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4 de maio

Dia D de vacinação contra a gripe será neste sábado em todo o país

Redação

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Foto/Imagem: Erasmo Salomão/Ministério da Saúde
Paula Laboissière

O Dia D de mobilização contra a gripe ocorre neste sábdo (4) em todo o país. A previsão, de acordo com o Ministério da Saúde, é que mais de 41 mil postos de saúde permaneçam abertos em todos os estados ao longo do dia. A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começou no último dia 10 e prossegue até 31 de maio. A meta é imunizar pelo menos 90% de cerca de 59,5 milhões de pessoas.

Devem receber a dose crianças com idade entre 6 meses e menores de 6 anos; grávidas em qualquer período gestacional; puérperas (até 45 dias após o parto); trabalhadores da saúde; povos indígenas; idosos; professores de escolas públicas e privadas; pessoas com comorbidades e outras condições clínicas especiais; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas; funcionários do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade.

Profissionais das forças de segurança e salvamento também passaram a fazer parte do público-alvo da campanha neste ano. Por meio de nota, o ministério informou que o grupo inclui policiais civis, militares, bombeiros e membros ativos das Forças Armadas, totalizando cerca de 900 mil pessoas.

Vacina Brasil

De acordo com o Ministério da Saúde, até o dia 30 de abril, 12,2 milhões de pessoas haviam sido imunizadas. O número representa 21% do total de grupos que devem receber a dose. O público com maior cobertura, até o momento, é o de puérperas, com 38,8%, seguido pelas gestantes (33,4%); indígenas (27,6%); crianças (26,4%); idosos (21,5%); trabalhadores de saúde (17,1%) e professores (14,2%).

“Neste ano lançamos o movimento Vacina Brasil e não só para a vacina da gripe, mas como uma oportunidade para todos atualizarem as suas cadernetas de vacinação. Amanhã é o dia D, um dia de grande mobilização e estamos fazendo um trabalho para aumentar os índices de vacinação no estado de São Paulo também”, disse o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Base Aérea de Anápolis

Novos exames em repatriados deram negativo para coronavírus

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Foto/Imagem: Elza Fiúza/Agência Brasil

Exames específicos para o novo coronavírus feitos no grupo de 54 pessoas em quarentena na Base Aérea de Anápolis (GO) deram negativo. “Os resultados foram concluídos, todos negativos todos continuam assintomáticos. Era o que esperávamos, era o que desejávamos”, disse em coletiva à imprensa o secretário executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, na tarde desta quarta-feira (19).

Segundo o secretário, ainda será feito um novo exame, no próximo sábado (22), para uma última avaliação, antes que todos sejam liberados da quarentena de 18 dias, contados a partir da entrada na aeronave brasileira, no dia 5 de fevereiro..

Ao todo, 34 pessoas foram resgatadas de Wuhan, cidade chinesa considerada epicentro da doença. Além deles, também estão em quarentena 24 pessoas que participaram da repatriação, pilotos e outros tripulantes da aeronave usada no resgate.A liberação destes profissionais antes dos 18 dias da quarentena chegou a ser cogitada, mas o Ministério da Saúde já descartou a hipótese.

Pacientes monitorados

O Ministério da Saúde também descartou entre ontem e hoje três suspeitas de infecção pela doença. Boletim divulgado hoje mostra que agora são duas pacientes monitoradas, uma no Rio Grande do Sul, que teve amostra coletada para exame específico do novo coronavírus, e uma do estado de São Paulo, que ainda será testada para outros vírus.

Repatriação

No dia 5 de fevereiro, duas aeronaves da Força Aérea Brasileira foram à China buscar brasileiros em Wuhan, epicentro da doença. Entre brasileiros e familiares de outras nacionalidades, 34 vieram chegaram ao Brasil no dia 9 de fevereiro. A quarentena de 18 dias é um protocolo internacional para evitar a disseminação da doença no Brasil. Além dos repatriados, 24 profissionais que fizeram parte do resgate também estão em quarentena.

No dia 30 de janeiro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o surto de novo coronavírus como emergência em saúde pública de importância internacional. Mais de duas mil pessoas morreram na China e mais de 70 mil foram infectadas pelo novo vírus. No Brasil não há casos confirmados.

Histórico do coronavírus

Os coronavírus são conhecidos desde meados dos anos 1960 e já estiveram associados a outros episódios de alerta internacional nos últimos anos. Em 2002, uma variante gerou um surto de síndrome respiratória aguda grave (Sars) que também teve início na China e atingiu mais de 8 mil pessoas. Em 2012, um novo coronavírus causou uma síndrome respiratória no Oriente Médio que foi chamada de Mers.

A atual transmissão, com o vírus batizado agora de Covid-19, foi identificada em 7 de janeiro. O escritório da OMS na China buscava respostas para casos de uma pneumonia de etiologia até então desconhecida que afetava moradores na cidade de Wuhan.

