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7.910 infectados

Sobe para 299 número de mortes pelo novo coronavírus no Brasil

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Foto/Imagem: Carl de Souza/AFP


O número de casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus no país subiu de 6.836 para 7.910 entre ontem (1º) e hoje (2), conforme última atualização do Ministério da Saúde. O número de mortes passou de 240 para 299. O índice de letalidade subiu de 3,5% para 3,8%.

Os estados de São Paulo (3.506) e Rio de Janeiro (992) seguem concentrando o maior número de casos no país. Na sequência, aparecem o Ceará (550), Distrito Federal e Minas Gerais (370) e o Rio Grande do Sul (334).

Novos casos

Os novos casos totalizaram 1.076. O resultado significou um aumento de 16% em relação ao total registrado antes. Mas se considerado apenas os novos casos, o desempenho foi menor do que nos dois dias anteriores, quando os números foram, respectivamente, de 1.119 (em 1º de abril) e 1.138 (em 31 de março).

Nas últimas 24 horas, foram 58 novas mortes. O resultado é o maior série histórica. Nos três dias desta semana, os números de novas mortes totalizaram 23, 42 e 40. No tocante ao perfil das vítimas, 58% eram homens e 42%, mulheres. No recorte por idade, 89% das vítimas tinham acima de 60 anos.

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Ceratocone

Junho Violeta: esfregar ou coçar os olhos em excesso pode prejudicar a visão

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Redação
Foto/Imagem: Divulgação/CBV

O simples hábito de coçar os olhos pode levar a problemas sérios de visão. Por isso, a campanha Junho Violeta reforça a prevenção do ceratocone, doença ocular genética que danifica a estrutura da córnea. De acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), uma a cada 2 mil pessoas no Brasil sofre com a doença. Além disso, por ano, cerca de 150 mil brasileiros são afetados pelo ceratocone. E a falta de acompanhamento de um especialista agrava ainda mais o problema.

Segundo Guilherme Rocha, médico oftalmologista do CBV – Hospital de Olhos e especialista em córnea e lentes de contato, o ceratocone é uma doença que pode iniciar no final da infância e início da adolescência. E, ainda, tem risco de piorar até os 30 anos. “É importante mencionar que quanto mais cedo o início dos sintomas, mais agressiva é a evolução. Por isso, o exame oftalmológico é importante para detecção em pacientes suspeitos, pois o acompanhamento é indispensável. Visto que se trata de uma doença com potencial de progressão, principalmente em pessoas mais jovens”, explica o médico.

O especialista ainda ressalta que a coceira ou a alergia nos olhos estão entre os principais fatores nos portadores do ceratocone. “Esse sintoma deve ser controlado por meio de medidas de controle ambiental, como a retirada de fatores que desencadeiam os sintomas, como poeira ou ácaros e o uso de medicações tópicas. Entre elas, uso de colírios ou medicações orais”, afirma o Dr. Guilherme.

Segundo o especialista, à medida que a doença evolui a visão pode piorar e o uso dos óculos não é mais efetivo. Assim, o paciente precisa usar lentes de contato ou realizar cirurgia dependendo da gravidade. “Uma doença avançada pode levar a uma limitação grande da visão com prejuízo em muitas atividades cotidianas. Por isso, é tão importante a prevenção e o acompanhamento com o oftalmologista”, ressalta.

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Erasmo Tokarski

Blefaroplastia não cirúrgica é tendência para melhorar aparência

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Redação
Foto/Imagem: Freepik

Com o passar dos anos é natural que a pele comece a perder elasticidade. Isso ocorre porque há redução na produção de colágeno, responsável pela sustentação e, também, porque as células não se regeneram com a mesma facilidade de quando eram mais jovens.

Entre as áreas mais afetadas pelo envelhecimento está a região dos olhos, principalmente onde ficam as pálpebras. Na parte de baixo se forma uma espécie de bolsa de gordura, o que dá uma aparência de cansaço ao rosto. Já na parte de cima, o excesso de pele pode fazer com que a pessoa tenha dificuldade para enxergar.

A blefaroplastia é um procedimento realizado para melhorar a aparência e evitar que o excedente de pele comprometa o campo da visão. Atualmente, o mercado oferece a possibilidade de fazer a correção sem ter que passar pela cirurgia: é a chamada tecnologia de plasma.

Especialista em pele há mais de 30 anos, o dermatologista Erasmo Tokarski explica como funciona o procedimento.

“Não é uma cirurgia mas sim um tratamento estético não invasivo. O plasma usado na blefaroplastia sem cortes é um gás ionizado formado pela ação de uma forte energia que promove a separação de íons e átomos. O aparelho utilizado no procedimento gera um plasma artificial que estimula a retração da pele das pálpebras sem cortes”, detalha.

De acordo com o profissional, o tratamento é feito com anestesia local e dura em média 30 minutos. Os resultados podem ser notados logo na primeira sessão.

“Por ser realizado de forma ambulatorial, o tempo de recuperação é de 8 a 10 dias, podendo ocorrer um pouco de inchaço, vermelhidão e algumas manchas, que desaparecerão com o tratamento . Os efeitos positivos do tratamento poderão ser evidentes logo após a primeira intervenção, porém, melhores resultados serão observados após três semanas. Para a aparência benéfica máxima, geralmente são necessárias 3 sessões com intervalos de 6 semanas. Mas não é regra. Os resultados variam de pessoa para pessoa”, ressalta Tokarski.

Benefícios da técnica

  • Correção de imperfeições da pele e lesões benignas, incluindo verrugas, fibromas, pigmentação e manchas solares;
  • Melhoria na aparência de cicatrizes, incluindo cicatrizes pós-cirúrgicas, cicatrizes de acne e estrias;
  • Melhora as linhas de expressão e rugas ao redor da boca.
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