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Veículos

Toyota quer Hilux mais potente para brigar com Amarok V6

Redação

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Divulgação/Toyota


A Toyota estrá pensando seriamente em cria um versão mais potente da Hilux para brigar com a Volkswagen Amarok V6. A informação vem do Argentina Autoblog.

Com 225 cv, a Amarok V6 tem se destacado no mercado pela potência e dirigibilidade. E é nesse novo nicho criado pela rival que a Hilux quer se infiltrar.

A Hilux mais forte hoje tem 177 cv, número bem abaixo que o da Amarok. Segundo Daniel Herrero, presidente da Toyota argentina, os clientes da picape estão satisfeitos com o desempenho dela, mas é uma obrigação da marca japonesa participar deste segmento.

Motor da Toyota Hilux mais potente deverá ser um V8 – O único motor que a Toyota teria para este feito é o V8 4.5 diesel twin-turbo usado no Lexus LX450d. Ele tem 272 cv e deixaria para trás até a nova picape da Mercedes que vem por aí, que terá cerca de 258 cv.

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Veículos

Venda de veículos cresce 17,7% em julho, aponta Anfavea

Redação

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Marcelo Camargo/Agência Brasil

As vendas de veículos novos no país cresceram 17,7% em julho, na comparação com o mesmo período do ano passado. Foram comercializadas, no mês passado, 217.509 unidades. É o melhor resultado para julho desde 2015, de acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (6) na capital paulista.

O presidente da Anfavea, Antônio Carlos Botelho Megale, considerou o aumento registrado no mês passado um bom resultado para o setor. “Gradualmente, o mercado vem se recuperando [da crise econômica]”, disse. Em relação a junho, houve alta de 7,7%. No acumulado de janeiro a julho, o crescimento foi de 14,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

Produção

A produção de veículos montados registrou alta de 9,3% no mês passado, na comparação com julho de 2017. Em relação a junho, foi constatada queda de 4,1%, em função do ajuste implementado pelo mercado para adequar a produção à queda de exportações. No acumulado de janeiro a julho, foi registrada alta de 13%. “O mês de julho foi o melhor desde 2014”, disse o presidente da entidade.

Exportações

A venda de veículos para o exterior teve resultados negativos, refletindo o cenário econômico desfavorável dos principais compradores: Argentina e México. Houve redução de 21,7% em unidades exportadas em julho, na comparação com igual período de 2017. Em relação a junho, foi constatada queda de 20,9%. No acumulado até julho, a redução foi de 2,8%.

A venda de máquinas agrícolas foi destaque, com alta de 27,7% em julho na comparação com o mesmo mês de 2017. Foi registrada queda de 3,5% em relação a junho e aumento de 2,4% no acumulado do ano. A entidade considera que o resultado tem relação com o aumento dos preços das commodities, especialmente algodão, soja e milho.

Tabelamento do frete

Megale ponderou que ainda é cedo para estimar se haverá crescimento na venda de caminhões por causa do aumento de custos provocados pelo tabelamento do frete. Alguns setores produtivos, especialmente do agronegócio, avaliam alternativas para transporte de suas cargas, como o aluguel e a aquisição de frota própria.

“Tem ainda uma decisão a ser tomada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), estamos aguardado. Mas esperamos que o aumento de vendas venha como decorrência do desenvolvimento econômico do Brasil. Se tiver mais atividade econômica, com certeza vai ter mais venda”, declarou.

Rota 2030

O presidente da entidade comentou também sobre o programa Rota 2030, de incentivo a montadoras, que vai conceder créditos tributários que podem chegar a R$ 1,5 bilhão ao ano. Para Megale, ainda é preciso fazer ajustes e detalhamentos ao texto, que recebeu 80 emendas a serem analisadas pela comissão mista de deputados e senadores.

“Vamos acompanhar para que o programa seja o mais claro possível, ele visa a trazer previsibilidade, que é tão importante para o nosso setor e o país como um todo”, disse Megale.

A expectativa da entidade é que o decreto com detalhamento do programa seja publicado na próxima semana. O prazo de aprovação da medida provisória, publicada há um mês no Diário Oficial da União, é 16 de novembro.

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Veículos

Volvo XC60 a diesel tem preços definidos no Brasil

Redação

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Divulgação/Volvo

A Volvo iniciou a pré-venda da versão a diesel do XC60 no Brasil. O carro, que começa a ser entregue em setembro, chega em duas opções de acabamento: D5 Momentum e D5 Inscription. Os preços são de R$ 275.950 e R$ 289.950, respectivamente.

O motor é o quatro-cilindros turbo de 2 litros, da família E-Drive. Ele rende 235 cv a 4.000 rpm e 48,9 mkgf entre 2.900 e 3.700 rpm. A transmissão é a automática de oito velocidades. A tração é sempre integral.

As listas de equipamentos ainda não foram divulgadas, mas devem ser as mesmas das versões Momentum e Inscription equipadas com o motor a gasolina 2.0 turbo de 254 cv.

Entre os itens de série que serão oficializados em breve, há ar-condicionado automático de duas zonas, câmera de ré com sensores de obstáculos na frente e atrás, teto solar, faróis de LEDs direcionais, bancos de couro e central multimídia com tela de 9”,

Há ainda o painel de instrumentos virtual e frenagem automática com detecção de pedestre que funciona a até 60 km/h. O XC60 a diesel deve trazer também auxílio de mudança de direção em caso iminente de colisão.

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Veículos

Dianteira nova: Toyota Hilux terá visual mais agressivo

Redação

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Divulgação/Toyota

A Toyota já está próximo de apresentar a primeira reestilização da Hilux. O modelo, que foi presentado no Brasil em 2015, vai ganhar pequenas modificações que vão dar sobrevida ao modelo por mais um ciclo.

No visual, a grande alteração é a adoção de uma nova dianteira, mais agressiva, e avançada. Isso é possível graças a nova grade, que agora é maior e hexagonal. Além disso, uma moldura ao redor da grade dianteira também dá um aspecto mais esportivo. A aparência lembra a irmã maior, a Tacoma com kit esportivo TRD.

O para-choque dianteiro da Hilux também vai mudar. O formato da entrada de ar foi invertido e os faróis de neblina terão novas formas. O peito de aço falso que não existia, passa a ser um item para oferecer mais requinte no visual.

Na traseira, o para-choque ganhou o mesmo aspecto mais requintado, com um detalhe cromado na seção central, abaixo da placa. O formato das lanternas foram mantidos. O painel de instrumentos terá o mesmo formato, mas novo grafismo no conta-giros e no velocímetro.

Para o Brasil, a parte de motores será mantida sem mudanças. Isso significa o 2.8 turbodiesel de 177 cv e 45,9 mkgf com câmbio automático ou manual de seis velocidades e o flexível 2.7 de até 163 cv e 25 mkgf. Aqui as transmissões são a automática de seis ou manual de cinco marchas.

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Brasília, 15 de agosto de 2018

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