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Metabolismo

Conheça os benefícios do “novo” implante hormonal subcutâneo

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Foto/Imagem: Shutterstock

Bastante utilizado na Europa, EUA e Austrália, os implantes hormonais subcutâneos têm adquirido uma forte tendência no Brasil. Para muitos profissionais médicos o método representa um avanço promissor no tratamento de reequilíbrio hormonal disponibilizando uma técnica que acompanha o metabolismo do organismo humano.

O implante hormonal subcutâneo tem uma combinação de hormônios ação/duração no corpo durante um período de seis meses. Pode ser utilizado tanto por homens como por mulheres dentro da necessidade de cada paciente e com a avaliação de um profissional especializado.

De acordo com a clínica geral Luciene Breda, o implante subcutâneo atua de forma contínua, liberando os hormônios em pequenas quantidades acompanhando a fisiologia corporal tanto feminina como masculina, minimizando efeitos adversos e dando ao corpo o equilíbrio necessário.

A interação dos hormônios existentes no implante traz inúmeros benefícios à saúde. Eles são capazes de favorecer o ganho de massa muscular, diminuir o percentual de gordura corporal e adquirir mais vigor (força/energia) para as práticas desportivas.

Em mulheres

Nas mais jovens, o implante ajuda a reduzir os desagradáveis sintomas da tensão pré-menstrual, a famosa TPM, aliviando tanto as dores como o sangramento e pode contribuir no controle do quadro da síndrome do ovário policístico. Já nas mulheres maduras, que estão no climatério ou mesmo no período pós-menopausa, o reequilíbrio hormonal ajudará no alívio das ondas de calor, a excessiva sudorese, secura vaginal, lapsos de memória, no sono, melhora a libido e as dores musculares e articulares.

Nos homens

A classe masculina pode ser imensamente beneficiada com a técnica hormonal. Para os que estão na andropausa, o implante subcutâneo melhora a saúde sexual e a capacidade erétil. Proporciona proteção prostática e cardiovascular, além de aumentar a energia ( a vitalidade ), o fortalecimento dos ossos e dos músculos, a performance esportiva e a sensação de bem-estar geral.

Contra Indicações

Não existe comprovação científica quanto a não utilização do método. Devendo nestes casos, ter cautela com fumantes, mulheres que fazem uso de anticoncepcional oral ou mesmo pacientes (sejam homens ou mulheres) que já utilizam algum tipo de hormônio ou medicamento que contenha esses hormônios em sua composição. Sendo necessário uma avaliação detalhada para que o profissional médico possa ter segurança em medicar. A especialista Luciene Breda ressalta que a aplicação do implante hormonal será sempre realizada acompanhado de uma história clínica individual, exames físicos e laboratoriais direcionados.

“É um método bastante proveitoso se usado com responsabilidade. Por este motivo todo e qualquer paciente que tiver interesse em se submeter a técnica precisa passar pela avaliação clínica. Somente após essas condutas o implante deverá ser realizado “, pontua a médica.

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45 foram descartados

Número de casos suspeitos de coronavírus no Brasil cai para 3

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Foto/Imagem: Josué Damacena/Fiocruz

O número de casos suspeitos de infecção por coronavírus no Brasil caiu para três, informou o Ministério da Saúde. Segundo o balanço mais recente da pasta, divulgado neste domingo (16), dois pacientes em São Paulo e um no Rio Grande do Sul estão sendo monitorados. O número de suspeitas descartadas subiu para 45.

O total não mudou em relação ao boletim de ontem (15). De sexta-feira (14) para sábado, um caso no Paraná e outro no Rio Grande do Sul foram descartados. No entanto, um caso começou a ser investigado em São Paulo, resultando no total de três suspeitas em todo o país.

Entre os 45 casos descartados, o estado de São Paulo lidera, com 20 pacientes analisados. Em seguida, vêm Rio Grande do Sul, com nove suspeitas, Rio de Janeiro (5), Santa Catarina (4), Paraná (3), Minas Gerais (2), Distrito Federal (1) e Ceará (1).

Na sexta-feira, o Ministério da Saúde informou que não pretende reduzir as ações de combate ao coronavírus até o inverno, quando aumentam os casos de doenças respiratórias. Segundo a pasta, a mobilização continuará, independentemente da redução do número de casos investigados.

Batizada pela Organização Mundial da Saúde de COVID-19, a doença provocada pelo coronavírus provoca febre e problemas respiratórios. Até as 12h de hoje, haviam sido registrados 50.580 casos confirmados em todo o planeta. Desse total, a maioria está na China, com 50.024 casos e 1.524 mortes. Os outros dois óbitos foram registrados no Japão e nas Filipinas.

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