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Fila de espera

Força-tarefa SOS Saúde realizou 72 cirurgias em quatro dias

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Foto/Imagem: Andre Borges/Agência Brasília


Com quatro dias de trabalhos do SOS Saúde, 72 cirurgias já foram realizadas nos institutos Hospital de Base e de Cardiologia. As primeiras cirurgias beneficiaram, preferencialmente, os pacientes já internados. Por isso, o trabalho das equipes médicas e de gestão tem sido constante, de forma a viabilizar as operações.

“Queremos a liberação dos leitos e a retirada dos pacientes dos corredores, dando atendimento digno”, destacou o assessor da coordenação do SOS Saúde, Marcelo Melo.

O SOS Saúde faz parte do SOS DF, lançado pelo governador Ibaneis Rocha, para dar respostas imediatas aos principais problemas identificados pela sua gestão. “É mais do que eliminar a fila de espera por cirurgias. É criar condições para o bom atendimento das pessoas também no futuro”, destacou Marcelo Melo.

Reforço

Além das questões administrativas e de logística, os recursos humanos também estão recebendo reforços. De acordo com Melo, já houve uma convocação dos anestesistas aprovados no último concurso público, bem como a contemplação de diversos profissionais com o aumento da carga horária.

Sobre a fila de espera, Melo explicou que será feito um diagnóstico da situação dos pacientes e da real posição em que se encontram na lista. “Como não havia um controle de todas as áreas, é possível que tenhamos nomes duplicados ou pacientes que já foram atendidos”, exemplificou. Um levantamento, coordenado pela Secretaria de Saúde para resolver essa questão, já está sendo realizado pelos próprios hospitais da rede e equipes locais.

Estima-se que, em 30 dias, o diagnostico esteja totalmente completo e o novo sistema estruturado e, só então, o número de cirurgias a serem realizadas por mês poderá ser previsto. Ao mesmo tempo, os pacientes das filas estarão sendo chamados e reorganizados, os hospitais sendo reformados, novos equipamentos adquiridos e tomadas as demais medidas necessárias para garantir um melhor atendimento à população de forma permanente.

Reclamações de clientes

ANS suspende venda de 51 planos de saúde de 11 operadoras

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Foto/Imagem: Arquivo/AVB

Cinquenta e um planos de saúde de 11 operadoras tiveram a comercialização proibida a partir desta sexta-feira (14). A decisão da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), anunciada no último dia 7, impede que esses planos recebam novos clientes até que sejam comprovadas melhorias no atendimento.

Os 600 mil beneficiários desses planos não são afetados pela medida, já que as operadoras são obrigadas a continuar oferecendo cobertura para os clientes.

A suspensão é parte do Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento, que faz avaliações trimestrais dos planos, com base em reclamações de clientes acerca de questões como cobertura assistencial, prazo máximo de atendimento e rede de atenção, entre outras.

Vinte e sete planos de dez operadoras, que haviam sido suspensos em avaliações anteriores, conseguiram melhorar seu atendimento e tiveram autorização para voltar a ser comercializados a partir de hoje.

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Experiência

Novo método usa calor produzido pela luz no tratamento do câncer

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Foto/Imagem: Shutterstock

Uma nova técnica que envolve o uso de nanocápsulas pode ajudar no tratamento de tumores.

O método envolve o transporte de medicamentos antitumor por meio de cápsulas em escala nanométrica (bilionésima parte do metro) feitas com membranas de células cancerosas. Junto com os medicamentos, elas carregam materiais fotoativos (ativados pela luz), como o ouro, que aquecem ao serem irradiados com luz infravermelha, matando as células cancerosas.

A experiência foi desenvolvida por pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (IFSC-USP).

“Para construir essa nanocápsula, usamos, não um material convencional como um polímero, mas a membrana de uma célula do tumor. Extraímos a membrana que reveste a célula e com ela fizemos a cápsula. Lá dentro vai um remédio – um quimioterápico – e esses nanobastões de ouro. Com isso, conseguimos entrar no tumor. O fármaco é liberado e aquecemos os nanobastões irradiando luz, fazendo com que ele destrua a célula por elevação da temperatura”, disse o professor Valtencir Zucolotto, do IFSC-USP e orientador da pesquisa.

As nanocápsulas são colocadas no sistema circulatório e, por serem feitas de membranas de células cancerosas, tendem a se incorporar nas células tumorais. Para encontrá-las, são utilizados meios como tomografia ou ressonância magnética.

Em seguida, é feito o núcleo magnético é aquecido para promover a morte do tumor. O trabalho foi desenvolvido no doutorado de Valéria Spolon Marangoni, que integra o Grupo de Nanomedicina e Nanotoxicologia (GNano), e contou com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo (Fapesp).

Testagem

Os experimentos feitos em colaboração com o professor Wagner José Fávaro, do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), utilizaram nanobastões de ouro e o quimioterápico betalapaxona, envoltos em nanocápsulas de membrana celular, para tratar tumores de bexiga induzidos em camundongos.

Os resultados, publicados na revista Applied Bio Materials, mostraram que as nanocápsulas se ligaram aos tumores e, ao serem irradiadas com luz infravermelha, se romperam e liberaram os nanobastões de ouro e a betalapaxona entre dez e 20 minutos depois de iniciado o processo. De acordo com as análises dos tecidos, nenhum dos tumores na bexiga dos camundongos cresceu e alguns regrediram.

Zucolotto destaca que ainda não há previsão para experimentos em humanos. “Normalmente, seguiria para outros tipos de ensaios clínicos fase 2, 3, e leva anos. É necessária a aprovação de todos órgãos, até que um dia, se for tudo bem, se for comprovada a eficácia, a segurança, poderá ser testado em humanos. É o caminho natural. Não sabemos quanto tempo.”

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Mais Médicos

Profissionais aptos já podem indicar municípios de atuação

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Foto/Imagem: Divulgação/Portal Brasil

Os profissionais aptos a participar do Programa Mais Médicos já podem indicar os municípios onde têm interesse de trabalhar. De acordo com informações divulgadas nesta sexta-feira (7) pelo Ministério da Saúde, os médicos têm até as 12h da próxima segunda-feira (10), para acessar o site do programa e fazer suas indicações. São oferecidas 2.149 vagas em 1.130 municípios com os maiores índices de vulnerabilidade social do país nos 26 estados da Federação, exceto no Distrito Federal, além de 13 distritos sanitários especiais indígenas (DSEIS).

Conforme o ministério,a primeira fase do 18º ciclo do programa dá prioridade à participação de profissionais formados e habilitados com registro em conselhos regionais de Medicina (CRM) de estados brasileiros. Para garantir a imparcialidade na escolha dos profissionais, tiveram preferência na classificação médicos com perfil de atendimento para a atenção primária, com títulos de especialista ou residência médica em medicina da família e comunidade.

Caso sobrem vagas, serão oferecidas aos profissionais brasileiros formados em outros países e que já tenham habilitação para o exercício da medicina no exterior. A previsão do Ministério da Saúde é que os médicos comecem a atuar nas unidades de saúde em junho deste ano.

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