Combate ao Aedes
GDF: Sanear Dengue vistoriou mais de 3 mil imóveis na última semana
Em meio à pandemia de Covid-19, as equipes da Vigilância Ambiental também tiveram que se reinventar no trabalho de campo. Junto ao colete de cor caqui e as mochilas amarelas, foi necessário incluir máscaras e luvas às vestimentas para que os profissionais se protegessem do novo coronavírus e passassem segurança à população, no momento das inspeções nos imóveis, em busca de focos do mosquito Aedes aegypti.
Inspeções em imóveis abandonados, vistorias em quintais e prédios públicos e particulares, tudo isso faz parte das ações desenvolvidas na busca e na eliminação de possíveis focos do Aedes aegypti. Paralelamente ao trabalho de rotina, que ocorre em todas as 33 regiões administrativas, o DF ganhou neste ano a força do projeto Sanear Dengue, que conta com diversos órgãos do GDF na intensificação dessas ações de combate ao mosquito. A cada dia da semana as equipes atuam em uma cidade diferente.
Entre os dias 24 a 28 de agosto as equipes do Sanear vistoriaram 3.058 imóveis nas cidades de Planaltina, Recanto das Emas, Asa Sul, Paranoá e Gama. Em alguns locais foi necessário fazer uso de larvicida, mesmo em pleno período de seca no DF. Asa Sul foi a cidade com o maior número de depósitos que precisaram do tratamento: dos 4.050 depósitos vistoriados nas quadras da cidade, 149 foram tratados, principalmente em lixo mal acondicionado e entulho.
“O cronograma dessas atividades leva em consideração a situação epidemiológica de cada cidade. O trabalho em conjunto com outros órgãos é de suma importância para que seja possível eliminar o maior número possível de criadouros do mosquito e também dar a destinação correta aos materiais inservíveis que são retirados de imóveis e terrenos abandonados”, ressalta a diretora de Vigilância Ambiental, Jahila de Sousa Anselmo.
Dengue no DF
O Boletim Epidemiológico mais recente aponta que o DF contabilizou até o último dia 15 de agosto, 44.277 casos prováveis de dengue. Esse boletim traz também os dados das outras doenças provocadas pelo Aedes aegypti, chikungunya, zika e febre amarela, que continuam em queda no DF.
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