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Objetivo e direto

Especialista dá dicas de como elaborar um bom resumo para concurso

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Foto/Imagem: Freepik


Não é segredo que um bom resumo é imprescindível para otimizar o estudo das matérias de um concurso. O resumo para certame precisa ser completo, esquemático, porém objetivo e direto ao ponto. Pensando nisso, especialistas do IMP Concursos dão dicas simples e fáceis de serem aplicadas, mas que são indispensáveis para melhorar a técnica de fazer resumos.

Mais que uma técnica de estudo, o resumo é a maneira mais eficaz de memorização e aprendizagem. Conseguir sintetizar com as próprias palavras um conteúdo de estudos é a demonstração clara do domínio da matéria. Existem vários tipos de resumo para concurso por tópicos, flashcards, tabelas, mapas mentais, entre outros. Mas independente do esquema escolhido, um ponto em comum entre todos eles é que o resumo por escrito é mais eficiente.

O mais importante é escrever sempre com próprias palavras, isso vai facilitar a compreensão. Vale ressaltar que na hora de fazer o resumo para certame, só deve ser colocado no papel os assuntos já entendidos. As dúvidas precisam ser melhor estudadas antes do resumo.

Segundo Décio Sousa, especialista nas matérias de raciocínio lógico, matemática, estatística e gerenciamento de estudos de alta performance do IMP Concursos, o estudo para concursos difere do estudo acadêmico, não pela profundidade – já que muitas vezes é até maior -, mas por ser pautado em uma regra básica, a qual é resumida a uma única palavra: eficiência.

“A eficiência a que me refiro significa basicamente: acertar o máximo possível das questões cobradas, preparando-se com o menor esforço e o menor dispêndio de tempo possível. Não confunda “menor esforço possível” com “vida fácil”, a aprovação em concursos requer comprometimento e perseverança. Porém, não é necessário que levemos anos e anos nesse ritmo para alcançar a aprovação. Não passa em concurso quem estuda mais, passa quem estuda melhor: usando o material adequado, a técnica correta e o enfoque certo”, explica.

Dicas para resumo

O resumo para concurso funciona para qualquer matéria?

Em regra, sim, exceto para as matérias de exatas (matemática, por exemplo), que possuem uma teoria rápida, sintética, e o foco principal deve ser a resolução de questão.

Quais os tipos de resumo para concurso mais utilizados?

1. Tradicionais por tópicos
Um resumo em tópicos/lista com as ideias importantes que lhe ajudem a recapitular o texto em poucas palavras. Liste as principais ideias que você entendeu e que te façam lembrar do assunto;

2. Mapas mentais
São diagramas sistematizados com o máximo de detalhes possíveis dos assuntos estudados, relacionando conceitos, ideias, imagens e mnemônicos. Partindo de um tema principal que vai se ramificando em outros tópicos importantes. Nesse esquema são utilizadas palavras-chaves que vão se tornando subtemas relacionados à ideia principal;

3. Flashcards ou cartões de memória rápida:
São cartões feitos com perguntas e respostas curtas que auxiliam no resumo e memorização da matéria. Você pode colocar as perguntas de um lado e as respostas do outro, por exemplo. Crie suas próprias fichas, pois ao pensar nas perguntas e respostas você utiliza diferentes processos mentais e seu cérebro consegue gravar mais conteúdo a longo prazo.

Você também pode diferenciar os cartões com cores diferenciadas. Escolha uma cor para as respostas que você já sabe, outra para aquelas que você tem dúvida e a última com aquelas que você ainda não sabe.

Dicas imprescindíveis na hora de fazer um resumo?

  • Analisar a maior quantidade possível de questões comentadas;
  • Estudar o conteúdo de maneira Ativa;
  • Selecionar no material os trechos onde se encontram as respostas das questões;
  • Transcrever de forma sintetizada (resumo) com as próprias palavras o assunto selecionado;
  • Grifar as palavras chaves no resumo produzido;
  • Se sentir que o resumo está sendo feito no “modo automático”, PARE.

O que não se deve fazer em um resumo para concurso?

  • Anotações de tópicos que não possuem incidência em provas;
  • Deixar o resumo “maior que o próprio livro”;
  • Cair na tentação de escrever tudo que foi estudado – ter serenidade para discernir o que realmente é importante;
  • Não sintetizar com as próprias palavras;
  • Não fazer marcações de palavras chaves.
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#VacinaDF

GDF inclui vigilantes como prioridade na vacinação contra a Covid-19

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Redação
Foto/Imagem: Reprodução

O Governo do Distrito Federal (GDF) incluiu a categoria de vigilantes como prioridade na vacinação contra a Covid-19. A decisão ocorreu após reunião do governador Ibaneis Rocha com o secretário de Saúde, Osnei Okumoto, e os deputados distritais Rafael Prudente e Robério Negreiros, nesta quarta-feira (16).

