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Linha de frente

GDF reforça equipes de combate ao novo coronavírus (Covid-19)

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GDF reforça equipes de combate ao novo coronavírus
Foto/Imagem: Davidyson Damasceno/IGESDF


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As ações de combate do GDF à Covid-19 ganharam reforços importantes na linha de frente. A Secretaria de Saúde (SES) tem remanejado profissionais de ambulatórios e policlínicas para as equipes nos prontos-socorros, enfermarias e outras áreas de grande demanda nos hospitais e Unidades Básicas de Saúde (UBSs), conforme a necessidade de cada região.

A medida ocorre de forma excepcional e temporária, no âmbito de toda a Secretaria de Saúde, com o objetivo primordial de salvar vidas. Os gestores da Saúde do GDF asseguram: nenhuma das unidades que remanejaram profissionais precisou ou precisará ser fechada. “O que estamos fazendo é para preservar vidas de quem está em situação aguda e urgente”, explica o Subsecretário de Atenção Integral à Saúde, Gustavo Bernardes.

A redução na procura por ambulatórios e policlínicas por parte da população foi de 47% durante a pandemia. Conforme a necessidade, os profissionais estão sendo realocados.

Os atendimentos oncológicos e cardiovasculares seguem normalmente. E, apesar da suspensão das cirurgias eletivas, forças-tarefas de cirurgias de outras especialidades também estão sendo realizadas em pacientes internados, reduzindo o tempo de hospitalização.

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Débora Hofstatter

Covid-19: terapia promete manter o equilíbrio durante a pandemia

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Terapia Cognitiva Extrafísica
Foto/Imagem: Shutterstock

A chegada da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) abalou as emoções, sentimentos e pensamentos de toda a população mundial. Aqui no DF, a grande maioria da população se encontra perdida em um momento em que as emoções que trazem o medo, a angustia, a insegurança ganham espaço e muitas vezes comandam todo o emocional. Para lidar com essas questões, a terapeuta integrativa e holística, Débora Hofstatter apresenta a Terapia Cognitiva Extrafísica (TCE), uma técnica que o paciente na primeira sessão sente de imediato um alívio emocional. O método já foi testado em diversas pessoas ao longo de cinco anos.

Débora destaca que a TCE traz inúmeros benefícios e pode apresentar resultados rápido nesse momento. “A TCE ajuda a alterar energeticamente a vibração do campo mental, traz consciência e clareza cognitiva, faz a reprogramação de pensamentos, sentimentos e reações ao meio que o paciente está envolvido, alivia na redução do sofrimento e consegue construir um novo olhar e achar uma saída para situações inesperadas”, esclarece.

O assistente administrativo, Diogo Benon conta que retornou ao estudo universitário, em 2020, e que resolveu procurar a terapia em busca da concentração, foco e diminuição da insegurança, pois percebeu que quando tinha alguma dificuldade maior abria mão dos seus projetos pessoais. “A TCE tem me ajudado nessas áreas e principalmente nessa pandemia, pois me auxilia a controlar a ansiedade e focar no que é necessário para concluir minhas metas e também nas pequenas coisas do dia a dia. Cada sessão que faço sinto que venho evoluindo, me sinto mais focado e seguro de que conquistarei meus objetivos e menos ansioso para bater as metas de longo prazo”, defende.

Em tempos de pandemia, a técnica pode ser aplicada totalmente online, respeitando o distanciamento social e garantindo a segurança do paciente e terapeuta. Os interessados podem agendar um atendimento virtual pelo telefone (61) 98134-7282.

A hipnoterapeuta Mabel Guedes é a criadora do método, quando há 7 anos introduziu essa terapia para uma paciente de forma experimental e que trouxe resultados imediatos. Segundo Mabel, cada sessão é única, temática e específica, com uso de técnica de hipnose e sem um horário específico para a aplicação da técnica.

Débora Hofstatter

Iniciou no universo das terapias integrativas em 2015. Terapeuta integrativa e holística, pós-graduada em Medicina Chinesa – Acupuntura. Facilitadora de Barras de Acces Consciouness. Formada no curso de Terapia Cognitiva Extrafísica e certificada nas formações Florais de Bach, terapia do Caminho da Vida e Reiki.

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172 leitos

GDF retoma licitação do novo Hospital Oncológico de Brasília

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Foto/Imagem: Pixabay

Foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) e no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o novo edital de licitação para a contratação da empresa que vai construir o Hospital Oncológico de Brasília – o primeiro dessa especialidade no DF. A obra terá um valor estimado de R$ 119.102.911,80, recursos oriundos do Ministério da Saúde e disponibilizados pela Caixa Econômica Federal.

O certame para contratação da empresa executora do serviço será realizado pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) em 27 de agosto, às 9h. À instituição, que será responsável pela fiscalização do serviço, também coube elaborar o projeto executivo do empreendimento, assinado pela Diretoria de Edificações. O prazo de conclusão da obra é de 36 meses.

