Curta nossa página

Elagolix

Novo remédio promete combate mais efetivo contra endometriose

Redação

Publicado

Foto/Imagem: Getty Images


Segundo o Ministério da Saúde, estima-se que a endometriose afeta cerca de 7 milhões de brasileiras atualmente. Além disso, essa doença passa despercebida em 60% dos casos, por total desconhecimento dos sintomas. Entretanto, novos métodos de diagnóstico vêm surgindo para combater a endometriose.

O que é a endometriose?

A endometriose é um tipo de câncer não maligno. Apesar de não levar à morte, pode causar dores intensas e infertilidade feminina.

Ela acontece quando células do endométrio (camada que recobre as paredes internas do útero) acabam se espalhando para outros órgãos. O endométrio se renova a cada ciclo menstrual. De fato, são as células do endométrio que são eliminadas durante a menstruação. Caso algo dê errado nesse processo, pode ocorrer a endometriose.

Os órgãos mais afetados são os mais próximos, como ovários, intestinos e a bexiga. Mas existem casos em que as células do endométrio se instalaram no diafragma e no pericárdio, a membrana mais externa envolvendo o coração.

Infelizmente, a endometriose é uma doença que não apresenta sintomas tão fáceis de se identificar, dificultando o seu diagnóstico. Entre os seus sintomas mais frequentes estão as dores durante o período menstrual, como se fosse cólica forte e a infertilidade, sintomas comuns que podem ou não ocorrer devido a doença.

Mas, também, podem ser encontrados outros sintomas. Entretanto, por serem muito comuns e abrangentes, podem ser confundidos com outras doenças. Entre esses sintomas estão: dor durante relação sexual; inchaços, dores e incômodos abdominais fora do período menstrual; problemas digestivos; infecções urinárias e até depressão.

Por conta de todos esses sintomas, recomenda-se procurar um especialista assim que eles forem notados. Isso pois, além das dores e infertilidade, a doença pode afetar sua vida profissional e pessoal.

Diagnóstico

Como visto, os sintomas podem variar e serem confundidos com outras doenças, no início da doença. Por isso, o diagnóstico é demorado, De acordo com a pesquisa do médio ginecologista e obstetra Maurício Abrão, da USP, divulgada em 2020, o diagnóstico pode, em seu limite, levar até 7 anos.

Por essa razão se recomenda procurar um médico, para os exames necessários, ao se notarem os primeiros sintomas, como cólicas menstruais intensas. Como toda e qualquer doença, o seu diagnóstico prece é fundamental para um tratamento mais efetivo.

Os exames mais comuns para se diagnosticar a endometriose são ressonância magnética, ultrassom com preparo intestinal e, em caso mais graves, laparoscopia.

O tratamento mais comum foca em amenizar os sintomas com contraceptivos orais combinados. Estes contêm estrogênio e progesterona, para diminuir a atividade dos ovários. Também são usados anti-inflamatórios não esteroides para aplacar os efeitos das dores.

Soluções mais extremas, como nos casos de endometriose profunda, incluem cirurgias para a remoção do endométrio dos órgão afetados e, em casos mais graves, a remoção do útero ou dos ovários.

Novo medicamento

Entretanto, novos medicamentos, mais eficazes estão sendo produzidos para o tratamento da endometriose. Um desses medicamentos é o Elagolix, que foi anunciado através de uma pesquisa publicada na revista New England Journal of Medicine.

O remédio age como um bloqueador de estrogênio, principal causador da endometriose. A pesquisa é fruto da parceria entre Abrão e o Dr. Hugh Taylor, de Yale.

Apesar de, assim como todos os medicamentos, essa nova droga apresentar efeitos colaterais, esse podem ser combatidos mais facilmente. Isso graças a novos medicamentos desenvolvidos pelo Centro de Endometriose de São Paulo.

Entre os efeitos colaterais, encontramos elevação do colesterol, enfraquecimento dos ossos e calor excessivo. Fármacos como o Dienogeste atuam na atenuação desses sintomas, para que o combate à endometriose seja menos traumático.

#temquevacinar

Saúde prorroga vacinação contra a gripe até o dia 30 de junho

Redação

Publicado

Por

Redação
Foto/Imagem: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Saúde anunciou a prorrogação da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe até o dia 30 de junho. Terceira e última fase da campanha iria até o dia 5 de junho. Porém, o baixo índice de vacinação de grupos prioritários motivou a prorrogação da campanha.

