Curta nossa página
Dutch   English   French   German   Italian   Portuguese   Russian   Spanish


Espalhados pelo Brasil

Nove hotéis da rede Louvre Hotels Group têm pacotes para o Dia dos Namorados

Publicado

Foto/Imagem: Divulgação


Para quem quer aproveitar a data mais romântica do ano, o Dia dos Namorados, nove hotéis da rede Louvre Hotels Group – Brazil oferecem pacotes com descontos para a data. Cada empreendimento realiza sua promoção, com diversidade de valores e serviços, como jantar romântico, com café da manhã, decoração especial e até chocolate e espumante. Para quem deseja aproveitar a data em uma localização privilegiada – a poucos metros das praias de Copacabana e Ipanema, entre os famosos pontos turísticos Forte de Copacabana e Pedra do Arpoador –, o Tulip Inn Rio de Janeiro Ipanema dispõe de dois pacotes: O “Amor”, com três dias de hospedagem, café da manhã, lanche de boas-vindas, decoração especial e espumante; e o “Paixão”, com dois dias de diária, café da manhã, decoração especial e espumante.

Em Natal, na Praia de Ponta Negra, uma das mais belas e famosas do estado, o Golden Tulip Natal Ponta Negra também oferece hospedagem de dois dias em apartamento superior com vista para mar, café da manhã, decoração especial e espumante. O casal em busca de refúgio no interior e hospedagem de alto padrão, com estrutura completa para de lazer, pode optar pelo Royal Tulip JP Ribeirão Preto, que oferece pacote de dois dias, café da manhã, decoração especial, jantar romântico e música ao vivo.

Também para o turista à procura de um ambiente luxuoso, acolhedor e serviços de alta qualidade – incluindo completa estrutura, como uma piscina paradisíaca, espaço kids, SPA, sauna, academia, bar de piscina e um Pub temático – no Distrito Federal, o Royal Tulip Brasília Alvorada apresenta duas diárias, com café da manhã incluso e jantar romântico, com opção de aproveitar o cardápio especial ao ar livre.

Os nove hotéis participantes são: Royal Tulip Brasília Alvorada, Royal Tulip JP Ribeirão Preto, Golden Tulip Brasília Alvorada, Golden Tulip Natal Ponta Negra, Golden Tulip Porto Vitória, Golden Tulip São José Dos Campos, Tulip Inn Rio de Janeiro Ipanema, Tulip Inn São Paulo Paulista e Soft Inn Maceió.

Protocolos Covid-19

“Analisando os desafios do turismo nacional em 2021, em virtude da pandemia de Covid-19, a rede Louvre Hotels Group – Brazil aposta no Dia dos Namorados como data de aquecimento dos setores turístico e hoteleiro. Acreditamos nos destinos nacionais como opções mais em alta na retomada do turismo. Ao se sentir seguro novamente para viajar, nosso cliente poderá aproveitar seu hotel favorito, com esses descontos especiais. Por isso, a rede Louvre Hotels Group – Brazil investiu em uma infraestrutura prática e eficiente para atender ao público que busca lazer, oferecendo uma opção de serviço diferenciado e funcional”, salienta o CEO da rede no Brasil, Paulo Michel.

“Nossa proposta é proporcionar, sempre, uma experiência inesquecível aos hóspedes que desejem desfrutar de um dos nossos empreendimentos. Em contexto de pandemia de Covid-19, multiplicamos nossos protocolos de saúde, segurança e prevenção e seguimos rigorosamente os novos procedimentos da rede”, completa Michel.

Para adaptar-se às exigências do cenário de pandemia de Covid-19 e elevar a segurança dos hóspedes, a rede Louvre Hotels Group – Brazil mantém seus procedimentos de segurança da rede, conforme as orientações dos órgãos de saúde e governamentais. A fim de evitar aglomerações, apenas parte dos quartos para hospedagem está disponível e alguns serviços estarão limitados. Os procedimentos completos estão descritos na Cartilha de Compromisso de Saúde e Segurança da rede Louvre Hotels Group.

