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Dinheiro extra

Hmib é habilitado como Serviço de Referência em Doenças Raras

Éric Seabra

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Foto/Imagem: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília


O Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) foi habilitado, pelo Ministério da Saúde, como Serviço de Referência em Doenças Raras. Com isso, a Secretaria de Saúde passará a receber verba do órgão federal que será investida no tratamento dessas doenças na rede pública do Distrito Federal. Até então, somente o Hospital de Apoio recebia o repasse.

O fluxo de atendimento continuará o mesmo, com a triagem feita no Hmib e os pacientes distribuídos entre esta unidade e o Hospital de Apoio – onde são feitos os acompanhamentos de doenças raras de pacientes do DF. O que muda é o valor recebido pela Secretaria em relação aos pacientes atendidos no Materno Infantil.

“Antes recebíamos R$ 10 por consulta e agora, receberemos por volta de R$ 800 – sendo que a cada três encontros com um paciente é considerada nova consulta”, frisa a coordenadora (RTD) de Doenças Raras, Maria Teresinha Cardoso.

Ela explica que serão repassados ao DF, referente ao Hmib, cerca de R$ 40 mil por mês. Os recursos podem ser utilizados para manter o atendimento, inclusive, com investimento tecnológico.

Segundo Maria Teresinha, um dos projetos é investir em equipamentos que tornam ainda mais precisa a detecção de doenças, como aquelas referentes à deficiência intelectual, que atinge 3% da população brasileira, parcela considerada alta pela geneticista.

Ela ressalta, ainda, a intenção de aumentar o número de atendimentos de pacientes com doenças raras. “Hoje temos quatro geneticistas e pretendemos aumentar para seis, de modo que não tenhamos demanda reprimida, pois a doença rara não pode esperar”, complementa.

No Brasil, existiam apenas oito Serviços de Referência para Doenças Raras, o Hospital de Apoio já era um deles. Juntamente com o Hmib, foram habilitados na mesma publicação, hospitais em Fortaleza, Florianópolis, Campinas e Ribeirão Preto.

Doenças raras

O número estimado de pessoas que têm um dos 8 mil tipos de doenças raras no mundo chega a 13 milhões. No Distrito Federal, não há dados oficiais de quantos pacientes fazem parte deste universo, mas somente na rede pública de saúde, em 2018, foram feitas 5 mil consultas de primeira vez no Centro de Referência de Doenças Raras da Secretaria de Saúde, que inclui Hmib e Apoio.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma doença é considerada rara quando afeta 1,3 indivíduo em cada grupo de 2 mil. Pelo menos 80% das patologias são de origem genética, enquanto as demais têm causas infecciosas, virais ou degenerativas.

“Cerca de 30% dessas doenças são tratáveis. E mesmo as que não são, pedimos que sejam encaminhadas ao centro de referência para receber o apoio adequado e multidisciplinar”, orienta Maria Teresinha Cardoso. Na unidade, localizada no Hospital de Apoio, são realizadas de 300 a 500 consultas mensais.

Eixos de doenças

As enfermidades são agrupadas de acordo com os principais eixos de doenças raras, estabelecidos pelo Ministério da Saúde, em malformações congênitas e as de início tardio; deficiência intelectual; e erros inatos do metabolismo (doenças metabólicas).

Assim, após a triagem inicial, conforme a idade, o acompanhamento é realizado no centro de referência e no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib). Segundo o fluxo estabelecido pela Coordenação de Doenças Raras, no Hmib são atendidas crianças de até nove anos e 11 meses de idade com malformação, doenças metabólicas e deficiência intelectual. As mesmas doenças são atendidas no centro de referência do Hospital de Apoio, a partir dos 10 anos.

Além de geneticistas, a equipe multidisciplinar também conta com neurologista, endocrinologista, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, psicólogo e nutricionista.

Além disso, é o único dos oito serviços a contar com odontopediatra. Dispõe, por exemplo, de cinco salas de atendimento, com dez ambulatórios diários semanais. A estrutura ainda conta com um Centro de Reabilitação (CER) dentro da unidade.

Dicas de profissionais

Ainda dá tempo de preparar o corpo para a chegada do verão

Éric Seabra

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Éric Seabra
Foto/Imagem: Shutterstock

Falta menos de uma mês para a chegada do verão e, por vezes, bate a preocupação: será que ainda consigo fazer algo para preparar o corpo para a temporada? A resposta para essa questão é que “sim, é possível tomar algumas atitudes” .

Apesar do pouco tempo, ainda é possível um planejamento alimentar para melhorar o condicionamento físico e até mesmo a realização de alguns procedimentos estéticos para os mais preocupados com o visual. Para colaborar com o projeto, o dermatologista Erasmo Tokarski dá dicas de tratamentos eficazes que ainda podem ser realizados antes da estação mais quente do ano dar as caras.

Face

Entre os inúmeros tratamentos estéticos voltados para o rosto, a indicação do dermatologista foca em duas novas revoluções no mercado estético. O Firm and lift – é um tratamento um pouco mais demorado, porém, com resultados bastante satisfatórios, pois tem foco preventivo. É uma associação de técnicas em que é aplicado ácido hialurônico e polilático para dar maior firmeza na pele (sustentação). São aplicados em pontos âncoras. São sessões semestrais (1 por semestre) e previne a flacidez da face.

Já o Peeling de fenol é considerado um peeling profundo. O procedimento estético promove rejuvenescimento facial e é indicado para aquelas rugas que ficam na região da boca e aquelas que ficam em volta dos olhos. É aplicado no consultório e 1 aplicação já mostra resultados. A pessoa tem que ficar afastada das atividades normais de 5 a 7 dias.

