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Sistema da Fórmula 1

Volvo XC90 ganha sistema Kers que reduz consumo em até 15%

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Foto/Imagem: Divulgação/Volvo


A Volvo promoveu atualizações no XC90, maior SUV de sua gama. O modelo está em sua segunda geração, lançada em 2014, e não havia tido nenhuma novidade até agora. No visual, a marca mexeu muito pouco: apenas um retoque leve na grade frontal e para-choques, rodas redesenhadas e novas opções de pintura.

Na cabine, que ainda é bastante atual, a principal novidade é que os bancos da segunda e terceira filas agora permitem novas configurações. Com isso, a capacidade do XC90 passa a ser de cinco, seis ou sete lugares.

Além disso, os sistemas de assistência à condução agora também incluem alerta de trânsito cruzado. E a central multimídia ganhou integração com celulares com sistema Android Auto e streaming de áudio do Spotify.

Sistema da Fórmula 1

Mas a maior novidade é a adoção do sistema Kers (Kinetic Energy Recovery System) de regeneração de energia, comum em carros de Fórmula 1. Acoplado aos freios e ao motor, ele reaproveita a energia produzida nas frenagens e a repassa ao motor, em uma espécie de boost de aceleração. Isso permite obter uma redução no consumo de combustível de até 15%, em condições reais de uso, de acordo com a Volvo.

Haverá ainda uma mudança de nomenclatura. As novas versões híbridas leves usarão o prefixo B (B5 e B6). Aos poucos, elas irão substituir as atuais T5 e T6, que usam apenas um motor a gasolina. No topo da gama, permanece a T8, que é híbrida do tipo plug in.

Na Europa, o XC90 renovado começa a ser produzido em maio. No Brasil, ele só deve chegar na segunda metade do ano.

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On Demand

Renault lança o aluguel de carros mais barato entre as concorrentes

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Redação
Foto/Imagem: Divulgação/Renault

Mais uma montadora acaba de entrar no mercado de carros por assinatura no Brasil. A Renault lançou o Renault On Demand, programa que servirá como alternativa à compra convencional e permitirá aos interessados alugarem veículos por preços a partir de R$ 869 ao mês. Com a novidade, a fabricante se une à Toyota, Audi, Volkswagen, Fiat e Jeep, que já oferecem o serviço no Brasil.

Ao contrário das concorrentes, no entanto, o Renault On Demand promete estar disponível em todo o território nacional – as outras montadoras oferecem o serviço apenas em algumas cidades. Além disso, as assinaturas da empresa francesa são as mais baratas do país atualmente.

Com planos de 12, 18, 20 e 24 meses, os clientes poderão alugar os seguintes carros: Kwid Zen 1.0, Kwid Outsider 1.0, Stepway Iconic 1.6 CVT e Duster Iconic 1.6 CVT. Além da quantidade de meses, também é possível escolher os planos de quilometragem, com opções de 500, 1.000, 1.500 e 2.000 quilômetros mensais.

Um Kwid Zen 1.0, por exemplo, é alugado por R$ 869 ao mês no Plano Smart, com contratação de 20 meses e franquia de 500 quilômetros mensais. Nessas mesmas condições, o aluguel do Duster Iconic 1.6 sai por R$ 1.699.

Se o consumidor ultrapassar a quantidade de quilômetros contratada, será cobrado um adicional de R$ 0,50 por quilômetro rodado. O processo de aluguel é feito de forma 100% digital pelo site do programa ou pela rede de concessionárias credenciada.

De acordo com a Renault, todos os planos incluem manutenção, revisões preventivas, gestão de documentos e taxas e seguro e assistência 24 horas. O cliente tem a opção de personalizar a assinatura, solicitar a entrega do veículo em casa e incluir itens como película solar e ou película de proteção. Todos esses adicionais são cobrados na mensalidade.

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Campeã de vendas nos EUA

Picape mais vendida do mundo, F-150 é esperada no Brasil em 2021

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Redação
Foto/Imagem: Divulgação/Ford

A F-150, da Ford, é a picape mais vendida do mundo e também o veículo mais emplacado dos Estados Unidos nos últimos 40 anos. Reconhecimento não falta, mas ainda assim o modelo não é vendido no mercado brasileiro. No entanto, isso pode mudar a partir do ano que vem: espera-se que a categoria de picapes grandes ganhe mais competidores no Brasil, incluindo a campeã de vendas da marca americana.

Embora a Ford não comente sobre novos lançamentos, cresce a expectativa acerca do desembarque da F-150 no Brasil, que poderia vir até na versão híbrida.

Em conversa com jornalistas no início do mês, executivos da montadora na região garantiram que 2021 será um ano de grandes lançamentos para a marca, o que deixou o mercado ainda mais esperançoso sobre a possível chegada do modelo ao país.

Em fevereiro deste ano, a chegada de uma nova versão da F-150 na Argentina deu uma pista de que o mercado brasileiro também poderia receber o mesmo modelo.

Outra expectativa está relacionada ao possível retorno da Silverado, da Chevrolet, que registrou bons níveis de vendas até o início dos anos 2000. Em entrevista a um canal de YouTube argentino, um executivo da General Motors disse que o modelo virá ao Brasil. A GM não comenta.

A categoria pode crescer após a chegada ao Brasil da RAM 1500, um dos veículos mais vendidos do mundo. O modelo teve pré-venda esgotada em apenas 18 horas.

O que essas picapes têm em comum, além do fato de compartilharem a mesma categoria? O altíssimo preço. A RAM 1500 chegou ao Brasil com versões a partir de R$ 399.990,00. Se a F-150 e a Silverado vierem de fato, também custarão (muito) caro.

Cassio Pagliarini, da consultoria especializada Bright e ex-executivo da indústria automotiva, afirma que esses modelos acabam sendo de nicho no Brasil, diferentemente de outros países.

“O preço muito alto é uma barreira, mas sempre há clientes que desejam um veículo absolutamente diferenciado.”

Ele acrescenta que as picapes vêm ganhando cada vez mais destaque no país e mesmo uma versão totalmente atípica como é a RAM 1500 que veio ao Brasil — com motor somente a gasolina — tem espaço.

Murilo Briganti, diretor da Bright, observa ainda que o tíquete médio dos automóveis no Brasil continua subindo. Na categoria de picapes médias, a mais rentável do segmento, modelos como a Ford Ranger, Volkswagen Amarok, Toyota Hilux e Chevrolet S10 podem custar acima de R$ 250.000,00 dependendo da versão e da configuração.

Ele pontua ainda que o agronegócio tem impulsionado as vendas de picapes e faz todo sentido ampliar a oferta de modelos maiores no país.

“Não é uma diferença tão grande para quem está disposto a investir esses valores em um veículo”, explica.

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