Sobre a Louvre Hotels Group – Brazil

Empresa do segmento hoteleiro, é subsidiada à francesa Louvre Hotels Group e responsável pela administração e comercialização de hotéis das marcas Royal Tulip, Golden Tulip, Tulip Inn e Soft Inn no Brasil. A rede atualmente administra 15 hotéis distribuídos em localizações estratégicas por todo o país: Fortaleza, Natal, Maceió, Goiânia, Belo Horizonte, Sete Lagoas (MG), São Paulo, Ribeirão Preto (SP), São José dos Campos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Itaguaí (RJ), Campo dos Goytacazes (RJ), Macaé (RJ), Vitória (ES) e Brasília (DF), onde detém duas unidades.

Publicidade
Comentários

0,75 ponto percentual

BC eleva taxa de juros para 4,25% a.a., maior patamar desde fevereiro de 2020

Publicado

Por

Redação
PIX banco central
Foto/Imagem: Antonio Cruz/Agência Brasil

O Banco Central (BC) subiu os juros básicos da economia em 0,75 ponto percentual, pela terceira vez consecutiva. A decisão, anunciada nesta quarta-feira (16) pelo Comitê de Política Monetária (Copom), elevou a taxa Selic de 3,5% para 4,25% ao ano. A elevação foi deliberada de forma unânime pelos integrantes do colegiado, que é formado por diretores do BC, e era esperada pelos analistas financeiros.

Em comunicado, o BC indicou que deve seguir elevando a taxa Selic na próxima reunião, marcada para os dias 3 e 4 de agosto. “Para a próxima reunião, o Comitê antevê a continuação do processo de normalização monetária com outro ajuste da mesma magnitude. Contudo, uma deterioração das expectativas de inflação para o horizonte relevante pode exigir uma redução mais tempestiva dos estímulos monetários. O Comitê ressalta que essa avaliação também dependerá da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e de como esses fatores afetam as projeções de inflação”, informou o texto.

No comunicado, o Copom destacou que a pressão inflacionária revela-se maior que o esperado, “sobretudo entre os bens industriais”. “Adicionalmente, a lentidão da normalização nas condições de oferta, a resiliência da demanda e implicações da deterioração do cenário hídrico sobre as tarifas de energia elétrica contribuem para manter a inflação elevada no curto prazo, a despeito da recente apreciação do real. O Comitê segue atento à evolução desses choques e seus potenciais efeitos secundários, assim como ao comportamento dos preços de serviços conforme os efeitos da vacinação sobre a economia se tornam mais significativos”, informou o comunicado.

Com a decisão de hoje, a Selic continua em um ciclo de alta, depois de passar seis anos sem ser elevada. De julho de 2015 a outubro de 2016, a taxa permaneceu em 14,25% ao ano. Depois disso, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegou a 6,5% ao ano, em março de 2018.

Em julho de 2019, a Selic voltou a ser reduzida até alcançar 2% ao ano em agosto de 2020, influenciada pela contração econômica gerada pela pandemia de covid-19. Esse era o menor nível da série histórica iniciada em 1986. Porém, a taxa começou a subir novamente em março deste ano, passando para 2,75%. Depois, em maio, subiu de novo, para 3,5%.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em maio, o indicador fechou no maior nível para o mês desde 1996. No acumulado de 12 meses, o IPCA acumula alta de 8,06%. De janeiro a maio deste ano, a inflação foi de 3,22%.

O valor está acima do teto da meta de inflação. Para 2021, o Conselho Monetário Nacional (CMN) tinha fixado meta de inflação de 3,75%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. Com isso, o IPCA não poderia superar 5,25% neste ano nem ficar abaixo de 2,25%.

No Relatório de Inflação divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária estimava que, em 2021, o IPCA fecharia o ano em 5% no cenário base. Esse cenário considera um eventual estouro do teto da meta de inflação no primeiro semestre, seguido de queda dos índices no segundo semestre. A projeção oficial só será atualizada no próximo Relatório de Inflação, no fim de junho.

