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Thales Maia

Especialista tira dúvidas sobre cirurgia bariátrica durante a pandemia

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Foto/Imagem: Dr. Thales Maia/Divulgação


Médicos já afirmaram que a obesidade é um dos principais fatores de risco para a Covid-19, e isso fez com que a procura pela cirurgia bariátrica tenha aumentado. Porém, há muitas dúvidas sobre a realização do procedimento nesse período, como riscos de complicações, suspensão de cirurgias, entre outras, e o especialista do Centro Médico São Miguel, Thales Maia, ajudou a esclarecer algumas dúvidas.

Segundo o médico, a procura pela bariátrica aumentou, pois as pessoas têm se conscientizado que a obesidade é uma doença e um grande fator de risco para a complicação da Covid-19. Thales afirma que a cirurgia bariátrica não fica suspensa nesse período, pelo contrário, mesmo estando no pico da pandemia, é indicado que seja realizado o procedimento, pois inclusive diminui o risco de complicação para pacientes que contraíram o vírus. Ou seja, a cirurgia bariátrica acaba sendo um fator de proteção para o paciente.

O especialista esclarece que a maioria dos pacientes sai do grupo de risco após realizar a cirurgia bariátrica. “Pessoas com comorbidades como hipertensão, IMC acima de 40, diabéticos, e pessoas com doenças pulmonares, por exemplo, acabam saindo desse grupo”, afirma.

Ao ser questionado se pessoas que realizaram a cirurgia bariátrica nesse período correm um risco maior, devido ao pós-operatório, o especialista garante que que não, pois o efeito metabólico pós-cirúrgico acaba sendo um fator de proteção. “Quando o paciente é obeso, fica em um estado inflamatório crônico, que cessa após a cirurgia”, diz.

Porém, há alguns casos em que o médico pode indicar que o procedimento seja adiado. Entre eles, pacientes com suspeita de Covid-19, que possuam alguma comorbidade desregulada, e se não houver vaga de UTI, pois apesar de não utilizar o leito, trata-se de um procedimento de rotina.

Thales lembra que quem fez a cirurgia pode e deve tomar a vacina contra a Covid-19. “Não há nenhuma contraindicação, em relação a nenhuma das vacinas, por conta da cirurgia bariátrica, finaliza”.

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Erasmo Tokarski

Blefaroplastia não cirúrgica é tendência para melhorar aparência

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Redação
Foto/Imagem: Freepik

Com o passar dos anos é natural que a pele comece a perder elasticidade. Isso ocorre porque há redução na produção de colágeno, responsável pela sustentação e, também, porque as células não se regeneram com a mesma facilidade de quando eram mais jovens.

Entre as áreas mais afetadas pelo envelhecimento está a região dos olhos, principalmente onde ficam as pálpebras. Na parte de baixo se forma uma espécie de bolsa de gordura, o que dá uma aparência de cansaço ao rosto. Já na parte de cima, o excesso de pele pode fazer com que a pessoa tenha dificuldade para enxergar.

A blefaroplastia é um procedimento realizado para melhorar a aparência e evitar que o excedente de pele comprometa o campo da visão. Atualmente, o mercado oferece a possibilidade de fazer a correção sem ter que passar pela cirurgia: é a chamada tecnologia de plasma.

Especialista em pele há mais de 30 anos, o dermatologista Erasmo Tokarski explica como funciona o procedimento.

“Não é uma cirurgia mas sim um tratamento estético não invasivo. O plasma usado na blefaroplastia sem cortes é um gás ionizado formado pela ação de uma forte energia que promove a separação de íons e átomos. O aparelho utilizado no procedimento gera um plasma artificial que estimula a retração da pele das pálpebras sem cortes”, detalha.

De acordo com o profissional, o tratamento é feito com anestesia local e dura em média 30 minutos. Os resultados podem ser notados logo na primeira sessão.

“Por ser realizado de forma ambulatorial, o tempo de recuperação é de 8 a 10 dias, podendo ocorrer um pouco de inchaço, vermelhidão e algumas manchas, que desaparecerão com o tratamento . Os efeitos positivos do tratamento poderão ser evidentes logo após a primeira intervenção, porém, melhores resultados serão observados após três semanas. Para a aparência benéfica máxima, geralmente são necessárias 3 sessões com intervalos de 6 semanas. Mas não é regra. Os resultados variam de pessoa para pessoa”, ressalta Tokarski.

Benefícios da técnica

  • Correção de imperfeições da pele e lesões benignas, incluindo verrugas, fibromas, pigmentação e manchas solares;
  • Melhoria na aparência de cicatrizes, incluindo cicatrizes pós-cirúrgicas, cicatrizes de acne e estrias;
  • Melhora as linhas de expressão e rugas ao redor da boca.
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Junho vermelho

Além de um ato de amor, doar sangue reduz riscos de problemas do coração

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Redação
Foto/Imagem: Tony Winston/Agência Brasília

Como parte da campanha Junho Vermelho, o dia 14, em que é celebrado o Dia Mundial do Doador de Sangue, tem como objetivo incentivar o espírito de solidariedade, conscientizando a população de que doar sangue é um ato de amor ao próximo e uma atitude que salva vidas. Além disso, a ação promove uma série de benefícios à saúde do doador, como por exemplo, a redução de risco de doenças cardíacas e de alguns tipos de câncer.

O cardiologista hemodinamicista do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor), Ernesto Osterne, lembra que existem estudos que comprovam que a doação de sangue reduz a viscosidade do sangue, permitindo que os doadores sejam menos propensos a desenvolver doenças do coração.

Um estudo realizado por médicos da Clínica Universitária de Innsbruck, na Áustria, por exemplo, revelou que o metabolismo do elemento ferro no sangue explica a teoria de benefício cardiovascular. “O nosso sangue é produzido na medula e renovado a cada 120 dias, ou seja, quatro meses. Esse processo de composição das novas células faz uso do ferro. A doação de sangue faz com que o organismo produza mais células jovens para repor as células que foram doadas e com isso diminui as reservas de ferro e a oxidação dos lipídios, que consequentemente reduz o risco de entupimento das artérias do coração e do cérebro”, pontua o especialista.

Além disso, pesquisas também apontam que o ato de doar sangue colabora com a redução de certos tipos de câncer, devido à redução oxidativa.

“Quando a pessoa doa sangue ela passa automaticamente por um processo de renovação das células, com isso, as células velhas são renovadas, o que colabora para a redução de algumas doenças”, explica Osterne. O médico alerta, ainda, que o simples ato de doar sangue é uma forma de cuidar da saúde do coração, pois ao se submeter ao processo, o doador precisa realizar uma bateria de exames para identificação de possíveis doenças infectocontagiosas.

“Os exames são realizados para identificar doenças como por exemplo AIDS, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatite B e C, entre outras, e isso permite que a pessoa fique mais atenta à saúde.

Como doar

Segundo o Ministério da Saúde, 16 pessoas, a cada mil habitantes, são doadoras de sangue. O percentual corresponde a 1,6% da população brasileira e está dentro dos parâmetros preconizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

No Distrito Federal, as doações podem ser realizadas no Hemocentro de Brasília. O agendamento pode ser feito pelos números 160 ou (61) 3327-4413.

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