Os R$ 119 milhões investidos no edital custearão tanto a construção da unidade quanto o fornecimento de equipamentos hospitalares. O projeto consiste em uma unidade hospitalar com 172 leitos, sendo 152 de internação e 20 de unidade de terapia intensiva (UTI), além de consultórios multidisciplinares, alas para tratamento de quimioterapia, radioterapia, medicina nuclear, endoscopia e salas de cirurgia conjugadas. Exames de imagem, como mamografia, ultrassom e raios X, também poderão ser realizados no local.

De acordo com a Secretaria de Saúde (SES), o Hospital Oncológico de Brasília, quando em funcionamento, terá capacidade para realizar até nove mil atendimentos anuais, atendendo à demanda pública de pacientes oncológicos existente no Distrito Federal, que em 2019 foi de 6.247 enfermos.

A nova unidade de saúde será erguida numa área de mais de 33 mil metros quadrados no Setor Noroeste, perto do Hospital da Criança de Brasília José de Alencar.

Atualmente, a rede pública de saúde do DF atende a pacientes oncológicos nos hospitais de Base (HB), Regional de Taguatinga (HRT) e Universitário de Brasília (HUB). O novo edital e seus anexos podem ser acessados no site da Novacap.

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José Sobral Neto

Envelhecimento do coração: dicas para conseguir maior longevidade

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longevidade
Foto/Imagem: Freepik

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), idoso é todo indivíduo com 60 anos ou mais. No Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 29 milhões de pessoas estão nessa faixa etária, número que representa 14% da população do país. Uma pesquisa de 2018, realizada pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), revelou que somente no DF residem mais de 300 mil idosos. Diante de uma população tão grande e para celebrar o mês em que é comemorado o Dia dos Avós, o cardiologista eletrofisiologista do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor), José Sobral Neto, fala sobre o que fazer para para manter a saúde do coração e, consequentemente, a longevidade.

Segundo o especialista, ao longo do tempo, além do corpo, os órgãos também sofrem modificações com o envelhecimento. No caso do coração, à medida que as pessoas envelhecem, ele tende a aumentar de tamanho, desenvolver paredes mais espessas e artérias mais rígidas. Contudo, adotar hábitos saudáveis ajuda a viver mais e manter uma melhor qualidade de vida.

“É normal que com o passar dos anos as pessoas notem diferenças em todo o corpo, afinal o desgaste faz parte da natureza humana. É importante ressaltar que, adotar hábitos saudáveis no decorrer da vida, faz com que as pessoas sintam de forma mais amena esses efeitos do tempo”, explica.

Para Sobral, quando o assunto é o coração, é preciso estar atento aos exames de rotina, fazer o acompanhamento médico indicado e procurar entender a origem de qualquer problema que possa surgir.

“Com o avanço da idade, ocorre um aumento significativo na prevalência da hipertensão arterial sistêmica (HAS), transformando esse diagnóstico em um dos principais fatores de risco cardiovascular. Monitorar esse quadro é essencial para prevenir doenças”, diz o médico. E completa: “o paciente também deve procurar conhecer seu histórico, pois há alguns problemas que são relacionados à herança genética. Por isso, compartilhar com o profissional de saúde todo o histórico familiar é essencial nas consultas”, pontua.

Cuidando da saúde do coração

Praticar atividades físicas – É natural ficar mais sedentário conforme o envelhecimento, mas segundo Sobral, manter uma rotina com exercícios de forma regular ajuda o corpo de forma geral.

“Além de evitar o ganho de peso, a prática reduz o risco de problemas com diabetes, hipertensão e colesterol alto, grandes vilões da longevidade. O exercício ainda libera substâncias que melhoram o humor e trazem bem-estar, combatendo também a depressão”, lembra José Sobral Neto.

Manter a alimentação em equilíbrio – Quando se envelhece, o metabolismo tende a diminuir e o corpo gasta menos energia para realizar as mesmas atividades de antes. Por isso é importante manter uma alimentação adequada também nesse período. Alimentos naturais (verduras, legumes, carnes, peixes, frutas) são ótimas escolhas. Contudo, é preciso evitar doces, frituras, fast-food e comidas ultraprocessadas.

Dormir Bem – Por questões hormonais os idosos tendem a necessitar de menos tempo para o repouso. Porém, é importante manter a regularidade de seis a oito horas de sono diários. Isso ajuda a recuperar o organismo e acordar energizado para encarar o próximo dia.

Exercitar o cérebro – Muitos idosos tendem a não se preocupar em aprender novas tarefas ou, até mesmo não manter as atividades intelectuais que sempre foram acostumados a fazer. Continuar exercitando o cérebro é importante para reduzir o risco de demências, como por exemplo o Alzheimer.

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