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Alerta

Saúde do DF confirma primeiro caso de botulismo em 2018

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Foto/Imagem: Shutterstock
Paula Laboissière

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal confirmou o primeiro caso de botulismo neste ano. A pasta não revelou mais detalhes sobre o caso – apenas esclareceu que a família do paciente foi orientada pela Vigilância Epidemiológica e que a Vigilância Sanitária, por sua vez, realizou fiscalização adequada nos locais onde o paciente se alimentou.

Ainda de acordo com a secretaria, outros dois casos de botulismo no Distrito Federal foram investigados ao longo de 2018 e, posteriormente, descartados.

A doença

O botulismo é uma doença neuroparalítica grave, não contagiosa, causada pela ação de uma potente toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum.

O botulismo pode ser contraído por meio de alimentos mal conservados ou mal lavados ou por ferimentos abertos que entrem em contato com a bactéria ou a toxina. Todas as formas da doença se caracterizam por manifestações neurológicas e/ou gastrointestinais.

A melhor prevenção, de acordo com o Ministério da Saúde, está nos cuidados com o consumo, a distribuição e a comercialização de alimentos.

As orientações incluem:

– evitar a ingestão de alimentos em conserva que estiverem em latas estufadas, vidros embaçados, embalagens danificadas ou com alterações no cheiro e no aspecto;

– produtos industrializados e conservas caseiras que não ofereçam segurança devem ser fervidos ou cozidos por 15 minutos, antes de serem consumidos;

– não conservar alimentos a uma temperatura acima de 15ºC.

Ainda segundo a secretaria, o êxito do tratamento depende do diagnóstico precoce da doença e das condições do local onde será realizado. Quanto antes a pessoa contaminada for levada a uma unidade de terapia intensiva (UTI), maiores as chances de recuperação.

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Erasmo Tokarski

Blefaroplastia não cirúrgica é tendência para melhorar aparência

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Redação
Foto/Imagem: Freepik

Com o passar dos anos é natural que a pele comece a perder elasticidade. Isso ocorre porque há redução na produção de colágeno, responsável pela sustentação e, também, porque as células não se regeneram com a mesma facilidade de quando eram mais jovens.

Entre as áreas mais afetadas pelo envelhecimento está a região dos olhos, principalmente onde ficam as pálpebras. Na parte de baixo se forma uma espécie de bolsa de gordura, o que dá uma aparência de cansaço ao rosto. Já na parte de cima, o excesso de pele pode fazer com que a pessoa tenha dificuldade para enxergar.

A blefaroplastia é um procedimento realizado para melhorar a aparência e evitar que o excedente de pele comprometa o campo da visão. Atualmente, o mercado oferece a possibilidade de fazer a correção sem ter que passar pela cirurgia: é a chamada tecnologia de plasma.

Especialista em pele há mais de 30 anos, o dermatologista Erasmo Tokarski explica como funciona o procedimento.

“Não é uma cirurgia mas sim um tratamento estético não invasivo. O plasma usado na blefaroplastia sem cortes é um gás ionizado formado pela ação de uma forte energia que promove a separação de íons e átomos. O aparelho utilizado no procedimento gera um plasma artificial que estimula a retração da pele das pálpebras sem cortes”, detalha.

De acordo com o profissional, o tratamento é feito com anestesia local e dura em média 30 minutos. Os resultados podem ser notados logo na primeira sessão.

“Por ser realizado de forma ambulatorial, o tempo de recuperação é de 8 a 10 dias, podendo ocorrer um pouco de inchaço, vermelhidão e algumas manchas, que desaparecerão com o tratamento . Os efeitos positivos do tratamento poderão ser evidentes logo após a primeira intervenção, porém, melhores resultados serão observados após três semanas. Para a aparência benéfica máxima, geralmente são necessárias 3 sessões com intervalos de 6 semanas. Mas não é regra. Os resultados variam de pessoa para pessoa”, ressalta Tokarski.

Benefícios da técnica

  • Correção de imperfeições da pele e lesões benignas, incluindo verrugas, fibromas, pigmentação e manchas solares;
  • Melhoria na aparência de cicatrizes, incluindo cicatrizes pós-cirúrgicas, cicatrizes de acne e estrias;
  • Melhora as linhas de expressão e rugas ao redor da boca.
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Junho vermelho

Além de um ato de amor, doar sangue reduz riscos de problemas do coração

Publicado

Por

Redação
Foto/Imagem: Tony Winston/Agência Brasília

Como parte da campanha Junho Vermelho, o dia 14, em que é celebrado o Dia Mundial do Doador de Sangue, tem como objetivo incentivar o espírito de solidariedade, conscientizando a população de que doar sangue é um ato de amor ao próximo e uma atitude que salva vidas. Além disso, a ação promove uma série de benefícios à saúde do doador, como por exemplo, a redução de risco de doenças cardíacas e de alguns tipos de câncer.

O cardiologista hemodinamicista do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor), Ernesto Osterne, lembra que existem estudos que comprovam que a doação de sangue reduz a viscosidade do sangue, permitindo que os doadores sejam menos propensos a desenvolver doenças do coração.

Um estudo realizado por médicos da Clínica Universitária de Innsbruck, na Áustria, por exemplo, revelou que o metabolismo do elemento ferro no sangue explica a teoria de benefício cardiovascular. “O nosso sangue é produzido na medula e renovado a cada 120 dias, ou seja, quatro meses. Esse processo de composição das novas células faz uso do ferro. A doação de sangue faz com que o organismo produza mais células jovens para repor as células que foram doadas e com isso diminui as reservas de ferro e a oxidação dos lipídios, que consequentemente reduz o risco de entupimento das artérias do coração e do cérebro”, pontua o especialista.

Além disso, pesquisas também apontam que o ato de doar sangue colabora com a redução de certos tipos de câncer, devido à redução oxidativa.

“Quando a pessoa doa sangue ela passa automaticamente por um processo de renovação das células, com isso, as células velhas são renovadas, o que colabora para a redução de algumas doenças”, explica Osterne. O médico alerta, ainda, que o simples ato de doar sangue é uma forma de cuidar da saúde do coração, pois ao se submeter ao processo, o doador precisa realizar uma bateria de exames para identificação de possíveis doenças infectocontagiosas.

“Os exames são realizados para identificar doenças como por exemplo AIDS, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatite B e C, entre outras, e isso permite que a pessoa fique mais atenta à saúde.

Como doar

Segundo o Ministério da Saúde, 16 pessoas, a cada mil habitantes, são doadoras de sangue. O percentual corresponde a 1,6% da população brasileira e está dentro dos parâmetros preconizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

No Distrito Federal, as doações podem ser realizadas no Hemocentro de Brasília. O agendamento pode ser feito pelos números 160 ou (61) 3327-4413.

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