Já a projeção do mercado prevê uma inflação ainda maior, acima até do teto da meta. De acordo com o último boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 5,82%, na 10ª alta consecutiva da projeção.

Crédito mais caro

A elevação da taxa Selic ajuda a controlar a inflação. Isso porque juros maiores encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas mais altas dificultam a recuperação da economia.

No último Relatório de Inflação, o Banco Central projetava crescimento de 3,6% para a economia em 2021, decorrente da segunda onda da pandemia de covid-19. No Boletim Macrofiscal de Maio, divulgado no mês passado pelo Ministério da Economia, a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) para 2021 foi de 3,5%.

O mercado projeta crescimento maior. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 4,85% do PIB este ano.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

Continuar lendo

Anvisa autorizou

Covid: Butantan abre pré-cadastro de voluntários para testar a ButanVac

Publicado

Por

Redação
Foto/Imagem: Leonardo Benassatto/Reuters

O Instituto Butantan abriu nesta quarta (16) o pré-cadastro de voluntários interessados em participar de estudos clínicos com a ButanVac, a vacina contra a Covid-19 que está sendo desenvolvida pelo Butantan e um consórcio internacional. Os interessados em participar de testes com essa vacina podem se inscrever por meio do site do Instituto.

Para uma vacina ser aplicada na população, ela passa por uma fase de estudos em laboratório, uma fase pré-clínica de testes em animais e três etapas clínicas de testes em voluntários humanos, que avaliam a produção de anticorpos, a segurança e a eficácia do imunizante. Os testes em humanos com a ButanVac foram divididos em três fases: fase A, fase B e fase C.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, neste momento, apenas a realização da fase A, a primeira etapa dos testes em humanos, da qual vão participar 418 voluntários. Os testes serão realizados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto.

Poderão se cadastrar pessoas com idades acima de 18 anos. Nesses testes poderão fazer parte, inclusive, adultos já vacinados ou que já tiveram Covid-19.

O processo de recrutamento dos interessados terá início assim que houver a autorização dos ensaios clínicos por parte do Conselho Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), o que, segundo o Butantan, deve ocorrer em breve.

Os testes

O estudo clínico inicial vai avaliar se a vacina é segura e qual a quantidade de doses suficiente para a vacinação. Segundo Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, essa primeira fase de testes contará com grupos de controle, ou seja, parte dos voluntários poderá tomar placebo, uma substância que não é a vacina. Mas isso só vai ocorrer nessa primeira etapa: nas demais fases, o estudo com a ButanVac será de comparação com as demais vacinas.

“O grupo placebo será somente na primeira fase, exatamente para avaliar a segurança e a dose que será incorporada na vacina definitiva. A partir daí, será comparação com a vacina que já está em uso”, disse o diretor do Instituto Butantan.

As fases 2 e 3 do estudo vão envolver 5 mil voluntários. Essas duas etapas, que ainda estão aguardando autorização da Anvisa, vão avaliar a imunogenicidade da vacina, ou seja, a resposta imunológica que os participantes do estudo vão desenvolver.

Nessas etapas, os resultados da pesquisa serão comparados aos das vacinas que já estão sendo aplicadas, permitindo medir a eficiência da ButanVac. “É um estudo de comparação de resposta imune. Vamos comparar a resposta imunológica dessa vacina com outras vacinas. É um estudo diferente, não é um estudo clássico”, explicou Dimas Covas.

O estudo todo deve durar em torno de 17 semanas, estimou Covas.

O Instituto Butantan já possui 8 milhões de doses estocadas da ButanVac. Em outubro, a expectativa é ter 40 milhões de doses prontas para o uso.

Continuar lendo
Publicidade
Publicidade

Copyright © 2015-2021 AVB - AO VIVO DE BRASÍLIA - Todos os Direitos Reservados. CNPJ 28.568.221/0001-80 - Nosso conteúdo jornalístico é complementado pelos serviços de notícias de agências nacionais e internacionais, assessorias de imprensa e colaboradores independentes. #GenuinamenteBrasiliense