Corpo

Para quem quer procedimentos no corpo, a indicação do médico é o Vela Shape III – uma combinação perfeita de infravermelho e radiofrequência que trata flacidez, gordura localizada e celulite. O tratamento estimula colágeno e melhora a circulação linfática. Em média, o protocolo para o tratamento inclui 4 (quatro) sessões com intervalos quinzenais. É um método indicado especialmente para redução da celulite.

Outra sugestão é o Sculptra Corporal. O tratamento é composto por um ácido polilático corporal, que possuí uma ação muito potente no estímulo do colágeno. Ele é indicado para para tratar a flacidez do famoso “tchau, tchau” (embaixo do braço), nádegas e flacidez entre as coxas. São indicadas de 2 a 3 aplicações mensais com intervalo de 30 a 40 dias e os resultados podem ser vistos de 30 a 60 dias dias após a primeira sessão.

Alimentação como aliada

Aliada á estética, uma boa alimentação também pode trazer efeitos positivos no preparo do corpo para o verão. O nutricionista Daniel Novais explica que cortar alimentos com o objetivos de ter resultados não é o caminho correto.

“O maior erro é cortar os carboidratos de boa qualidade, por exemplo. É preciso balancear os macronutrientes carboidratos proteínas e gorduras”, defende.

Ainda sobre a alimentação Daniel aponta que é indicado reduzir os alimentos processados e industrializados, e cortar a ingestão de doces, açucares e ainda o consumo de bebidas alcoólicas para quem deseja reduzir peso.

Para tonificar o corpo e adquirir mais resistência ele ressalta a importância da prática de atividade física acompanhada de um profissional especializado, ter uma boa noite de sono.

“O segredo é optar por comida de verdade, em pequenas quantidades. Procurar um profissional de confiança para elaboração de uma dieta sustentável de acordo com seus hábitos e cultura alimentar de cada indivíduo e fugir das dietas da moda: como a dieta da maçã, dieta da proteína, dieta da lua, e etc, que só causam transtorno fisiológico alimentar, prejudicando a microbiota intestinal.

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Neste sábado (7)

Hran fará atendimentos gratuitos para prevenção ao câncer de pele

Éric Seabra

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Éric Seabra
Foto/Imagem: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Um mutirão gratuito será realizado no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), neste sábado (7), para prevenção ao câncer de pele. A expectativa é que médicos voluntários façam 400 atendimentos no dia, por ordem de chegada. A ação começa às 9h e vai até as 15h.

A iniciativa faz parte da 21ª edição da Campanha Nacional do Câncer da Pele, promovida pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Também é uma das ações de conscientização previstas no Dezembro Laranja, mês dedicado à prevenção dos tumores de pele.

A medida se torna necessária porque o câncer de pele é considerado a doença de maior incidência no país. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a estimativa é de que aproximadamente 30% de todos os tumores malignos registrados no Brasil correspondem a câncer de pele não melanoma (das células basais ou das escamosas).

Prevenção

Recomenda-se evitar a excessiva exposição ao sol no horário das 10h às 16h, quando os raios ultravioletas são mais intensos. Mesmo em outros períodos as pessoas devem se proteger com chapéu, guarda-sol, óculos escuros e filtros solares, com fator de proteção 15 ou superior.

Além disso é necessário fazer autoexame da pele de modo regular, para detectar precocemente o câncer e anotar as datas e a aparência da pele em cada exame.

A orientação é ficar alerta a manchas pruriginosas (que coçam), descamativas ou que sangram, sinais ou pintas que mudam de tamanho, forma ou cor e feridas que não cicatrizam em quatro semanas.

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Próximo ao ParkShopping

Complexo hospitalar deve gerar mais de 40 mil empregos no DF

Éric Seabra

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Éric Seabra
Foto/Imagem: Reprodução/Google Imagens

Uma empresa da norte-americana HealthCare & Technology, responsável pela construção e gestão de um centro de excelência na área de saúde, se prepara para investir no Distrito Federal. Com investimentos que chegam a R$ 3,5 bilhões, o Centro Internacional de Medicina Especializada será construído em uma área de 162 mil metros quadrados próximo ao ParkShopping, na região do Guará.

O terreno pertence ao Governo do Distrito Federal (GDF) e será vendido ao grupo pela Terracap. O plano de construção, apresentado na tarde desta quinta-feira (5) ao governador Ibaneis Rocha, no Palácio do Buriti, vai ao encontro da proposta do Executivo de fomentar a economia local e trazer investimentos – principalmente estrangeiros – para Brasília.

A expectativa é de que o complexo hospitalar gere até 40 mil empregos (entre 10 mil diretos e 30 mil indiretos), além da possibilidade de parceria do SUS em um centro de excelência da magnitude do Centro Internacional de Medicina Especializada.

Dele fazem parte hospitais e clinicas especializadas, laboratórios, clube médico, centros de ensino e pesquisas médicas, universidade de medicina, centro de convenções, auditório, hotéis, e um centro com áreas coorporativas e comerciais. “Um investimento dessa magnitude será capaz de transformar Brasília em um grande centro de atendimento especializado”, comentou o governador.

Oncologia

O primeiro empreendimento do complexo será a construção do hospital MD Anderson, considerado uma referência mundial na área de oncologia e hematologia. Com previsão de início da operação em dois anos e meio, deve gerar 8 mil empregos, com um investimento de R$ 484 milhões.

A previsão do complexo é atender as demandas no tratamento especializado das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste além de, como centro internacional de referência, receber, inclusive, pacientes de outros países. Tudo isso deverá incrementar o turismo de saúde da capital, movimentando a economia local.

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