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18 de janeiro

Eduardo e Mônica promove grito de Carnaval no Canteiro Central

Redação

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Foto/Imagem: Divulgação


Carnaval já está aí e, para aquecer o público brasiliense, o tradicional grupo formado por Marquinho Vital, Meolly e Diogo Villar já começa o ano trazendo o melhor da mistura de ritmos. As apresentações do bloco Eduardo e Mônica, do 7 na Roda e convidados acontecem no dia 18 de janeiro, a partir das 21h, no Espaço Cultural Canteiro Central, espaço que abraça a diversidade cultural de Brasília. A meia entrada pode ser adquirida antecipadamente e custa a partir de R$ 30 mais um 1kg de alimento não perecível.

Durante o show a galera vai poder curtir clássicos do rock nacional com uma forte presença da percussão. Entre os hits, músicas do Legião Urbana, Raimundos, Cássia Eller, Capital Inicial, Plebe Rude e também um bom reggae do Natiruts.

“A gente tem essa pegada de valorizar a música nacional. Brasília sempre foi um celeiro de excelentes artistas, por isso é tão importante projetos como este. Além disso, nossos shows não tem uma faixa etária. A gente une da geração mais nova até a galera mais velha. E isso é muito massa. O pessoal curte, canta, dança e a gente ama essa animação”, diz Meolly.

Além do bloco, nomes como o premiado grupo 7 na Roda, com repertório variado, traz o melhor do samba. Entre os sucessos, músicas de grandes mestres do gênero, como a Besouro de Mangangá, que foi premiada pela 5ª edição do Festival de Música da Nacional FM, em 2014. Quem também se apresenta na data é o MC Carioca e a Dj Paula Torelly.

409 Sul

O’Rilley Pub realiza pré-carnaval do rock no dia 1º de fevereiro

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Foto/Imagem: Philippe Seabra (Plebe Rude)

Para iniciar o mês mais carnavalesco do ano com o pé direito, tem que ser na folia! É por isso que o bloco Eduardo e Mônica reúne pandeiros e guitarras com Philippe Seabra (Plebe Rude), Bruno Alpino (Dona Cislene) e a banda Di Boresti no dia 1º de fevereiro. O evento acontece no O’Rilley Pub (409 Sul), a partir das 19h. Os ingressos custam a partir de R$ 30 e podem ser adquiridos pelo Sympla. Vale chegar cedo, pois a casa está sujeita à lotação.

Em um lounge exclusivo na parte externa com mesas, telão e pista de dança, os foliões vão poder curtir uma mistura de rock, com samba e marchinhas de carnaval. O DJ Marcinho Grande Brother também se apresenta tocando os melhores hits nacionais. Além de muita farra, o evento tem uma pegada social e vai arrecadar materiais escolares para doação.

“É a primeira vez que a casa abre as portas para um pré-carnaval e esse ano, além de inovar com o bloco Eduardo e Mônica, vamos doar itens escolar para famílias de baixa renda. Vamos somar esforços para uma diversão com solidariedade”, comenta Gustavo Gondim, proprietário do O’Rilley.

Com a intenção de fazer um verdadeiro pré-carnaval, também haverá um concurso de fantasia e os três primeiros colocados serão premiados com hambúrguer e bebidas da casa.

Divulgação

Bloco Eduardo e Mônica

Criado em janeiro de 2017 por Marquinho Vidal (Capitão do Cerrado), Meolly Rony (Meolly folk e Dowjones) e Diogo Vilar (O bando), o Bloco Eduardo e Mônica surgiu como uma alternativa a uma faixa da população brasiliense que buscava novas opções de diversão. As guitarras se unem à pegada forte da percussão e repaginam clássicos do rock nacional de bandas como Legião Urbana, Raimundos, Plebe Rude, Cássia Eller, Capital Inicial, além de reggaes do Natiruts. Eleito por júri popular como o melhor bloco de Brasília, o grupo reuniu quase 30 mil foliões no último carnaval da cidade.

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SIG Quadra 3

Brasiliense Allan Massay anima as quintas-feiras do CW&Co

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Foto/Imagem: Arquivo Pessoal

Fim de semana com muita badalação no CW&Co | Coffee, Wine & Co (SIG Quadra 3). Toda quinta-feira o espaço recebe Allan Massay, cantor que é uma das maiores revelações do quadradinho. Para os clientes que se cadastrarem antecipadamente no site o couvert é free. Na hora sai a R$ 15.

