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Vacina anti-Covid

Instituto Butantan inicia produção de 1 milhão de doses/dia da CoronaVac

Redação

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Foto/Imagem: Andre Borges/EFE


O governo de São Paulo informou nesta quinta-feira (10) que o Instituto Butantan começou a produção da vacina CoronaVac.

Em entrevista coletiva na sede do Butantan, o governador João Doria afirmou que a produção do imunizante em território brasileiro foi iniciada na quarta-feira (9).

“O Instituto Butantan iniciou ontem [quarta-feira], aqui na sua sede, a produção da vacina CoronaVac em São Paulo. Esta é a produção brasileira, do Butantan, com insumos que vieram da Sinovac”, disse o governador.

“Um momento histórico, que orgulha todos nós, brasileiros. O Butantan, mais uma vez, sai à frente começa a produzir no Brasil uma vacina que vai salvar milhões de brasileiros.”

Doria disse, ainda, que o Butantan passará a funcionar 24 horas por dia, 7 dias por semana, para conseguir atender a demanda de produção da vacina, com 1 milhão de doses diárias. Para isso, serão contratados mais 120 técnicos que se juntarão aos 245 já envolvidos na fabricação do imunizante.

O governador de São Paulo, que nesta semana disse que a vacinação começará no Estado em 25 de janeiro, embora a candidata da vacina ainda não tenha sequer pedido de uso emergencial apresentado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), afirmou que, além de São Paulo, outros 11 Estados e mais 912 municípios entraram em contato com o Butantan com a intenção de adquirir a CoronaVac.

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Até quando?

Petrobras anuncia alta de 8,8% no valor da gasolina e 5,5% no valor do diesel

Redação

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Foto/Imagem: Tony Winston/Agência Brasília

A Petrobras anunciou, nesta segunda-feira (8), mais um aumento de combustíveis. Trata-se do sexto reajuste em 2021. A partir desta terça-feira (9), a gasolina será reajustada em 8,8% nas refinarias e o diesel em 5,5%.

Com isso, os preços médios nas refinarias serão de R$ 2,84 por litro para a gasolina e de R$ 2,86 por litro para o diesel — o que representa uma alta no ano de 54% no preço da gasolina e de 41,6% no diesel.

Segundo a Petrobras, o aumento se dá por “alinhamento dos preços ao mercado internacional [que] é fundamental para garantir que o mercado brasileiro siga sendo suprido, sem riscos de desabastecimento, pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às regiões brasileiras: distribuidores, importadores e outros refinadores, além da Petrobras”. A empresa lembra que esse mesmo equilíbrio competitivo foi responsável pelas reduções de preços quando a oferta cresce no mercado internacional, como ocorrido ao longo de 2020.

Os preços praticados pela Petrobras, e suas variações para mais ou para menos, associadas ao mercado internacional e à taxa de câmbio, têm influência limitada sobre os preços percebidos pelos consumidores finais. O preço da gasolina e do diesel vendidos na bomba do posto revendedor é diferente do valor cobrado nas refinarias da Petrobras. Até chegar ao consumidor são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biocombustíveis, além das margens brutas das companhias distribuidoras e dos postos revendedores de combustíveis.

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Vírus não dá trégua

Brasil passa de 11 milhões de casos de Covid-19 e soma mais de 265 mil mortos

Redação

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Redação
Foto/Imagem: Alexandre Schneider/Getty Images

O número de mortes pela Covid-19 no Brasil subiu para 265.411. Nas últimas 24 horas, foram registrados 1.086 novos óbitos. Há ainda 2.875 óbitos em investigação no país.

O total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 11.019.344. De ontem para hoje, foram confirmados pelas autoridades sanitárias 80.508 novos casos.

Há, ao todo, 996.755 pessoas com casos ativos da doença em acompanhamento por profissionais de saúde e 9.757.178 pacientes já se recuperaram da Covid-19 em todo o Brasil.

Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite deste domingo (7). O balanço é produzido a partir de informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde.

Estados

Na lista de estados com mais mortes estão São Paulo (61.463), Rio de Janeiro (33.717), Minas Gerais (19.523) e Rio Grande do Sul (13.449). As unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.063), Amapá (1.156), Roraima (1.167), Tocantins (1.584) e Sergipe (3.023).

Em número de casos, São Paulo também lidera (2.113.738), seguido por Minas Gerais (922.573), Paraná (725.797), Bahia (714.005), Santa Catarina (707.501) e Rio Grande do Sul (688.846).

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