradores de Sobradinho II receberam nesta segunda-feira (25) 815 escrituras da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab).

Com a entrega de hoje, foram distribuídas, em três anos e seis meses, 57.848 escrituras. O número aproxima o governo da meta de liberar 63 mil documentos do tipo até o fim de 2018.

Neste ano, também houve distribuição de escrituras nas seguintes regiões administrativas:

  • Ceilândia
  • Estrutural
  • Guará
  • Planaltina
  • Recanto das Emas
  • Riacho Fundo I
  • Riacho Fundo II
  • Samambaia
  • Santa Maria
  • São Sebastião
  • Varjão

As entregas fazem parte do processo de regularização fundiária no DF e do Lote Legal, um dos eixos de atuação do programa Habita Brasília.

“Sabemos que a escritura traz segurança jurídica, tranquilidade e valorização do patrimônio. Estamos fazendo entregas em todas as regiões, além de promover a venda direta em condomínios”, disse o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, durante a cerimônia nesta manhã.

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Virada do Cerrado 2018 começa na sexta-feira, 29 de junho

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Divulgação

A partir de sexta-feira (29), diversas regiões administrativas de Brasília receberão atividades da Virada do Cerrado 2018. A edição deste ano tem como tema central Coleta Seletiva e Gestão de Resíduos Sólidos.

Haverá ações socioambientais, educativas, esportivas e culturais. A ideia é fortalecer a coleta seletiva para melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores dos galpões de triagem e possibilitar a inclusão de mais catadores de materiais recicláveis no processo.

Entre os destaques da programação está a 5ª Caminhada nos Parques do DF, que ocorrerá simultaneamente em diferentes unidades de conservação. A ação será em 1º de julho, com saída às 8 horas.

Além disso, em Ceilândia, na sexta (29), um trabalho de reeducação ambiental será feito de porta em porta, no Trecho 2 do Sol Nascente.

Na mesma data, no Guará, uma unidade móvel da organização não governamental Programando o Futuro receberá lixo eletrônico na QE 38, das 9 horas às 16h45.

Também na sexta, na Fundação Jardim Zoológico de Brasília, das 8h30 às 17 horas, cerca de 300 alunos da rede pública participarão da atividade Coleta Seletiva é o Bicho, que propõe contribuir com a sensibilização sobre o tema.

No Viveiro Comunitário do Lago Norte, no sábado (30), das 8h30 às 13 horas, serão ofertadas oficinas de compostagem e de iscas para abelhas com garrafas PET.

Também no dia 30, no Noroeste, uma série de atividades sobre a importância da coleta seletiva ocorrerá das 15 horas às 17h30, no estacionamento da Quadra 111 e na área comum dos Blocos A e B da CLWN 10/11. Haverá atividades para moradores, síndicos, comerciantes e público em geral.

O que é a Virada do Cerrado

A Virada do Cerrado é um programa colaborativo promovido pela Secretaria do Meio Ambiente em parceria com instituições públicas e privadas.

A ideia é promover a educação ambiental da população e estimular parcerias e conexões entre diferentes atores sociais para o desenvolvimento sustentável das cidades.

Neste ano, a Virada do Cerrado encerra as atividades do Junho Verde, em alusão a 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente.

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Campus Party terá 300 horas de conteúdo em cinco dias

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Pedro Ventura/Agência Brasília

De quarta-feira (27) a domingo (1º de julho), Brasília recebe a Campus Party. Os cinco dias abrigarão mais de 300 horas de conteúdo, no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha.

Serão três espaços: Arena, Camping e Open Campus. O terceiro é aberto ao público, enquanto os outros dois são pagos — o primeiro tem o palco principal, e o segundo é o local de acampamento dos campuseiros.

Em vistoria ao local, o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, destacou o interesse do público pelo evento. “É para conhecer e produzir inovações tecnológicas, participar de hackathon [maratona de programação], entre outras atividades”, afirmou.

A estrutura para receber o evento está com 70% de conclusão.

“As áreas que demandam credenciamento e ingresso terão os palcos, as principais palestras. A área open é a que o grande público visita, onde estão robôs, drones, simuladores”, explica o secretário-adjunto de Ciência e Tecnologia, Marcelo Chubaci.

Entre os palestrantes estão:

  • Chance Glasco, cofundador da desenvolvedora de games Infinity Ward, responsável pela franquia Call of Duty
  • Frank Karlitschek, nome relevante do software livre, com projetos de armazenamento e compartilhamento de informações para os consumidores (ownCloud e Nextcloud)
  • Alexandre Ferreira, inventor da Casemonstro, com um jeito lúdico de educar, por meio de palestras e oficinas de robótica.

A programação conta ainda com a hackaton, maratona hacker que reúne programadores, designers, profissionais da comunicação e de desenvolvimento de software e o Fórum Cidades Inteligentes — o tema dessa Campus Party é Parques Tecnológicos e Cidades Inteligentes.

O que é a Campus Party

A Campus Party, que estreou em Brasília em 2017, conta com mais de 540 mil campuseiros cadastrados em todo o mundo.

Já ocorreram edições em países como Alemanha, Argentina, Colômbia, Espanha, Holanda, México, Panamá e Reino Unido.

A iniciativa está presente no Brasil há dez anos e, em 2018, terá edições em São Paulo, no Rio Grande do Norte, em Brasília, na Bahia, em Rondônia e em Minas Gerais.

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Brasília, 25 de junho de 2018

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