Os grupos prioritários da terceira fase são formados por pessoas com deficiência, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, puérperas, professores e pessoas de 55 a 59 anos de idade. De 77,7 milhões de pessoas que fazem parte desse público, apenas 63,53% receberam a vacina. O Ministério da Saúde espera, com a prorrogação, alcançar mais 28,3 milhões de pessoas.

A vacina contra influenza não tem eficácia contra o novo coronavírus, porém, neste momento, ajuda os profissionais de saúde na exclusão do diagnóstico para a Covid-19, já que os sintomas são parecidos. E, ainda, ajuda a reduzir a procura por serviços de saúde, já bastante demandados por conta da epidemia do novo coronavírus.

Até o momento, 74,9 milhões de doses da vacina já foram distribuídas aos estados para garantir a imunização do público-alvo da campanha. Os professores, parte do grupo prioritário, devem apresentar o crachá funcional para comprovar o vínculo com alguma instituição de ensino.

Continuar lendo

Vamos vencer juntos

Recuperados da Covid são quase 7 vezes maior que o nº de mortos

Redação

Publicado

Por

Redação
Foto/Imagem: Sergei Karpukhin/TASS

De acordo com o último boletim do Ministério da Saúde divulgado nesta sexta-feira (29), o Brasil chegou a 189.476 pacientes recuperados da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Com isso, o total de pessoas que venceram a doença é quase sete vezes maior que o número de óbitos registrados.

Os infectados pelo vírus somam 465.166 casos confirmados. Desse total, 247.812 pessoas estão em acompanhamento. O país registrou ainda, 1.124 novas mortes, totalizando 27.878. A taxa de letalidade está em 6%.

Ranking

Em número de casos confirmados, o ranking tem São Paulo (101.556), Rio de Janeiro (47.953), Amazonas (38.909), Ceará (38.395) e Pará (36.486). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Pernambuco (32.255), Maranhão (30.482), Bahia (16.917), Espírito Santo (12.903) e Paraíba (12.011).

Mortes

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de óbitos (7.275). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (5.079), Ceará (2.859), Pará (2.827) e Pernambuco (2.669).

Além disso, foram registradas mortes no Amazonas (2.011), Maranhão (911), Bahia (609), Espírito Santo (560), Alagoas (406), Paraíba (327), Rio Grande do Norte (268), Minas Gerais (257), Rio Grande do Sul (213), Amapá (207), Paraná (173), Distrito Federal (154), Piauí (146), Rondônia (145), Sergipe (142), Acre (135), Santa Catarina (134), Goiás (119), Roraima (108), Tocantins (70), Mato Grosso (56) e Mato Grosso do Sul (18).

Continue me casa. Se precisar sair, use máscara.

Isso tudo vai passar!

Continuar lendo

Sala de Situação

GDF tem 322 leitos de UTI e 504 de enfermaria para tratar a Covid

Redação

Publicado

Por

Redação
Foto/Imagem: Breno Esaki/Secretaria de Saúde

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal possui, em 16 hospitais da rede pública, 3.682 leitos gerais de enfermarias registrados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e 359 leitos gerais de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Para o tratamento do novo coronavírus Sars-CoV-2, a Secretaria de Saúde possui um total de 504 leitos de enfermarias, divididos entre o Hospital Regional da Asa Norte (327) e o Hospital de Campanha do Mané Garrincha (177). Nesta sexta-feira (29), às 11h05, havia 184 leitos de enfermaria ocupados por pacientes com Covid-19 ou suspeita, uma taxa de ocupação de 36,51%.

Para os casos mais graves, são 322 leitos públicos (UTI Covid-19) disponíveis para os pacientes do coronavírus com com suporte de ventilação mecânica. Destes, 130 estavam ocupados e 192 reservados até a última atualização às 11h25 desta sexta-feira (29), na Sala de Situação. A taxa de ocupação representa 40,37%.

Rede privada

Além dos leitos Covid-19 da rede pública de Saúde (que inclui os próprios da rede, conveniados e os contratados na rede privada), a rede de hospitais privados dispõe de 212 leitos de UTI para atender os pacientes acometidos pela doença, estando 143 ocupados, 4 bloqueados e 65 vagos, com taxa de ocupação de 69,34%. Os dados foram atualizados na Sala de Situação, às 11h25.

Continuar lendo
Publicidade
Publicidade
Publicidade

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2015-2020 AVB - AO VIVO DE BRASÍLIA - Todos os Direitos Reservados. CNPJ 28.568.221/0001-80 - Nosso conteúdo jornalístico é complementado pelos serviços da Agência Brasil, Agência Brasília, Agência Distrital, Agências Internacionais, assessorias de imprensa e colaboradores independentes. #FakeNewsNão