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Aniversário de Ceilândia

JK Shopping tem programação especial no mês de março

Redação

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Foto/Imagem: Telmo Ximenes


Com um DNA cultural, o JK Shopping abre espaço para artistas locais e apresenta, todos os meses, uma programação gratuita aberta à população. Os eventos vão desde teatro infantil, show de música, entre outros. E o mês do aniversário de Ceilândia, que comemora 48 anos no dia 27, está recheado de muita diversão. Confira a programação completa dos projetos queridinhos do público.

Happy Hour

Todas as terças e quartas a partir das 20h, o projeto Happy Hour leva gratuitamente entretenimento e diversão na praça de alimentação. A programação desse mês está recheada de atrações musicais que vão alegrar a noite de quem passar por lá. Com ritmos que vão agradar a todos os gostos, os shows se tornam uma oportunidade de diversão e descontração para começar bem a semana e para que os cantores e músicos da cidade, mostrem seu trabalho e cheguem mais perto do público.

19 de março – Léo Viana e Rafael
Com uma pegada bem eclética, a dupla apresenta um repertório sertanejo que vai dos mais antigos aos atuais sucessos, além de músicas autorais.

12 e 27 de março – Duoroots
A banda, que em 2018 foi uma das finalistas do concurso de música autoral Brasília Independente, traz um repertório cheio de influências mundiais com a proposta de trazer em suas letras o romance, a procura pela paz e, claro, boas vibrações para o público.

13 e 20 de março – Philip Sales
Phillip Sales vai tocar seu repertório repleto de sucessos internacionais dos anos 50 até os mais atuais. Com um equipamento eletrônico de última geração o cantor passa a ser um entretenimento sonoro e visual com sua performance de um “homem banda”.

26 de março – Duarte Ribeiro
O cantor sobe aos palcos para interpretar os melhores hits do sertanejo. Sua carreira, começou cedo, aos oito anos de idade já acompanhava alguns cantores sertanejos, fazendo pequenas participações.

Sesc Sinfonia

O JK Shopping, em parceria com o Sesc, trouxe pela primeira vez para a Ceilândia o projeto que traz apresentações de música clássica. Com um repertório diversificado, os músicos vão se apresentar a cada 15 dias, a partir das 20h, na praça de alimentação. Tudo gratuito, é só chegar e aproveitar.

14 e 28 de março – Orquestra de Metais e Percussão do Sesc
A orquestra apresentará um repertório variado, composto por música erudita, temas de filmes e joias da música brasileira.

Tardes Divertidas

Para a criançada que não dispensa uma boa diversão, acompanhada de muito aprendizado, as apresentações desse mês estão imperdíveis. Todos os domingos, a partir das 15h, na praça central, um espetáculo vai animar a tarde da meninada com lindas histórias e muitas brincadeiras.

17/03-  Espetáculo Circo da Ciência
O espetáculo une a alegria do circo, mágicas e muito aprendizado. A apresentação é interativa e planejada para entreter e ensinar todas as idades. A educadora e cientista mágica Adriana Bastos conduz a plateia de forma lúdica e divertida, em um show que também conta com a participação especial do Palhaço Pimentinha, poções borbulhantes, malabarismo e muita ciência.

24/03 – Show de Mágica do Tio André
Mágica com muita música, e aparição de bichinhos como coelhos, pombos e periquitos, todos de verdade. E o melhor, a criançada participa da maioria dos números que são bem divertidos e engraçados. E a turminha pode se preparar, porque no Grand Finale, tem uma surpresa.

31/03 –  Espetáculo Pinóquio com a Cia Néia e Nando
A Cia Néia e Nando vai contar a história que é considerada um clássico da literatura infantil. O espetáculo conta as aventuras de um boneco entalhado em madeira pelo Gepetto, um homem de idade avançada e de bom coração, que sonhava em ter um filho.  Em um belíssimo dia, a Fada Madrinha atende o pedido de Gepetto e dá vida a esse boneco. Juntos, eles irão passar por diversas aventuras, para aprenderem a distinguir o bem do mal e o certo do errado.

Dia 27 de julho

Fabiana Cozza faz tributo a Dona Ivone Lara no Clube do Choro

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Foto/Imagem: Marina Decourt

A cantora paulistana Fabiana Cozza – considerada pela crítica especializada uma das mais importantes intérpretes da música brasileira contemporânea – apresenta em Brasília o CD Canto da noite na boca do vento, com repertório todo dedicado à Dona Ivone Lara, no Clube do Choro, no dia 27 de julho (sábado), às 21h. No palco, Fabiana Cozza e o violonista Alessandro Penezzi estarão acompanhados por Douglas Alonso (percussionista) e Henrique Araújo (cavaquinhista e bandolinista).

