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Erasmo Tokarski

Emagreceu e se sente mais velha? Saiba como manter a pele do rosto bem cuidada

Redação

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Foto/Imagem: Freepik


Quando alguma pessoa está acima do peso ou com quilos acima do ideal para a idade e estatura corporal, o rosto é um dos locais em que o excesso fica logo evidente. Da mesma forma, quando se elimina alguns quilos ou se está abaixo do peso, é pelo mesmo lugar que as primeiras percepções aparecem.

Isso ocorre porque o rosto é como se fosse a “vitrine” de uma pessoa. Ele é a parte do corpo humano que fica mais exposta e, por este motivo, deve ser bem cuidada e preservada.

“Não é apenas uma questão de aparência física, mas sim, de cuidado com o corpo e consigo mesmo. O rosto e o pescoço, diariamente, são expostos ao sol, frio, ventos, poeiras e outras circunstâncias. É preciso estar atento”, pontua o dermatologista Erasmo Tokarski.

A flacidez cutânea é comum de acontecer após um processo de perda de peso. Quando o emagrecimento ocorre de forma rápida, como é o caso dos pacientes bariátricos, a visibilidade se torna maior. É que, assim como o corpo, ao eliminar gordura, a face também fica mais fina, e com isso, a pele pode formar rugas e ganhar um aspecto mais abatido e envelhecido. Para o especialista, isso ocorre porque a pele perde sustentação com a eliminação de gordura. Mas a boa notícia é que é possível combater esse problema com a ajuda de uma boa alimentação e procedimentos estéticos direcionados para a área.

“O ideal é que a pessoa que passa pelo processo se submeta a um tratamento completo com a dieta equilibrada que é o que chamamos de suporte interno, associado ao suporte externo que são os cremes de rejuvenescimento, e ação antioxidante, além da reposição de vitaminas, colágeno e intervenções com funções reparadoras. É importante que o cuidado com a pele seja iniciado junto ao processo de perda de peso “, explica Tokarski.

De acordo com especialistas em emagrecimento, um processo de perda de peso saudável acontece quando se diminui até, no máximo, um quilo por semana, pois esse é considerado o número ideal para evitar a flacidez e também para aumentar a probabilidade de o peso reduzido ser mantido. Contudo, como cada paciente tem uma demanda diferente, é possível seguir alguns passos e evitar que a flacidez venha a ser um novo problema. Confira:

Reparo

Se a urgência é corrigir a flacidez causada na pele, as substâncias mais indicadas são os antioxidantes, como as vitaminas C, E, resveratrol. A realização de skincare (em português “cuidados com a pele”) faz bastante sentido. Ela reúne cremes com antienvelhecimento de composição com ação antioxidante, que aumentam a firmeza e dão luminosidade à pele.

“Essas vitaminas agem neutralizando os radicais livres por meio da hidratação e proteção celular, retardando o envelhecimento da pele”, detalha Erasmo Tokarski.

Reposição

Repor o colágeno perdido durante o processo de emagrecimento é de extrema importância, por isso, investir em cremes que estimulem a produção dessa proteína é fundamental. Além disso, tratamentos como o peelings, preenchimentos, bioestimuladores e lasers ajudam a pele a fabricar mais colágeno nas áreas tratadas e assim conseguir uma pele mais bonita em pouco tempo. Eles são usados para combater rugas, estrias, manchas e até celulite, pois a pele produz mais colágeno e se rejuvenesce.

Proteção

Manter o uso de filtro solar com FPS acima de 30 é indispensável em qualquer fase ou idade, pois o efeito é cumulativo e a longo prazo. “Os raios UV aceleram o processo de envelhecimento e liberam ainda mais radicais livres”, reforça o dermatologista.

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Nesta quinta, 1º

Anvisa fala, em live, sobre novos medicamentos para tratamento da Covid-19

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Foto/Imagem: Pixabay

Constantemente, a imprensa tem revelado detalhes sobre novos estudos envolvendo possíveis medicamentos contra o novo coronavírus (Covid-19). Inclusive, há poucos dias, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso do antiviral Remdesivir na terapia de pacientes com o vírus no Brasil. Em meio às expectativas e possibilidades, boa parte da população está com muitas dúvidas: afinal, o que se sabe até o momento? Quais são os potenciais fármacos em análise e como andam esses estudos? O que é fato e o que é fake?

Essas e muitas outras perguntas serão discutidas em uma live promovida pelo ICTQ – Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação para o Mercado Farmacêutico. A transmissão contará com a presença da coordenadora da Gerência Geral de Medicamentos e Produtos Biológicos (GGMED) da Anvisa, Isabella Gomes.

Além da coordenadora da Agência reguladora, o evento ainda terá a participação do pesquisador e pós-doutor em farmacologia, Thiago de Melo; do diretor acadêmico da Instituição, Ismael Rosa; e do especialista em farmácia clínica e oncológica, Leonardo Daniel Mendes, que tem atuado em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) na linha de frente de combate ao vírus. Todos eles são farmacêuticos.

Intitulada Novos Medicamentos para Tratamento de Covid-19, a live deve levar à audiência muitas informações importantes e inéditas sobre vários medicamentos que têm sido apontados como possíveis terapias para a Covid-19, como, por exemplo: Azitromicina, soro anti-covid (do Butantan), nitazoxanida, hidroxicloroquina e o Sulfato de Atazanavir, entre outros.

A transmissão acontece nesta quinta, 1º de abril, a partir das 20h30. O link para inscrição já está disponível no canal do YouTube da Instituição (veja aqui).

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Segundo a OMS

Câncer de mama supera o câncer de pulmão e já é o mais comum no mundo

Redação

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Foto/Imagem: Getty Images

O número de novos casos de câncer de mama em 2020 representou 11,7% do total de todos os diagnósticos da doença no ano e superou o câncer de pulmão, que até então afetava o maior número de pessoas em todo o mundo. No entanto, o câncer de pulmão continua a ser o que mais causa mortes.

De acordo com a Agência Internacional para a Investigação do Câncer, da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2020 foram diagnosticados mais de 2,2 milhões casos de câncer de mama.

A diferença para o câncer de pulmão – que era o mais diagnosticado – não é muita, segundo a agência.

Com 11,4% do total, o câncer de pulmão é o segundo mais encontrado em todo o mundo. Em 2020 foi responsável pela morte de quase 1,8 milhão de pessoas, 18% do total de mortes por câncer. E se o da mama foi o mais diagnosticado em 2020, é apenas o quinto na lista dos que mais matam, depois do pulmão, colorretal, fígado e estômago.

Uma das razões para que o câncer de mama tenha se tornado de maior incidência pode estar relacionado, dizem os especialistas, a fatores sociais como o envelhecimento da população, a maternidade cada vez mais tardia ou outras situações como a obesidade, o sedentarismo, consumo de álcool ou dietas inadequadas.

De acordo com os dados da OMS, é possível verificar que o câncer de próstata foi, no ano passado, o terceiro mais diagnosticado.

A doença é, no entanto, a oitava em relação ao número de mortes. No ano passado perderam a vida com câncer de próstata 370 mil pessoas.

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