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Semana do Audiovisual

Projeto viabiliza produção audiovisual independente de forma gratuita e on-line

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Foto/Imagem: Divulgação


Com objetivo de oferecer um conteúdo introdutório e fundamental para viabilização da produção de filmes em formato digital, a Cinese Audiovisual em parceria com a Candiá Produções, por meio da Lei Aldir Blanc, promove a “Semana do Audiovisual”. Uma programação gratuita e on-line, que conta com dois encontros ao vivo e uma oficina técnica/teórica sobre “Produção Audiovisual Independente”. As inscrições já estão abertas e seguem até o dia 16 de junho, porém as vagas da oficina são limitadas e serão preenchidas de acordo com a ordem de inscrição.

O evento surge no contexto de pandemia, e amparado pela Lei Aldir Blanc, que é um auxílio emergencial para trabalhadoras do setor cultural no período de isolamento social ocasionado pela Covid-19, busca disseminar as técnicas e o uso da linguagem audiovisual para a comunicação e a educação na atualidade.

Considerando a origem do cinema no Brasil e os desdobramentos do audiovisual com as novas mídias digitais, principalmente nas periferias do Distrito Federal, a “Semana do Audiovisual” pretende apresentar métodos que podem ser aplicados em todas as fases de produção com equipamentos acessíveis, visando orientar quem participa para que consigam garantir uma boa captação e edição da imagem e som do vídeo, contando suas histórias.

“Mais uma vez, o nosso ponto de partida para a criação deste projeto foi a necessidade de oferecer ao público material didático a respeito da produção de um conteúdo audiovisual de qualidade mesmo com pouca grana e equipe reduzida. De forma estratégica e criativa, queremos promover um manual em vídeo para iniciantes, pensado por quem faz. Vamos falar sobre as técnicas e experiências profissionais, mas também sobre empoderamento e protagonismo de pessoas da periferia, como nós”, afirma Alice Lira, cofundadora da Cinese e idealizadora do projeto.

Quem tiver interesse em participar, basta acessar o site www.cineseaudiovisual.com.br e se inscrever. Ao todo serão 4 horas de conteúdo, com declaração. Não é obrigatório possuir equipamentos de filmagem para participar das palestras, porém é interessante que a pessoa participante tenha acesso a smartphone com filmadora, webcam ou câmera de filmagem para maior aproveitamento da oficina.

Cinese Audiovisual

A Cinese Audiovisual é uma produtora independente, fundada em Brasília pelos jovens cineastas Alice Lira e Leonardo Monteiro. Desde 2010, realiza serviços em todas as etapas de produção audiovisual, também facilita cursos e mentorias para diversos agentes culturais, empreendedores e produtores em todo Brasil, principalmente no Distrito Federal e nos estados de Goiás, Piauí, Bahia e Maranhão.

Programação

14/06 | às 20h
Encontro 01: Palestra – Introdução à origem do audiovisual

16/06 | às 20h
Encontro 02: Palestra – Audiovisual e novas mídias

18/06 | às 20h
Encontro 03: Oficina de Produção Audiovisual Independente

Conteúdo programático: Introdução ao Roteiro, Elementos da Linguagem Audiovisual, Equipamentos de Iluminação e Acessórios de filmagem, Organização e Criação Cênica, Captação de Som e Edição de Vídeo.

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#VacinaDF

GDF inclui vigilantes como prioridade na vacinação contra a Covid-19

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O Governo do Distrito Federal (GDF) incluiu a categoria de vigilantes como prioridade na vacinação contra a Covid-19. A decisão ocorreu após reunião do governador Ibaneis Rocha com o secretário de Saúde, Osnei Okumoto, e os deputados distritais Rafael Prudente e Robério Negreiros, nesta quarta-feira (16).

Na reunião, foi definido que a cada entrega semanal de vacinas, três mil doses serão destinadas a todos os vigilantes, independentemente de trabalharem em escolas e bancos. Vale lembrar que os vigilantes que atuam em estabelecimentos de saúde já foram vacinados.