No repertório do show, Cozza vai interpretar clássicos de Dona Ivone Lara como ‘Enredo do Meu Samba’ e ‘Alguém Me Avisou’. Ela vai cantar todo o CD Canto da noite na boca do vento, cujo nome faz referência a um verso do samba ‘Sonho Meu’. Fabiana conta que além dos sucessos também quis privilegiar um ‘lado B’ da compositora e algumas parcerias importantes da sambista carioca como Délcio Carvalho (seu principal parceiro), Silas de Oliveira, Jorge Aragão entre outros.

Fabiana Cozza lembra que a Grande Dama do Samba foi uma das suas principais influências, tendo a oportunidade de conviver e dividir o palco e estúdio com Dona Ivone. Por isso a opção de colocar uma lupa sobre as melodias dos sambas escolhidos. “Queria essa coisa acústica, quase ao pé do ouvido. É um trabalho para valorizar a voz, a melodia e a letra. Na roda de samba, tem tanta coisa acontecendo que muita coisa se perde. Neste momento social em que ninguém ouve ninguém, não só no sentido da audiologia, mas do ponto de vista metafísico e filosófico, eu propus escutar o outro. E a gente precisa de um ouvinte amoroso”, finaliza.

Fabiana Cozza é cantora e jornalista, sua caminhada passa pelo teatro, pela dança e pela música. Vencedora do Prêmio da Música Brasileira 2012 – Melhor Cantora de Samba, Cozza atuou em musicais com temática brasileira no início da vida artística, aprimorando sua expressão cênica e interpretação, qualidades que saltam aos olhos de qualquer expectador.

No currículo, a experiência de cantar ao lado de nomes respeitados como Elza Soares, Leny Andrade, João Bosco, Zimbo Trio, Banda Mantiqueira, Eduardo Gudin, Francis Hime, Ivan Lins, Leci Brandão, Dona Ivone Lara, Luiz Melodia e Orquestra Jazz Sinfônica.

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Entrada franca

Orquestra Sinfônica inicia programação do 2º semestre

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Foto/Imagem: Pedro Ventura/Agência Brasília

Depois de um breve recesso, a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro volta com peças do classicismo dos austríacos Joseph Haydn e Wolfgang Amadeus Mozart ao romantismo do checo Antonín Dvořák.

“Haydn é o grande mestre da sinfonia clássica, tendo composto 104 peças. A de número quatro, do início da carreira do autor, é muito leve, de instrumentação ligeira, e remete, como o título antecipa (A manhã), a uma abertura lenta, que se desenvolve num movimento rápido”, explica o maestro Cláudio Cohen, que conduzirá a orquestra.

Em seguida, a Sinfônica executará uma das obras mais populares de Mozart, Pequena Serenata Noturna. “Trata-se de uma obra da fase madura do autor, de desenvolvimento coeso no fraseado e na estrutura”, ensina o regente.

Finalmente, Dvořák introduz o romantismo, já no século XIX, com seu apelo às emoções, movido na peça pelo lirismo emprestado pelas cordas.

“Nas obras de Mozart e Dvořák, teremos somente cordas, e na Sinfonia de Haydn estaremos diante de uma orquestra clássica com cordas, madeira e metais, mas sem percussão”, sintetiza Cohen.

Concerto clássico-romântico

  • Dvorak – Noturno Op.40
  • Mozart – Eine Kleine Nachmusik
  • Haydn – Sinfonia 6 Le matin
  • Terça-feira, 16 de julho, no Cine Brasília, às 20h
  • Entrada franca, sujeita à lotação do espaço

 

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Dias 19 e 20 de Julho

Entrada gratuita: Divas do Samba homenageia Dona Ivone Lara

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Foto/Imagem: Dhi Ribeiro/Divulgação

O samba pede passagem na Capital Federal! A segunda edição do projeto Divas do Samba, um projeto da Beco da Coruja e Maria Maria Produções, chega rendendo tributo a uma de suas grandes damas. “Dona Ivone Lara, a Rainha do Samba” será interpretada por mulheres de diversas partes do país.

Na sexta (19), Anna Christina (DF), Juliana Ribeiro (BA) e Dhi Ribeiro (DF) revezam-se na área externa do Museu da República. No sábado (20), é a vez de Fabiana Cozza (SP), Karynna Spineli (PE) e Cris Pereira (DF). Em cada noite, as intérpretes serão acompanhadas por uma banda de Brasília.

