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Controles de estabilidade e tração

Linha 2019 da picape S10 traz mais segurança

Redação
Divulgação/Chevrolet


A linha 2019 da picape S10, da Chevrolet, traz como principal novidade o reforço no pacote de segurança. Os controles de estabilidade e tração passam a equipar todas as versões.

Até a linha 2018, LS, Advantage e LT não tinham essa opção. Já a versão topo de linha, High Country, passa a trazer air bags laterais e do tipo cortina, em adição aos frontais. Com isso, a picape S10 High Country agora tem seis air bags.

Para as versões mais sofisticadas, as rodas de alumínio de 18″ passam a vir também no estepe. Outra novidade é uma nova cor, batizada de azul Old Blue Eyes.

A picape S10 já tinha um bom pacote de itens de série. Entre os equipamentos, há como o alerta de colisão frontal, alerta de mudança involuntária de faixa, resposta automática em caso de acidente, monitoramento de rota, entre outras.

O modelo está disponível em seis versões de acabamento (LS, Avantage, LT, Midnight, LTZ e High Country). As opções de cabine são três (simples, dupla e chassi cab).

O modelo oferece os motores 2.8 turbodiesel e 2.5 flexível. As transmissões, sempre de seis marchas, podem ser manual ou automática e a tração, 4×2 ou 4×4.

No site da Chevrolet, estão disponíveis apenas os preços das versões cabine-dupla da picape S10. A mais em conta, Advantage 4×2 flexível, sai por R$ 92.990.

A de topo, High Country 4×4 com motor turbodiesel, tem preço sugerido de 185.990.

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Veículos

Fiat convoca para recall em 80 mil carros por air bag defeituoso

Redação

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Divulgação/Fiat

Fiat está convocando 81.697 unidades de Palio, Uno e Grand Siena fabricados entre 2012 e 2013 para um recall. O problema está nos air bags defeituosos, fornecidos pela Takata. Segundo a marca, altas variações de temperatura podem deteriorar a carcaça do deflagrador do air bag.

Numa batida, os fragmentos da carcaça podem ser arremessados contra os passageiros, causando ferimentos graves. A Fiat começa a atender os modelos envolvidos nesta segunda, 10 de dezembro.

A Fiat pede que os proprietários agendem o reparo pelo telefone 0800-707-1000 ou pelo site da fabricante. O problema será corrigido com a troca do deflagrador dos air bags.

Defeito

O defeito no insuflador dos air bags da Takata teve as primeiras notícias divulgadas em 2014. Desde então, já atingiu 80 milhões de carros e 100 milhões de deflagradores das bolsas, no Brasil e no mundo.

Cerca de 30 montadoras têm carros com air bags da Takata. Entre elas, estão as também japonesas Honda e Toyota.

O deflagrador do air bag é uma peça responsável por inflar a bolsa na hora de um impacto. Ela fica envolvida por um revestimento metálico.

Em caso de colisão, a peça metálica se desfaz, enchendo a bolsa em milissegundos.

No caso das bolsas defeituosas da Takata, fragmentos metálicos do deflagrador podem ser lançados na direção dos ocupantes dos bancos dianteiros, causando ferimentos.

Veja os chassis dos carros da Fiat envolvidos:

  • Uno 2012/2013
    397602 a 043575
  • Palio 2012/2013
    090792 a 121717
  • Palio (feito na Argentina) 2012/2013
    007964 a 603797
  • Grand Siena 2012/2013
    034481 a 062830
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Veículos

Com sete lugares, novo BMW X7 desembarca no Brasil em 2019

Redação

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Divulgação/BMW

Depois de introduzir a nova geração do X3 e o inédito X2 no Brasil, a BMW confirmou a chegada do seu X7 ao País em 2019. O modelo é o primeiro SUV de sete lugares da marca alemã. O carro fará sua primeira aparição física durante o Salão de Los Angeles, nos Estados Unidos, de 30 de novembro a 9 de dezembro.

Revelado em outubro e inspirado pelo conceito X7 iPerformance, o BMW X7 chegará às ruas para disputar espaço com o Mercedes-Benz GLS e o Audi Q7. Além dos alemães, tem como rivais o britânico Land Rover Discovery e o sino-sueco Volvo XC90, que também têm opções de sete assentos.