Os profissionais que trabalham em bancos e escolas serão imunizados no mesmo calendário elaborado para professores e bancários. A vacinação também vai chegar para os terceirizados que atuam em escolas e bancos. “Decidimos incluir a categoria de vigilantes porque sabemos o quanto eles estão expostos e o quanto são importantes pelo serviço que prestam, seja em escolas, bancos e outros lugares. Boa parte será vacinada junto dos professores e bancários e assim vamos imunizando todos”, disse Ibaneis Rocha.

“Os vigilantes da Saúde foram vacinados, mas sensibilizamos o governador Ibaneis Rocha a incluir não só os vigilantes, mas também os terceirizados para que eles sejam imunizados junto dos professores e bancários. A partir da semana que vem, três mil vacinas de primeira dose serão destinadas exclusivamente à categoria dos vigilantes restantes”, destacou Robério Negreiros.

Para o deputado Rafael Prudente, a iniciativa traz o “reconhecimento justo a esses profissionais que desempenham importante função no atendimento à população”. “Eles precisam ser protegidos contra o coronavírus”, afirmou.

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Pablo Prado

Marco Legal das Startups facilita a criação de novos empreendimentos no Brasil

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Redação
Foto/Imagem: Divulgação

O Presidente Jair Bolsonaro sancionou, em 1º de junho de 2021, a Lei Complementar nº. 182/2021, o chamado Marco Legal das Startups e do Empreendedorismo Inovador, criando um regime próprio para as empresas que se destinam ao desenvolvimento de produtos e serviços inovadores e com apelo tecnológico.

A Lei define como startup as empresas nascentes ou em operação recente, cuja atuação caracteriza-se pela inovação aplicada a modelo de negócios ou a produtos ou serviços ofertados.

São exemplos de startups, no Brasil, já consolidadas, C6 Bank, Nubank, iFood, Quinto Andar e PagSeguro.

Estas empresas já alcançaram a condição de ‘unicórnio’, que é quando uma empresa possui valor de mercado de pelo menos US$ 1 bilhão, e por isso, não se valerão das regras do Marco Legal das Startups.

Isto porque a Lei estabeleceu que poderão ser consideradas startups as empresas com faturamento anual de até R$ 16 milhões e que possuam até 10 anos de existência.

Além disso, a lei exige que a empresa traga expresso em seus atos constitutivos que fazem uso do modelo de negócio inovador em sua atividade, podendo adotar qualquer forma empresarial.

Especialistas do mercado celebraram a edição do marco legal, dado o importante acréscimo de segurança jurídica trazida aos investidores, ao prever que estes não são responsáveis pelas dívidas da empresa.

Pela Lei, o investidor que realiza aportes de capital (venture capital) sem ingressar no capital social não poderá ser considerado sócio, e nem poderá exercer poder de voto ou ingerências na empresa investida.

Este aspecto é absolutamente importante, pois o modelo de negócio das startups conta em absoluto com capital de risco de investidores que não querem – e agora não podem – ser responsabilizados por eventuais fracassos e dívidas da empresa. Este ponto torna o ambiente negocial mais atrativo, dada a diminuição de riscos, trazendo melhores perspectivas de investimentos para o setor.

Outro ponto importante da lei está relacionado a criação de um regime especial de licitações, destinado à aquisição de soluções tecnológicas produzidas por este tipo de empresas.

A Lei cria a chamada “modalidade especial” e prevê que Administração Pública poderá abrir licitações voltadas para a aquisição de uma solução a uma demanda, que possa ser resolvida pelo emprego da tecnologia, deixando às empresas do setor a formatação da solução.

Trata-se de uma mudança importante no cenário negocial e jurídico, diante das diversas implicações que a legislação trará, sobretudo no ambiente de licitações, uma vez que a Administração Pública definitivamente não está habituada aos conceitos, dinamismo e risco do setor, o que demandará um grande período de maturação e curva de aprendizagem.

*Pablo Prado, advogado especialista em Direito Administrativo do Dias, Lopes & Barreto Advogados.
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