Na reunião, foi definido que a cada entrega semanal de vacinas, três mil doses serão destinadas a todos os vigilantes, independentemente de trabalharem em escolas e bancos. Vale lembrar que os vigilantes que atuam em estabelecimentos de saúde já foram vacinados.

Os profissionais que trabalham em bancos e escolas serão imunizados no mesmo calendário elaborado para professores e bancários. A vacinação também vai chegar para os terceirizados que atuam em escolas e bancos. “Decidimos incluir a categoria de vigilantes porque sabemos o quanto eles estão expostos e o quanto são importantes pelo serviço que prestam, seja em escolas, bancos e outros lugares. Boa parte será vacinada junto dos professores e bancários e assim vamos imunizando todos”, disse Ibaneis Rocha.

“Os vigilantes da Saúde foram vacinados, mas sensibilizamos o governador Ibaneis Rocha a incluir não só os vigilantes, mas também os terceirizados para que eles sejam imunizados junto dos professores e bancários. A partir da semana que vem, três mil vacinas de primeira dose serão destinadas exclusivamente à categoria dos vigilantes restantes”, destacou Robério Negreiros.

Para o deputado Rafael Prudente, a iniciativa traz o “reconhecimento justo a esses profissionais que desempenham importante função no atendimento à população”. “Eles precisam ser protegidos contra o coronavírus”, afirmou.

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Pablo Prado

Marco Legal das Startups facilita a criação de novos empreendimentos no Brasil

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Redação
Foto/Imagem: Divulgação

O Presidente Jair Bolsonaro sancionou, em 1º de junho de 2021, a Lei Complementar nº. 182/2021, o chamado Marco Legal das Startups e do Empreendedorismo Inovador, criando um regime próprio para as empresas que se destinam ao desenvolvimento de produtos e serviços inovadores e com apelo tecnológico.

A Lei define como startup as empresas nascentes ou em operação recente, cuja atuação caracteriza-se pela inovação aplicada a modelo de negócios ou a produtos ou serviços ofertados.

São exemplos de startups, no Brasil, já consolidadas, C6 Bank, Nubank, iFood, Quinto Andar e PagSeguro.

Estas empresas já alcançaram a condição de ‘unicórnio’, que é quando uma empresa possui valor de mercado de pelo menos US$ 1 bilhão, e por isso, não se valerão das regras do Marco Legal das Startups.

Isto porque a Lei estabeleceu que poderão ser consideradas startups as empresas com faturamento anual de até R$ 16 milhões e que possuam até 10 anos de existência.

Além disso, a lei exige que a empresa traga expresso em seus atos constitutivos que fazem uso do modelo de negócio inovador em sua atividade, podendo adotar qualquer forma empresarial.

Especialistas do mercado celebraram a edição do marco legal, dado o importante acréscimo de segurança jurídica trazida aos investidores, ao prever que estes não são responsáveis pelas dívidas da empresa.

Pela Lei, o investidor que realiza aportes de capital (venture capital) sem ingressar no capital social não poderá ser considerado sócio, e nem poderá exercer poder de voto ou ingerências na empresa investida.

Este aspecto é absolutamente importante, pois o modelo de negócio das startups conta em absoluto com capital de risco de investidores que não querem – e agora não podem – ser responsabilizados por eventuais fracassos e dívidas da empresa. Este ponto torna o ambiente negocial mais atrativo, dada a diminuição de riscos, trazendo melhores perspectivas de investimentos para o setor.

Outro ponto importante da lei está relacionado a criação de um regime especial de licitações, destinado à aquisição de soluções tecnológicas produzidas por este tipo de empresas.

A Lei cria a chamada “modalidade especial” e prevê que Administração Pública poderá abrir licitações voltadas para a aquisição de uma solução a uma demanda, que possa ser resolvida pelo emprego da tecnologia, deixando às empresas do setor a formatação da solução.

Trata-se de uma mudança importante no cenário negocial e jurídico, diante das diversas implicações que a legislação trará, sobretudo no ambiente de licitações, uma vez que a Administração Pública definitivamente não está habituada aos conceitos, dinamismo e risco do setor, o que demandará um grande período de maturação e curva de aprendizagem.

*Pablo Prado, advogado especialista em Direito Administrativo do Dias, Lopes & Barreto Advogados.
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