Trazendo o melhor do pop rock e MPB em um show animado, o brasiliense Allan Massay promete animar às quinta do espaço. O jovem, que é bastante conhecido na capital, traz em seu repertório músicas, como Vem, que é um trabalho autoral em parceria com a cantora Sandra de Sá, e também o mais novo sucesso: Sorte.

CW&Co

Um espaço completo que abriga duas das grandes paixões dos brasilienses: café e vinho. Esse é o CW&Co | Coffee, Wine & Co (SIG). Em um ambiente descolado, a casa oferece música ao vivo de quarta a sábado e os comensais podem aproveitar uma adega versátil, com rótulos nacionais e importados que variam entre R$70 e R$100, além de um cardápio recheado de receitas deliciosas.

Revitalização

O que antes era uma região apenas para indústrias e gráficas, agora pulsa arte e cultura. A proposta de intervenção urbana traz para a região do SIG uma nova cara. Inspirado nos parklets de São Paulo, o local ganha uma área de convívio e tem como proposta ser ponto de encontro dos brasilienses. Todo o projeto foi idealizado pelo empresário Rodrigo Barreto e desenvolvido com o seu sócio Alexandro Ribeiro, criando um novo conceito para a economia criativa da cidade.

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Entrada franca

Orquestra Sinfônica homenageia 250º aniversário de Beethoven

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Foto/Imagem: Gabriel Jabur/Agência Brasilia

A Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS) inicia 2020 com o repertório clássico e romântico em seu primeiro concerto da temporada, em 4 de fevereiro, no Cine Brasília. A apresentação sob a regência do maestro Cláudio Cohen, com entrada franca, tem no repertório as principais canções do compositor alemão Ludwig van Beethoven (1770 – 1827).

A seleção escolhida para o primeiro concerto da temporada faz alusão às celebrações dos 250 anos de nascimento do músico. Pioneiro do movimento romântico, Beethoven é considerado um revolucionário musical, com canções que possuem caráter narrativo.

Suas músicas possuem características originais, com temas melódicos e breves, porém marcantes, como o “tã-tã-tã-tãããã” eternizado na mente de quem ouve e reproduz sua 5ª Sinfonia.

Ludwig van Beethoven levou a era do classicismo musical vienense ao auge. O alemão radicado na Áustria deixou cerca de 240 obras, entre sinfonias, concertos, quartetos, assim como uma ópera, tornando-se um dos compositores eruditos mais tocados da atualidade.

Neste primeiro espetáculo serão apresentadas a 1ª e a 2ª sinfonias do gênio alemão. De acordo com o maestro Claudio Cohen, as homenagens ao compositor serão feitas durante todo o ano de 2020, em que serão apresentadas todas as sinfonias, incluindo os Concertos Para Piano e Orquestra, Aberturas Sinfônicas, Concerto para Violino, entre outras obras.

Cohen ressalta que a comemoração aos 250 anos do compositor é considerada um marco para a história da música clássica erudita e será celebrada em várias capitais do mundo. “A população do Distrito Federal também terá a oportunidade de conhecer e reviver as principais obras deste gênio da música internacional”, conta.

Além de Beethoven, a Orquestra segue com vasto repertório em fevereiro. Na segunda semana do mês (11), o concerto será estrelado pela 5ª Sinfonia de Gustav Mahler. O regente e compositor tcheco-austríaco de origem judaica também é visto como um dos maiores compositores do período romântico do século XIX. O estilo sombrio, que remete a clima de suspense e desventuras, é a principal característica das obras do músico erudito.

A 5ª sinfonia de Mahler foi escrita entre 1901 e 1902. A canção foi classificada por críticos como uma obra de caráter “esquizofrênico”, já que nela se dividem o mais trágico e o mais alegre dos mundos.

O público poderá conferir, em uma mistura de fanfarra de trompetes alternada com o som de allegro, momentos que remetem a sensações de histeria e angústia, seguindo para os tons sombrios das marchas fúnebres.

A Orquestra volta a prestigiar o legado de Beethoven no último concerto antes do carnaval (18), quando apresentará a 3ª Sinfonia do homenageado do ano. Composta nos anos de 1803-1804, a canção foi nomeada de “Eroica”, em alusão à admiração do compositor pela Revolução Francesa.

Citada como marco do fim da Era Clássica e o começo da Era Romântica, esta sinfonia transmite ao público uma sensação de honra e tristeza. Presente em diversas marchas fúnebres, a obra também marcou época ao ser tocada no enterro das vítimas do “Massacre de Munique”, pela Orquestra Filarmônica de Munique em 1972.

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