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Microsom

Tecnologia proporciona maior conforto para quem sofre de apneia do sono

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Foto/Imagem: Shutterstock


Imagine dormir e ao longo da noite produzir não só ruídos, mas ter interrupções respiratórias várias vezes. Pense nos efeitos disso para a mente, que não descansa, mas para todo o organismo, que chega a diminuir a oxigenação no sangue com as pausas de entrada de ar. Quem tem apneia do sono pode desenvolver sérios problemas de saúde, sendo fator de risco para muitas doenças que vai desde obesidade até mesmo surgimento de tumores.

Mas a tecnologia pode proporcionar maior conforto e saúde para quem sofre com o problema. A terapia de pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP, em inglês) consiste no uso de uma máscara ajustada confortavelmente, que veda o nariz ou o nariz e a boca simultaneamente.

Para a fonoaudióloga Milkhia Beatriz, da Microsom, especializada neste tipo de procedimento, o CPAP proporciona resultados imediatos. “A máscara é conectada a um aparelho que contém uma turbina eletrônica que fornece um fluxo de ar através de um circuito. Essa pressão fornecida impede que as vias aéreas se fechem durante o sono.”, explica.

A evolução tecnológica é tamanha a ponto destes aparelhos virem com sistema de Bluetooth que se conecta a um aplicativo de celular. “Com isso, o paciente é monitorado durante toda a noite, para saber o real estágio de sua apneia. Os dados podem ser enviados ao especialista para avaliação e indicação personalizada de outras terapias”, explica a fonoaudióloga.

Mesmo sendo um aparelho para uso doméstico, é preciso acompanhamento clínico. Também é preciso manutenções constantes para a correta higienização do CPAP. Para saber se é preciso procurar um especialista, pode conferir o teste clicando aqui.

Apneia: sinais e sintomas

  • Ronco
  • Respiração ofegante
  • Sensação de sufocamento ao dormir
  • Sono agitado
  • Sonolência ao longo do dia
  • Dificuldade de concentração
  • Dor de cabeça matinal

Fatores de risco

  • Excesso de peso
  • Maxilar inferior encurtado, o que empurra a língua muito para trás, tapando a garganta
  • Tabagismo
  • Álcool em excesso
  • Uso exagerado ou equivocado de sedativos
  • Aumento das amígdalas e adenóides
  • Tumores

Sobre a Microsom

Referência em saúde auditiva, o grupo Microsom faz parte da história da cidade desde 2001. A clínica tem como objetivo trazer mais conforto aos pacientes com deficiência auditiva, oferecendo tecnologia de ponta. Na capital, a empresária Mariluce Cordeiro está à frente da direção geral coordenando as quatro unidades espalhadas pelo DF.

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Erasmo Tokarski

Blefaroplastia não cirúrgica é tendência para melhorar aparência

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Redação
Foto/Imagem: Freepik

Com o passar dos anos é natural que a pele comece a perder elasticidade. Isso ocorre porque há redução na produção de colágeno, responsável pela sustentação e, também, porque as células não se regeneram com a mesma facilidade de quando eram mais jovens.

Entre as áreas mais afetadas pelo envelhecimento está a região dos olhos, principalmente onde ficam as pálpebras. Na parte de baixo se forma uma espécie de bolsa de gordura, o que dá uma aparência de cansaço ao rosto. Já na parte de cima, o excesso de pele pode fazer com que a pessoa tenha dificuldade para enxergar.

A blefaroplastia é um procedimento realizado para melhorar a aparência e evitar que o excedente de pele comprometa o campo da visão. Atualmente, o mercado oferece a possibilidade de fazer a correção sem ter que passar pela cirurgia: é a chamada tecnologia de plasma.

Especialista em pele há mais de 30 anos, o dermatologista Erasmo Tokarski explica como funciona o procedimento.

“Não é uma cirurgia mas sim um tratamento estético não invasivo. O plasma usado na blefaroplastia sem cortes é um gás ionizado formado pela ação de uma forte energia que promove a separação de íons e átomos. O aparelho utilizado no procedimento gera um plasma artificial que estimula a retração da pele das pálpebras sem cortes”, detalha.

De acordo com o profissional, o tratamento é feito com anestesia local e dura em média 30 minutos. Os resultados podem ser notados logo na primeira sessão.

“Por ser realizado de forma ambulatorial, o tempo de recuperação é de 8 a 10 dias, podendo ocorrer um pouco de inchaço, vermelhidão e algumas manchas, que desaparecerão com o tratamento . Os efeitos positivos do tratamento poderão ser evidentes logo após a primeira intervenção, porém, melhores resultados serão observados após três semanas. Para a aparência benéfica máxima, geralmente são necessárias 3 sessões com intervalos de 6 semanas. Mas não é regra. Os resultados variam de pessoa para pessoa”, ressalta Tokarski.

Benefícios da técnica

  • Correção de imperfeições da pele e lesões benignas, incluindo verrugas, fibromas, pigmentação e manchas solares;
  • Melhoria na aparência de cicatrizes, incluindo cicatrizes pós-cirúrgicas, cicatrizes de acne e estrias;
  • Melhora as linhas de expressão e rugas ao redor da boca.
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Junho vermelho

Além de um ato de amor, doar sangue reduz riscos de problemas do coração

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Redação
Foto/Imagem: Tony Winston/Agência Brasília

Como parte da campanha Junho Vermelho, o dia 14, em que é celebrado o Dia Mundial do Doador de Sangue, tem como objetivo incentivar o espírito de solidariedade, conscientizando a população de que doar sangue é um ato de amor ao próximo e uma atitude que salva vidas. Além disso, a ação promove uma série de benefícios à saúde do doador, como por exemplo, a redução de risco de doenças cardíacas e de alguns tipos de câncer.

O cardiologista hemodinamicista do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor), Ernesto Osterne, lembra que existem estudos que comprovam que a doação de sangue reduz a viscosidade do sangue, permitindo que os doadores sejam menos propensos a desenvolver doenças do coração.

Um estudo realizado por médicos da Clínica Universitária de Innsbruck, na Áustria, por exemplo, revelou que o metabolismo do elemento ferro no sangue explica a teoria de benefício cardiovascular. “O nosso sangue é produzido na medula e renovado a cada 120 dias, ou seja, quatro meses. Esse processo de composição das novas células faz uso do ferro. A doação de sangue faz com que o organismo produza mais células jovens para repor as células que foram doadas e com isso diminui as reservas de ferro e a oxidação dos lipídios, que consequentemente reduz o risco de entupimento das artérias do coração e do cérebro”, pontua o especialista.

Além disso, pesquisas também apontam que o ato de doar sangue colabora com a redução de certos tipos de câncer, devido à redução oxidativa.

“Quando a pessoa doa sangue ela passa automaticamente por um processo de renovação das células, com isso, as células velhas são renovadas, o que colabora para a redução de algumas doenças”, explica Osterne. O médico alerta, ainda, que o simples ato de doar sangue é uma forma de cuidar da saúde do coração, pois ao se submeter ao processo, o doador precisa realizar uma bateria de exames para identificação de possíveis doenças infectocontagiosas.

“Os exames são realizados para identificar doenças como por exemplo AIDS, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatite B e C, entre outras, e isso permite que a pessoa fique mais atenta à saúde.

Como doar

Segundo o Ministério da Saúde, 16 pessoas, a cada mil habitantes, são doadoras de sangue. O percentual corresponde a 1,6% da população brasileira e está dentro dos parâmetros preconizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

No Distrito Federal, as doações podem ser realizadas no Hemocentro de Brasília. O agendamento pode ser feito pelos números 160 ou (61) 3327-4413.

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