Com músicas e histórias da vida de Dona Ivone, o projeto quer ressaltar a importância da sambista e compositora para a cultura brasileira. “Ela foi um ícone, numa época onde a mulher não tinha espaço e tão pouco ocupava as rodas de samba do país”, conta Ellen Oliveira, idealizadora do projeto. “Também cantar a força das mulheres, ocupar cada vez mais um espaço que é delas. Lugar de mulher é onde ela quiser, inclusive fazendo samba”, acrescenta.

Além dos shows, o festival investe em ações de acessibilidade. Para o público surdo, um palco com as caixas de sub-graves posicionadas na frente do palco para que possam sentir a vibração da música e uma área reservada com palco suspenso para as pessoas com deficiência visual, idosos e pessoas com mobilidade reduzida. Haverá ainda interpretação em libras e audiodescrição durante os shows.

Sexta-feira, 19 de julho

Anna Christina (DF)
Uma das maiores representantes do Samba brasiliense. A Anna tem uma versatilidade incrível, versa do axé ao pop rock, passa pela bossa-nova, mas tem um domínio incrível quando fala de samba. Com 26 de carreira, já rodou o Brasil e o mundo cantando samba. Em Salvador e no Rio de Janeiro, cantou nas principais casas de samba, sempre com casa cheia e aclamada pela crítica musical. Já dividiu o palco com grandes nomes como Jorge Aragão, Dona Ivone Lara, Monarco, Zé Luiz do Império, Toninho Geraes, Tia Surica e Zeca Pagodinho.

Juliana Ribeiro (BA)
Essa baiana arretada é um dos maiores nomes do samba em Salvador. Quem já ouviu a voz dessa mulher garante que ela é dona de uma dos timbres mais lindos que se tem notícia. Com forte influência dos ritmos africanos, o repertório da Juliana vem com muito Lundu, o Jongo, o Maxixe, os Sembas Angolanos, o Batuque e os Sambas-de-Roda. De quebra, ela ainda é historiadora e mestre em Cultura e Sociedade, com pesquisas que desnudam a história do samba. E claro, todo esse conhecimento ela traz para o palco, com um show que resgata as origens do samba!

Dhi Ribeiro (DF)
Quem já respirou em uma roda de samba em Brasília, conhece o trabalho dessa mulher! Uma das vozes mais marcantes do samba brasiliense não podia ficar de fora do Divas do Samba. Com 31 anos dedicados à música, Dhi Ribeiro é uma das maiores representantes do samba no DF. Com domínio de um repertório que passa por várias vertentes do samba, no seu último DVD focou no tema afro, com inspiração na diáspora negra. Dhi canta o sincretismo religioso, sambas de romance, sambas de roda, tudo tratado com as cores da mulher moderna e empoderada.

Sabádo, 20 de julho

Fabiana Cozza (SP)
Gente, vocês não tem noção do que é a VOZ dessa mulher. É de uma potência absurda. Não por acaso essa paulistana é apontada críticos e público como uma das importantes intérpretes da música brasileira contemporânea. Se você ainda não viu um show da Fabiana, eu garanto que está perdendo uma oportunidade única. Ela é MUITO incrível, só vendo pra crer. A Fabiana já venceu DUAS vezes o Prêmio da Música Brasileira, em 2012 e 2018, respectivamente “Melhor cantora de samba” e “Melhor CD de língua estrangeira”. Além do samba, manda super bem no jazz, e já foi convidada pelas maiores Big Bands europeiras para se apresentar em festivais do gênero na Europa e Ásia.

Karynna Spinelli (PE)
Uma das maiores vozes do samba pernambucano, Karina interpreta grandes mulheres negras do Samba e da Cultura Popular Brasileira. Ela canta a resistência da mulher na história do Samba relembrando as canções de Ivone Lara, Leci Brandão, Alcione, Lia de Itamaracá, Jovelina Pérola Negra, Clementina de Jesus e Tia Ciata. Além da forte percussão que marca o seu trabalho, Karynna traz nas canções a louvação a divindades femininas do candomblé. No repertório ela vai misturar samba, ciranda, batuque e macumba, para celebrar o empoderamento da mulher!

Cris Pereira (DF)
Mais uma das maiores representantes do samba brasiliense! Dona de uma voz suave, Cris Pereira está com as raízes fincadas no samba, mas passeia por outros estilos da Música Popular Brasileira. No repertório, não faltam canções que abordam a questão racial, tema que sempre chamou a atenção da artista. Finalista do Prêmio Sesc de Música Tom Jobim (2009) e do Prêmio da Música Popular Brasileira (2010) na categoria Ivone Lara, Cris também é idealizadora e integrante dos projetos “Nós Negras”.

Divas do Samba

  • Dias: 19 e 20 de Julho
  • Horário: a partir de 20h
  • Local: Museu Nacional da República
  • Livre para todas as idades
  • Entrada Gratuita
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