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Estrada Parque Taguatinga

População aprova primeiro dia de ônibus com portas dos dois lados

Redação

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Foto/Imagem: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília


O Governo do Distrito Federal inaugurou uma nova etapa do transporte público coletivo nesta segunda-feira (13), com a utilização de 160 ônibus com portas dos dois lados e o uso definitivo do corredor exclusivo da EPTG.

Construído há quase uma década com os pontos de ônibus nos canteiros centrais da via, o corredor não era utilizado por falta de veículos adequados. Em março de 2018, a Secretaria de Transporte e Mobilidade autorizou o uso provisório de uma faixa reversa em horários de pico e determinou a aquisição dos referidos ônibus no prazo de um ano.

“Eu acho que essa via tinha mesmo de ser utilizada, já que foi feita para isso”, comentou César Roberto, que trabalha com lavajato. “Eu vim de Ceilândia e achei a viagem bem mais rápida com a facilidade para as pessoas embarcarem do lado esquerdo”, acrescentou.

“Pelo menos agora estão utilizando essas paradas, que estão aqui há muito tempo e não eram úteis”, afirmou Maicon Douglas, que trabalha no Plano Piloto e mora próximo de Águas Claras. Para ele, que utiliza ônibus na EPTG todos os dias, “a viagem hoje foi bem mais rápida do que antes”.

Os novos ônibus atendem a 42 linhas que passam pela EPTG, sendo 21 com destino à Rodoviária do Plano Piloto, 15 para a W3 Sul e 6 até a W3 Norte. Com duas portas do lado esquerdo e três do lado direito, os veículos facilitam para o passageiro embarcar ou desembarcar em qualquer ponto do percurso.

“Foi a primeira vez que andei num ônibus com portas dos dois lados e deu para ver que agiliza a viagem, porque facilita para o passageiro”, observou Adriana Lúcia Rodrigues. Ela trabalha no Noroeste, mas hoje teve de ir até as proximidades da Unieuro, em Águas Claras. “Achei a viagem tranquila e rápida”, afirmou.

Vanessa Adriele Campos mora em Vicente Pires e trabalha no Sudoeste. Para ela, a mudança foi importante pois no corredor exclusivo os ônibus são mais rápidos. “Eu estava viajando e não sabia da mudança, mas sei que agora vou até chegar mais cedo no trabalho, porque na faixa exclusiva o ônibus não pega trânsito. A única coisa que senti falta foi de sinalização, pra gente ter certeza de que a linha vai passar por aqui”, acrescentou.

Veículos particulares

Com a nova operação na EPTG, os ônibus não utilizam mais a faixa reversa nos horários de pico. Assim, o trânsito de veículos particulares está proibido no corredor exclusivo, que é utilizado também por 11 linhas semiexpressas. Além disso, estão autorizados os veículos de emergência médica, emergência policial, táxi e transporte escolar.

Atualmente, cerca de 65 mil passageiros circulam pela EPTG em linhas com destino à Rodoviária do Plano Piloto e W3 Sul e Norte. Desse montante, aproximadamente 56 mil usuários, o equivalente a 86,4% da demanda, serão beneficiados com as linhas que vão operar com portas dos dois lados. Já as linhas semiexpressas transportam cerca de 9 mil passageiros, o equivalente a 13,6%.

Quadras 511 e 512

Órgãos do GDF finalizam obras de revitalização na avenida W3 Sul

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Foto/Imagem: Divulgação/Secretaria de Obras

Com a pintura das vagas de estacionamento nas quadras 511 e 512 Sul, o Governo do Distrito Federal cumpre integralmente um dos primeiros compromissos estabelecidos no início desta gestão: a revitalização de quadras na via W3 Sul. As intervenções são resultado de um trabalho conjunto de diversos órgãos, como Secretaria de Obras, Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh).

O projeto de melhoria, elaborado pela Coordenação de Projetos da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), levou em consideração a demanda de um perfil amplo de usuários da quadra, desde pedestres e condutores de veículos.

Em relação aos estacionamentos, o projeto previu a organização das vagas, por meio da colocação de piso intertravado, e a demarcação das vagas, inclusive para motos, idosos, pessoas com deficiência e áreas de carga e descarga.

Buscou-se, também, estimular o fluxo de pedestres pela quadra. Nesse sentido, a largura mínima estabelecida foi de 2 metros de largura para as calçadas voltadas à W3 Sul, e de 1,2 metro para as que dão acesso às vias laterais. A intenção é fortalecer a acessibilidade também na W2 Sul, segundo a responsável pela Coordenação de Projetos (Coproj), Anamaria Aragão. “[As intervenções] garantem a acessibilidade na W2, via que se tornou a fachada de muitas lojas, e retomam a W3 Sul como uma área comercial”, avalia.

