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Kit Saravá

Brechó da Ponta oferece presente para um ritual de energia no Dia das Mães

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Foto/Imagem: Divulgação


Mais um Dia das Mães está chegando em tempos de muitos desafios. Colocar as energias em dia e promover um ritual para a mamãe se cuidar com muito axé pode ser uma maneira diferente de surpreendê-la e demonstrar todo seu amor e carinho.

O Kit Saravá é um banho de limpeza, força e vibração! Os produtos são à base de ervas e ingredientes sagrados e chegam até você exclusivamente pelo Brechó da Ponta. A produção é limitada e cada kit com oito itens custa R$ 79,00 (setenta e nove reais). Os pedidos podem ser feitos através do Instagram ou pelo WhatsApp (61) 99988-9618.

O Kit Saravá pode ser excelente para toda a família, elevando a vibração da casa e de todos os integrantes. Consulte os valores promocionais para combo com 4 ou mais kits.

O que tem no Kit?

Pau Santo – Casca sagrada que uma vez queimada defuma o ambiente e possui poderes mágicos de expelir energias negativas.

Medalha do Zé da Medalha de Tieta do Agreste – Medalhinhas dos santos brasileiros para trazer sorte e prosperidade.

Fitinha do Senhor do Bomfim – Amarre com 3 nós e a cada nó faça um pedido, porque nós acreditamos na fé de forma abrangente, na fé do Deus único, na fé dos Orixás, na fé dos Arcanjos, na fé de tudo que tem luz.

Bucha vegetal – Limpeza da pele. Pode ser utilizada no banho de passagem de ano.

Banho aromático – Banho feito com ervas colhidas na comunidade e macerada por crianças para limpeza e energização.

Sabão da Costa – Sabão feito a base da folha de saião que e uma folha que além de trazer fluidos positivos possuem propriedades que fazem bem para a saúde.

Pó de Atim – Pó mágico feito à base de cinzas de sementes raízes e ervas. Utiliza-se nos chacras e também pode se soprar na casa para trazer uma integração com a natureza.

Incenso – Purifica o ambiente retirando as energias negativas.

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#VacinaDF

GDF inclui vigilantes como prioridade na vacinação contra a Covid-19

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O Governo do Distrito Federal (GDF) incluiu a categoria de vigilantes como prioridade na vacinação contra a Covid-19. A decisão ocorreu após reunião do governador Ibaneis Rocha com o secretário de Saúde, Osnei Okumoto, e os deputados distritais Rafael Prudente e Robério Negreiros, nesta quarta-feira (16).

Na reunião, foi definido que a cada entrega semanal de vacinas, três mil doses serão destinadas a todos os vigilantes, independentemente de trabalharem em escolas e bancos. Vale lembrar que os vigilantes que atuam em estabelecimentos de saúde já foram vacinados.

Os profissionais que trabalham em bancos e escolas serão imunizados no mesmo calendário elaborado para professores e bancários. A vacinação também vai chegar para os terceirizados que atuam em escolas e bancos. “Decidimos incluir a categoria de vigilantes porque sabemos o quanto eles estão expostos e o quanto são importantes pelo serviço que prestam, seja em escolas, bancos e outros lugares. Boa parte será vacinada junto dos professores e bancários e assim vamos imunizando todos”, disse Ibaneis Rocha.

“Os vigilantes da Saúde foram vacinados, mas sensibilizamos o governador Ibaneis Rocha a incluir não só os vigilantes, mas também os terceirizados para que eles sejam imunizados junto dos professores e bancários. A partir da semana que vem, três mil vacinas de primeira dose serão destinadas exclusivamente à categoria dos vigilantes restantes”, destacou Robério Negreiros.

Para o deputado Rafael Prudente, a iniciativa traz o “reconhecimento justo a esses profissionais que desempenham importante função no atendimento à população”. “Eles precisam ser protegidos contra o coronavírus”, afirmou.

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Pablo Prado

Marco Legal das Startups facilita a criação de novos empreendimentos no Brasil

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Redação
Foto/Imagem: Divulgação

O Presidente Jair Bolsonaro sancionou, em 1º de junho de 2021, a Lei Complementar nº. 182/2021, o chamado Marco Legal das Startups e do Empreendedorismo Inovador, criando um regime próprio para as empresas que se destinam ao desenvolvimento de produtos e serviços inovadores e com apelo tecnológico.

A Lei define como startup as empresas nascentes ou em operação recente, cuja atuação caracteriza-se pela inovação aplicada a modelo de negócios ou a produtos ou serviços ofertados.

São exemplos de startups, no Brasil, já consolidadas, C6 Bank, Nubank, iFood, Quinto Andar e PagSeguro.

Estas empresas já alcançaram a condição de ‘unicórnio’, que é quando uma empresa possui valor de mercado de pelo menos US$ 1 bilhão, e por isso, não se valerão das regras do Marco Legal das Startups.

Isto porque a Lei estabeleceu que poderão ser consideradas startups as empresas com faturamento anual de até R$ 16 milhões e que possuam até 10 anos de existência.

Além disso, a lei exige que a empresa traga expresso em seus atos constitutivos que fazem uso do modelo de negócio inovador em sua atividade, podendo adotar qualquer forma empresarial.

Especialistas do mercado celebraram a edição do marco legal, dado o importante acréscimo de segurança jurídica trazida aos investidores, ao prever que estes não são responsáveis pelas dívidas da empresa.

Pela Lei, o investidor que realiza aportes de capital (venture capital) sem ingressar no capital social não poderá ser considerado sócio, e nem poderá exercer poder de voto ou ingerências na empresa investida.

Este aspecto é absolutamente importante, pois o modelo de negócio das startups conta em absoluto com capital de risco de investidores que não querem – e agora não podem – ser responsabilizados por eventuais fracassos e dívidas da empresa. Este ponto torna o ambiente negocial mais atrativo, dada a diminuição de riscos, trazendo melhores perspectivas de investimentos para o setor.

Outro ponto importante da lei está relacionado a criação de um regime especial de licitações, destinado à aquisição de soluções tecnológicas produzidas por este tipo de empresas.

A Lei cria a chamada “modalidade especial” e prevê que Administração Pública poderá abrir licitações voltadas para a aquisição de uma solução a uma demanda, que possa ser resolvida pelo emprego da tecnologia, deixando às empresas do setor a formatação da solução.

Trata-se de uma mudança importante no cenário negocial e jurídico, diante das diversas implicações que a legislação trará, sobretudo no ambiente de licitações, uma vez que a Administração Pública definitivamente não está habituada aos conceitos, dinamismo e risco do setor, o que demandará um grande período de maturação e curva de aprendizagem.

*Pablo Prado, advogado especialista em Direito Administrativo do Dias, Lopes & Barreto Advogados.
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