A idéia da marca é fazer um “Série 7 SUV”, colocando o máximo de luxo e tecnologia no novo modelo. O visual é impactante, com uma “mistura única de presença, exclusividade e espaço”, de acordo com a própria BMW. O X7 tem a maior grade dianteira de toda a linha da marca, que está de acordo com as dimensões mastodônticas do modelo.

As rodas tem 21 polegadas, o teto é quase plano e as janelas têm acabamento cromado. As portas traseiras são mais longas para facilitar o acesso, principalmente à terceira fileira. Já a tampa do porta-malas é dividida em duas partes, como no X5.

Ao todo, são 5,16 metros de comprimento (quase uma Ford Ranger cabine dupla), 1,99 metro de largura e 1,80 metro de altura. O entre-eixos tem 3,10 metros. São 22 cm a mais no comprimento que um X5, 12 deles apenas no entre-eixos.

Por dentro, o que há de mais recente em tecnologia produzida pela BMW. O cluster de instrumentos é virtual com 12,3 polegadas, mesma medida da tela central do sistema de entretenimento. Há ar-condicionado de quatro zonas e telas traseiras com 10,2 polegadas. O sistema de som tem alto falante da Bowers & Wilkins.

A segunda fileira de bancos vem com três assentos convencionais, que podem ser rebatidos de acordo com a necessidade. Mas há opção de duas poltronas individuais. A terceira fileira recebeu atenção especial da BMW, para que possa acomodar “passageiros adultos numa viagem longa”.

X7 terá motores diesel ou gasolina

Inicialmente, o X7 será vendido em quatro versões. A xDrive40i tem um seis cilindros de 3,0 litros turbo e 340 cv. O conjunto é capaz de levar o grandalhão de 0 a 100 km/h em 5,8 segundos. A xDrive 50i vem com o V8 de 4,4 litros e 462 cv. A força extra baixa o tempo de aceleração para 5,2 segundos.

Na Europa, o modelo ainda será oferecido com duas versões a diesel. A xDrive30d tem 265 cv extraídos de um seis cilindros, enquanto o M50d, de topo, tem 400 cv de um V8 a diesel. A transmissão, para todas as quatro motorizações é o automático de oito marchas.

Embora o foco do modelo seja o conforto, a suspensão é a ar e tem controle dinâmico. O sistema tem câmeras que escaneiam a estrada à frente e podem ajustar a suspensão para prever imperfeições. Nas versões mais potentes, a BMW oferece um pacote dinâmico, freios e diferencial reforçados.

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Veículos

Após sete anos, Land Rover lança nova geração do Evoque

Redação

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Divulgação/Land Rover

Depois de sete anos e meio de vida, o Land Rover Evoque finalmente ganha uma nova geração. Ela claramente não é tão disruptiva quanto a primeira, mas deixa o carro mais moderno a alinhado às formas de outros modelos da marca, em especial o Velar.

Essa equidade começa pelos faróis finos e pela grade frontal estreita. Em certas especificações, o Evoque 2019 também tem entradas de ar frontais praticamente idênticas às de seu irmão mais velho. Novamente, isso não é ruim, mas pode dificultar a diferenciação entre os dois no trânsito. O mesmo pode ser dito da parte traseira. Também é muito semelhante a do Velar graças às lanternas finas.

Surpreendentemente, o novo Evoque não utiliza uma plataforma nova. Em vez disso, usa uma versão atualizada da arquitetura D8 do modelo atual. Como resultado, a gama de motores a gasolina e diesel de quatro cilindros Ingenium da montadora permanece a mesma.

A potência dos motores diesel de 2.0 litros varia entre 148 cv e 237 cv, enquanto que os a gasolina geram de 237 cv a 296 cv. A caixa automática de nove velocidades da ZF será a única opção para a maioria dos motores, mas uma manual de seis velocidades será oferecida em uma única configuração.

Uma boa notícia é que esta nova plataforma atualizada foi desenvolvida para eletrificação. Ou seja, é quase certo que o Evoque ganhará uma versão híbrida de carregar na tomada e com 48 volts. Ele será o primeiro com este tipo de tecnologia da marca.

Por dentro há um novíssimo volante, um conjunto de indicadores digitais, um painel widescreen e uma segunda tela sensível ao toque. O espaço interno foi aumentado, graças ao entre-eixos maior em 2 cm. E o porta-malas está 10% maior, com 591 litros.

Evoque no Brasil

Não há previsão de quando o novo Evoque chegará no Brasil. Mas o comum, nestes casos, é o modelo desembarcar por aqui seis meses após o lançamento na Europa.

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