Os passeios voltados à W3 Sul foram divididos em três faixas. A faixa de serviço, mais próxima da pista, foi destinada à instalação de postes de iluminação, paraciclos, lixeiras e vasos de plantas. Nessa área, foi mantido o piso em pedras portuguesas.

“A revitalização da W3 Sul é uma das prioridades desta gestão. Queremos retomar a via como importante centro comercial do DF. Ainda neste trimestre, vamos começar as obras nas quadras 509/510 e 513/514 sul. E até 2022 vamos concluir toda a via”, destaca o secretário de Obras, Luciano Carvalho.

Nas faixas livre e de acesso aos edifícios, por sua vez, o piso foi substituído por concreto. Essa medida garante mais resistência à ação do tempo. Um ponto importante foi a retirada de desníveis ao longo da calçada e a colocação de sinalização tátil para proporcionar uma circulação segura. As travessias (acesso às faixas de pedestres), por sua vez, seguiram as normas de acessibilidade universal, que estabelece inclinação máxima de 8,33% para as rampas.

Nas fachadas voltadas às entrequadras, as calçadas foram alargadas para permitir que os pedestres circulem sem precisar passar pelo meio da via. A medida elimina o espaço ocioso e, com isso, coíbe o estacionamento irregular de veículos.

O redesenho da área pública também foi fundamental para renovar o aspecto geral da quadra. A iluminação pública foi substituída por lâmpadas de LED. O paisagismo, por sua vez, adotou a  espécie Physocalymma scaberrimum, popularmente chamada de pau-de-rosas ou cega-machado.

O Governo do Distrito Federal trabalha agora na elaboração dos projetos de requalificação das demais quadras da W3 Sul.

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Planos de Demissão Voluntária

Governador do DF autoriza PDV para todas as empresas públicas

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Foto/Imagem: Pedro Ventura/Agência Brasília

Os empregados públicos do Governo do Distrito Federal interessados em se desligar com certo incentivo financeiro podem ficar atentos. Nesta terça-feira (28), o governador Ibaneis Rocha assinou decreto autorizando todas as estatais distritais a elaborarem Planos de Demissão Voluntária (PDV) para enxugar e renovar a folha de servidores.

“Vamos tratar com dignidade todos os servidores que deram seu sangue ao longo da vida por essa empresa”, afirmou o chefe do Executivo durante solenidade na Novacap. “É, na verdade, uma oportunidade para que muitos possam investir em num negócio e ajudar a cidade a gerar novos empregos e renda”, completou.

Para Ibaneis, o programa de demissão voluntária ajudará a desafogar a folha de pagamento das empresas. “Ao longo de dois anos, teríamos uma economia de R$ 200 milhões só na Novacap”, prevê.

Critérios

A primeira a lançar os critérios para adesão ao plano deverá ser a Companhia Urbanizadora de Brasília (Novacap), que segundo levantamentos do órgão, possui cerca de 650 trabalhadores elegíveis. “Queremos implantar o PDV tão logo seja publicado o decreto de autorização”, afirmou o presidente da empresa, Cândido Teles.

Entre os critérios para adesão, ele explica, estão a idade mínima de 58 anos. “Entre os elegíveis, há muitos que já estão com tempo para aposentar”, avaliou. Segundo ele, o normativo do PDV deverá sair nas primeiras semanas de fevereiro.

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Duas mortes em 2020

Motoristas de aplicativos sofrem com assaltos a cada 82 horas

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Foto/Imagem: Shutterstock

Na mira dos criminosos, os motoristas de aplicativos no Distrito Federal cobram mais segurança para continuar trabalhando. De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), em média, a cada 82 horas, um desses profissionais é vítima de assalto com restrição de liberdade.

Em comparação aos últimos dois anos, o crime aumentou 181%, passando de 38 casos para 107, entre 2018 e 2019. Somente no início de 2020, dois profissionais foram mortos na capital federal: Maurício Cuquejo Sodré e Aldenys da Silva. Os jovens de 29 anos foram encontrados mortos após aceitarem corridas em Brasília.

Leonardo Sant’Anna/Divulgação

Para Leonardo Sant’Anna, especialista em segurança pública, é necessário que as plataformas de corrida resguardem mais seus colaboradores. “Mesmo sendo autônomos, é preciso que as empresas filtrem melhor os clientes que fazem cadastro no aplicativo. Exigem do motorista uma série de documentos e verificações. Por que não fazem o mesmo procedimento com os passageiros também?”, diz Sant’Anna.

Além de latrocínios (roubo seguido de morte), a categoria está exposta a sequestros relâmpagos. Ao total, já foram registradas 145 ocorrências desse tipo. “Também é preciso que a polícia esteja atenta e fazendo uma segurança maior em áreas já relatadas pelos motoristas como de risco”, conclui Sant’Anna.

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