Deputados distritais criticam falta de medicamentos e fim da coleta seletiva de lixo
A falta de medicamentos na rede pública de saúde foi um dos temas tratados pelos deputados distritais na sessão ordinária da Câmara Legislativa do Distrito Federal desta terça-feira (31). O líder do PT, deputado Chico Vigilante, chegou a sugerir a demissão do atual titular da Secretaria de Saúde pelo que chamou de “caos na saúde”.
De acordo com o distrital, no final do governo Agnelo Queiroz faltavam 40 itens nos hospitais públicos, e agora o número saltou para 500 itens, incluindo kits para exames simples. Vigilante afirmou que o problema é ainda mais grave porque os recursos estão disponíveis, e o governo não consegue comprar os medicamentos.
O deputado Wasny de Roure (PT) disse que o GDF deixou de gastar R$ 71 milhões no primeiro trimestre na área de saúde. Segundo ele, o governo teria que gastar, no mínimo, R$ 277,5 milhões nos três primeiros meses do ano, mas só liquidou R$ 206 milhões, conforme relatório do próprio Executivo.
Coleta
A suspensão da coleta seletiva de lixo em cinco cidades do DF também foi abordada pelos parlamentares. O deputado Rodrigo Delmasso (PTN) lamentou a decisão do governo e defendeu a retomada do programa e sua extensão para todas as regiões administrativas. Na opinião do distrital, o GDF também precisa investir num projeto de educação ambiental, para ensinar os moradores a acondicionar corretamente os resíduos.
Além disso, Delmasso cobrou do governo o fechamento do Lixão da Estrutural e a qualificação dos catadores para atuarem na coleta seletiva.
Já o deputado Rafael Prudente (PMDB) defendeu a criação de polos de recebimento de resíduos da construção civil – o que, na opinião do distrital, ainda pode gerar recursos para o governo.
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