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Primeira etapa

Vacinação antirrábica na zona urbana começa neste sábado

Redação

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Foto/Imagem: Andre Borges/Agência Brasília


A primeira etapa urbana da campanha antirrábica de 2019 será aberta, neste sábado (14), para imunizar cães e gatos de 17 regiões administrativas do Distrito Federal. Haverá 219 unidades de vacinação funcionando das 9h às 17h.

Os locais onde haverá aplicação da vacina antirrábica são Asa Norte, Cruzeiro, Fercal, Guará, Jardim Botânico, Itapoã, Lago Norte, Lago Sul, Núcleo Bandeirante, Paranoá, Park Way, Planaltina, São Sebastião, Sobradinho, Sudoeste/Octogonal, Varjão e Vicente Pires.

“A meta, nesta primeira etapa urbana, é vacinar 135.338 animais”, informa o gerente da Vigilância Ambiental de Zoonoses, Jadir Costa Filho. “É importante a população levar cães e gatos a partir dos três meses de vida. Cadelas e gatas gestantes ou que estejam amamentando também devem ser vacinadas.”

A segunda etapa urbana da campanha antirrábica ocorrerá no dia 21. Os locais atendidos serão Brazlândia, Ceilândia, Gama, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Samambaia, Santa Maria, Taguatinga, Estrutural e Águas Claras.

Área rural

 A primeira fase da campanha antirrábica, em 31 de agosto, contemplou a área rural do DF, onde 24.130 cães e gatos receberam a vacina. Naquele dia foram abertos 194 postos de vacinação nas zonas rurais de Águas Claras, Estrutural, Recanto das Emas, Gama, São Sebastião, Fercal, Sobradinho I e II, Paranoá, Ceilândia, Planaltina, Samambaia, Taguatinga, Riacho Fundo I e II, Núcleo Bandeirante, Park Way, Santa Maria e Brazlândia.

Meta de vacinação

 A expectativa da Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses da Secretaria de Saúde (SES) é vacinar, nos três dias de campanha, mais de 80% da população estimada de cães e gatos, ou seja, 246.735 cães e 24.673 gatos, totalizando 271.408 animais.  Estão disponíveis 270 mil doses de vacina para os três dias de campanha, num trabalho que envolve 2,5 mil pessoas, entre funcionários da SES, da Emater e estudantes de veterinária.

A doença

A raiva é uma doença infecciosa viral que acomete mamíferos, inclusive o homem, e se caracteriza por uma encefalite progressiva e aguda, com letalidade em aproximadamente 100% dos casos.  O vírus é transmitido do animal para o homem principalmente através da mordida. Cães e gatos são os principais veículos de transmissão da doença.

No Distrito Federal, o último caso de raiva em humanos foi registrado em 1978. O último episódio de cães diagnosticados com a doença foi em 2000 e, de gatos, em 2001. A vacina antirrábica deve ser aplicada uma vez por ano; e, para os que nunca foram vacinados, é preciso repetir a dose em 30 dias.

Confira os pontos de vacinação que estarão abertos neste sábado (14).

50 foram descartados

Brasil monitora apenas um caso suspeito do novo coronavírus

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Foto/Imagem: Getty Images

Caiu para um o número de casos suspeitos de infecção pelo novo coronavírus monitorado pelo Ministério da Saúde no Brasil. O caso, que era considerado suspeito no Rio Grande do Sul, foi descartado e apenas o de São Paulo continua em investigação. Ao todo, até o momento, 50 casos suspeitos foram descartados após exames laboratoriais apresentarem resultados negativos para o novo coronavírus. O Brasil permanece sem registro da circulação do novo coronavírus.

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, destacou o perfil da mortalidade causada pelo novo coronavírus China. “Os casos graves e mortes na China estão concentrados em pessoas acima de 60 anos de idade. A mortalidade em crianças é muito baixa, diferente até do comportamento que normalmente a gente tem com o vírus Influenza aqui no Brasil, em que existe dois extremos de maior letalidade: as crianças e os idosos e, entre eles, as pessoas que têm alguma comorbidade, como doenças respiratórias. No caso do novo coronavírus, a mortalidade está concentrada nas pessoas que estão acima dos 60 anos. Este controle é importante para nós nos prepararmos para caso haja a circulação do vírus no Brasil”, informou o secretário, concluindo que as ações do Brasil devem ser primeiramente focadas nos idosos.

