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Gleison Barcelos

Sensibilidade até aos sons do dia a dia? Isso pode ser sinal de hiperacusia

Redação

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Foto/Imagem: Shutterstock


Você está muito incomodado com barulho? Cuidado, pois isso pode ser sinal de uma condição chamada hiperacusia. Pessoas com essa hipersensibilidade não conseguem tolerar nem os níveis normais de sons, independente da frequência. Segundo o fonoaudiólogo Gleison Barcelos, da clínica Microsom, barulhos do cotidiano, como de ventilador, podem causar irritação no paciente e agravar sintomas como zumbidos, dores de cabeça e até tontura.

Diferentemente da fonofobia, que é o desconforto apenas com determinados sons, Gleison afirma que pessoas com hiperacusia sentem desconforto ao escutar frequências baixas de 40 ou 50 decibéis, sendo que o normal é até 70 decibéis. “O paciente com essa condição não consegue tolerar sons ambientes, perfeitamente suportáveis, como latido de cachorro, barulhos de lava-louças, toque de telefone, campainha, portas fechando entre outros”, explica.

Essa intolerância também pode ser confundida com a superaudição. Ou seja, há uma amplificação do barulho no ouvido do paciente. “A doença pode afetar até mesmo a vida pessoal e profissional”, alerta o fonoaudiólogo. Nesses casos, o especialista ressalta que não são indicados os protetores auditivos nem o silêncio, pois a ausência de barulho amplia o ganho auditivo central. “Ao sentir os desconfortos excessivos a sons do dia a dia é preciso que a pessoa busque ajuda de um profissional especializado para o tratamento correto”, reforça Gleison.

Sobre a Microsom

O grupo Microsom é referência em saúde auditiva há 33 anos e faz parte da história de Brasília há mais de 20 anos. A clínica tem como objetivo trazer mais qualidade de vida aos seus pacientes com deficiência auditiva, oferecendo tecnologia de ponta. Na capital, a empresária Mariluce Cordeiro está à frente da direção geral, coordenando quatro unidades espalhadas pela cidade.

O grupo foi o primeiro a trazer para o DF, os produtos da linha VIA AI, que são aparelhos auditivos com inteligência artificial. Entre as funcionalidades destacamos o sensor de quedas, localizador, tradutor simultâneo e até monitoramento de atividade física e cognitiva. “Nós sempre visamos a satisfação total dos nossos pacientes”, afirma Mariluce.

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Nesta quinta, 1º

Anvisa fala, em live, sobre novos medicamentos para tratamento da Covid-19

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Foto/Imagem: Pixabay

Constantemente, a imprensa tem revelado detalhes sobre novos estudos envolvendo possíveis medicamentos contra o novo coronavírus (Covid-19). Inclusive, há poucos dias, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso do antiviral Remdesivir na terapia de pacientes com o vírus no Brasil. Em meio às expectativas e possibilidades, boa parte da população está com muitas dúvidas: afinal, o que se sabe até o momento? Quais são os potenciais fármacos em análise e como andam esses estudos? O que é fato e o que é fake?

Essas e muitas outras perguntas serão discutidas em uma live promovida pelo ICTQ – Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação para o Mercado Farmacêutico. A transmissão contará com a presença da coordenadora da Gerência Geral de Medicamentos e Produtos Biológicos (GGMED) da Anvisa, Isabella Gomes.

Além da coordenadora da Agência reguladora, o evento ainda terá a participação do pesquisador e pós-doutor em farmacologia, Thiago de Melo; do diretor acadêmico da Instituição, Ismael Rosa; e do especialista em farmácia clínica e oncológica, Leonardo Daniel Mendes, que tem atuado em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) na linha de frente de combate ao vírus. Todos eles são farmacêuticos.

Intitulada Novos Medicamentos para Tratamento de Covid-19, a live deve levar à audiência muitas informações importantes e inéditas sobre vários medicamentos que têm sido apontados como possíveis terapias para a Covid-19, como, por exemplo: Azitromicina, soro anti-covid (do Butantan), nitazoxanida, hidroxicloroquina e o Sulfato de Atazanavir, entre outros.

A transmissão acontece nesta quinta, 1º de abril, a partir das 20h30. O link para inscrição já está disponível no canal do YouTube da Instituição (veja aqui).

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Segundo a OMS

Câncer de mama supera o câncer de pulmão e já é o mais comum no mundo

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Foto/Imagem: Getty Images

O número de novos casos de câncer de mama em 2020 representou 11,7% do total de todos os diagnósticos da doença no ano e superou o câncer de pulmão, que até então afetava o maior número de pessoas em todo o mundo. No entanto, o câncer de pulmão continua a ser o que mais causa mortes.

De acordo com a Agência Internacional para a Investigação do Câncer, da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2020 foram diagnosticados mais de 2,2 milhões casos de câncer de mama.

A diferença para o câncer de pulmão – que era o mais diagnosticado – não é muita, segundo a agência.

Com 11,4% do total, o câncer de pulmão é o segundo mais encontrado em todo o mundo. Em 2020 foi responsável pela morte de quase 1,8 milhão de pessoas, 18% do total de mortes por câncer. E se o da mama foi o mais diagnosticado em 2020, é apenas o quinto na lista dos que mais matam, depois do pulmão, colorretal, fígado e estômago.

Uma das razões para que o câncer de mama tenha se tornado de maior incidência pode estar relacionado, dizem os especialistas, a fatores sociais como o envelhecimento da população, a maternidade cada vez mais tardia ou outras situações como a obesidade, o sedentarismo, consumo de álcool ou dietas inadequadas.

De acordo com os dados da OMS, é possível verificar que o câncer de próstata foi, no ano passado, o terceiro mais diagnosticado.

A doença é, no entanto, a oitava em relação ao número de mortes. No ano passado perderam a vida com câncer de próstata 370 mil pessoas.

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