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Bairro Fazendinha

Força-tarefa de combate ao mosquito Aedes aegypti visitou 1,2 mil imóveis no Itapoã

A equipe da força-tarefa contra o Aedes aegypti — mosquito transmissor da dengue, do zika vírus e da febre chikungunya — fez vistoria em 1,2 mil imóveis no bairro Fazendinha, no Itapoã. A ação começou na segunda-feira e continuará até amanhã na região administrativa. Até o momento, 7,4 mil residências foram vistoriadas entre as 18 mil casas do Itapoã, e 77 possíveis focos de criadouros do mosquito, removidos.

A atividade contou com 100 bombeiros, 15 agentes da Vigilância Ambiental, da Subsecretaria de Vigilância à Saúde, vinculada à Secretaria de Saúde, e 76 militares do Exército Brasileiro. O Serviço de Limpeza Urbana participou com 14 agentes, sete caminhões para recolher lixo nas ruas e uma pá carregadeira. Também houve um fumacê que despejou larvicida nas ruas da região administrativa.

Casos
De acordo com o informativo epidemiológico, divulgado na quarta-feira (30), o Itapoã registrou 306 casos desde o início do ano. Em 2015, foram 21 ocorrências durante o mesmo período.

Apesar de a região administrativa não ser a que tem mais casos (Brazlândia, 1.405, Ceilândia, 892, Taguatinga, 673, São Sebastião, 666, Samambaia, 461 e Planaltina, 419), é a segunda região com maior incidência, a primeira é Brazlândia. O cálculo para determinar a incidência é proporcional ao número de casos pela quantidade de pessoas.

Boletim
Segundo o boletim epidemiológico, 7.821 registros de dengue foram confirmados em moradores do DF desde o início do ano. Fevereiro é o mês com mais ocorrências (4.172) seguido por janeiro (2.103). Em março, os casos diminuíram em comparação aos meses anteriores (1.546).

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Em 2015, 9.689 ocorrências foram registradas em moradores de Brasília. O ano foi atípico comparado aos demais. Em 2014, 11.645 pessoas foram diagnosticadas com dengue e, em 2013, 11.865.

Fumacês
Em fevereiro, começaram a chegar novos equipamentos adquiridos pelo governo para o combate ao Aedes aegypti, como 25 fumacês, inseticidas, larvicidas e 12 mil armadilhas para o mosquito.

De acordo com o diretor da Vigilância Ambiental, da Subsecretaria de Vigilância à Saúde, Divino Martins, existem 40 fumacês para controlar os focos. “É uma quantidade que permite colocar pelo menos um desses veículos em cada região administrativa se for necessário.”

Além dessas aquisições, o governo tem as bombas costais — equipamentos que ficam nas costas de um agente para pulverizar inseticidas —, que podem ser usadas para espaços pequenos como depósitos de pneus, floriculturas, etc.

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