Os dados são do último balanço divulgado pela pasta nesta quinta-feira (20), com base nas informações repassadas pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde. Todas as notificações de casos suspeitos no país foram recebidas, avaliadas e discutidas com especialistas do Ministério da Saúde, caso a caso, junto com as autoridades de saúde dos estados e municípios. Esses descartes aconteceram principalmente por causa do resultado positivo para outros vírus respiratórios.

Questionado sobre a queda no número de casos suspeitos sendo monitorados pelo Ministério da Saúde, o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, explicou que ainda não estamos no período de sazonalidade da doença, o que indica que esse número ainda pode aumentar. Mas destacou que o diagnóstico dos casos tem sido feito de forma mais rápida, o que acelera a saída dos casos como suspeitos para descartados. “Nós estamos preparados para identificar um caso do novo coronavírus, aumentamos a nossa capacidade laboratorial para descartar os casos suspeitos e os profissionais estão cada vez mais atentos para o quadro clínico da doença. Então não é que não estão entrando novos casos, nós que estamos sendo mais rápidos na solução, por isso eles são descartados de uma forma mais rápida”, concluiu o secretário.

O Ministério da Saúde ressalta que, mesmo com a diminuição dos casos suspeitos para o novo coronavírus, a vigilância continua ativa em todos os estados, que notificam o Ministério da Saúde havendo qualquer alteração no panorama local.

Para manter a população informada a respeito do novo coronavírus, o Ministério da Saúde atualiza diariamente, os dados na Plataforma IVIS, com números de casos descartados e suspeitos, além das definições desses casos e eventuais mudanças que ocorrerem em relação a situação epidemiológica.

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Cardiologista alerta

Mistura de bebida destilada com energético oferece risco à saúde

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Foto/Imagem: Pixabay

Carnaval é uma época em que a possibilidade de consumo abusivo de bebidas alcoólicas fica mais evidente. Embora o consumo racional de álcool possa não aumentar a chance de doenças cardiovasculares, o excesso tem consequências graves. O risco é ainda maior em comemorações como o Carnaval, quando há combinação de bebidas destiladas e energéticas.

Ingerir quantidades aumentadas de álcool pode elevar o risco de estreitamento das artérias que irrigam o coração e, assim, oferecer mais chances de um ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral, além de piorar quadros como hipertensão, diabetes e insuficiência cardíaca.

Em um ambiente de carnaval pode ser difícil para o folião perceber que exagerou no consumo de bebida alcoólica. “Tem que tomar cuidado também com o que você bebe. Com destilados a chance de você ficar intoxicado é muito maior do que se você tomar bebida com menor concentração de álcool”, explica Dra. Edna Oliveira, cardiologista eletrofisiologista do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor).

Querendo manter a disposição e aproveitar mais, é comum que as pessoas não se atentem aos riscos que o consumo excessivo de energético traz à saúde. A cardiologista ressalta ainda que o consumo desse tipo de bebida deve ser monitorado, já que se tratam de desreguladores endócrinos, que afetam as batidas do coração. “Isso provoca riscos e consequências graves, como o aumento dos níveis da pressão arterial e da frequência cardíaca, mesmo em pessoas saudáveis”, alerta Dra. Edna.

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DF contra o Aedes

Governo combate dengue mesmo em casas vazias ou abandonadas

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Foto/Imagem: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Mato alto, entulho, calha entupida, piscina descuidada. O cenário de casas vazias ou abandonadas é prato cheio para a proliferação do Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Para combater de forma eficiente, o Governo do Distrito Federal acessa esses terrenos, faz pesquisa de focos, verifica criadouros e aplica produtos para impedir o avanço. Desta vez, a ação foi no Lago Sul.

Segundo a Secretaria de Saúde (SES), dados apontam que 92% dos focos do mosquito estão nos quintais das casas. A situação é ainda mais crítica quando não há cuidados com os espaços que sofrem com abandono. Só no Lago Sul, a estimativa é de que mais de 200 endereços estejam nessa situação – e devem ser inspecionados um a um.

Na QI 7, um caseiro recém-diagnosticado com dengue acendeu alerta da vizinhança, que procurou o governo para atuar efetivamente no combate ao mosquito em endereços fechados há muito tempo. “Estamos sempre preocupados com casas vazias, que não têm manutenção, para evitar focos. A falta de cuidado é hospedeiro ideal para proliferação do mosquito”, afirma o empresário Pedro Araújo, 66 anos.

De acordo com o morador daquela quadra, três imóveis abandonados ou fechados entre os conjuntos 14 e 15 perturbam a vizinhança. Um deles foi visitado nesta quarta-feira (19). Um funcionário acionado pelos proprietários do imóvel após denúncias recebeu a equipe e permitiu o acesso. Ali, a inspeção foi realizada em busca de criadouros onde o vetor pode desovar, amostras foram colhidas e o tratamento com inseticida larvicida à base de Espinosade foi efetuado.

Diretor de Vigilância Ambiental (Dival), Edgar Rodrigues esclarece que a fêmea do Aedes aegypti deposita até 450 ovos por vez e tem capacidade de fazer cinco posturas durante a vida. Assim, são mais de 2,2 mil ovos ao todo. “Infectado, o mosquito fêmea poderia contaminar toda essa área. Tivemos 62 óbitos e não podemos mais deixar isso acontecer no DF”, ressalta.

Ação interdisciplinar

“Todos os órgãos do GDF, por orientação direta do governador Ibaneis Rocha e do vice-governador Paco Brito, realizam reuniões periódicas e permanentes ao longo desse período crítico para estabelecer providências a serem adotadas e estratégias para não permitir a proliferação do mosquito”, lembra o administrador do Lago Sul, Rubens Santoro Neto.

Ele explica que há uma determinação judicial que permite acessar imóveis abandonados. A entrada forçada, porém, é usada como último recurso. “A administração contata os proprietários para que eles limpem a área ou permitam o acesso das equipes para a limpeza do ambiente. Sem autorização direta, infelizmente temos que valer a intimação, porque a saúde e a vida humana estão acima dos interesses pessoais”, defende.

Desde 24 de janeiro o DF está em situação de emergência de saúde pública, por tempo indeterminado, em razão da ameaça de epidemia de dengue e outras doenças. De acordo com dados da Secretaria de Saúde, até a última semana de janeiro deste ano foram registrados 1.419 casos da doença no DF, com um óbito confirmado. As informações da pasta apontam ainda que 92% dos focos do mosquito Aedes aegypti estão em quintais de casas particulares.

Esforços

O GDF tem atuado ativamente no enfrentamento ao Aedes aegypti. A partir desta quarta-feira (19), sete hospitais da rede pública de saúde do DF irão receber as Salas de Acolhimento para Casos Suspeitos de Dengue: Planaltina, Região Leste, Asa Norte, Guará, Gama, Brazlândia e Taguatinga.

Todas as regiões administrativas do DF recebem, diariamente, ações de combate e prevenção à dengue. Aos finais de semana, a Secretaria de Saúde tem feito ações de massa em determinadas cidades. Os esforços do governo também envolvem a reabertura da sala de hidratação oral dos hospitais da Região Leste e de Ceilândia para reforçar o atendimento a casos suspeitos; vistorias de imóveis fechados com drones; e capacitação de servidores e contratação de pessoal.

O governador Ibaneis Rocha convocou a população a combater de forma ativa e responsável o mosquito transmissor da dengue. A Unidade de Assuntos Religiosos e a Secretaria de Saúde (SES) lançaram uma campanha em parceria com lideranças religiosas e entidades assistenciais. A ideia é fazer um “dia D” de combate à dengue nos templos religiosos.

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