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Dias úteis

EPTG terá faixa invertida a partir da próxima segunda-feira (18)

Redação

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Foto/Imagem: Dênio Simões/Agência Brasília
Emanuelle Coelho

Com a intenção de desafogar o trânsito, o Governo do Distrito Federal inicia na próxima segunda-feira (18) a Operação EPTG, via pela qual circulam diariamente cerca de 120 mil veículos. A ideia é diminuir em até 30 minutos o tempo de viagem no transporte coletivo e aumentar em 20% a fluidez.

Serão várias mudanças no trânsito. Os ônibus que vão no sentido Plano Piloto passarão a usar a faixa reversa, e os demais veículos poderão usar a via que hoje é exclusiva dos ônibus. Essa alteração vale em dias úteis e nos seguintes horários: das 6h às 9h e das 17h30 às 19h45.

Os ônibus passarão a usar a faixa reversa, e os demais veículos poderão usar a via que hoje é exclusiva dos ônibus. Essa alteração vale em dias úteis e nos seguintes horários: das 6h às 9h e das 17h30 às 19h45.

“Fora desses horários, a regra para utilização da EPTG e da faixa exclusiva é a mesma que ocorre hoje. Podem utilizar as faixas exclusivas os transportes escolares, táxis, ambulâncias, carros oficiais e ônibus com linhas semiexpressa que não precisam parar ao longo da EPTG”, explica o secretário de Transporte e Mobilidade do DF, Valter Casimiro.

A ação tem caráter provisório e está sendo implementada pela Secretaria de Transporte e Mobilidade do DF (Semob), do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER/DF) e do Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans). A intenção é que a mudança dure até que seja implantado o sistema BRT definitivamente na EPTG, com as paradas no canteiro central da rodovia e uso dos ônibus que têm porta do lado esquerdo.

Valter Casimiro esclarece que a faixa exclusiva de ônibus na EPTG, construída em 2010, nunca foi utilizada da forma correta, porque as empresas ainda não adquiriram ônibus com portas também do lado esquerda.

A orientação prevê a compra pelas companhias de 309 ônibus com a porta nessa configuração. “Já estava previsto no edital de licitação que as empresas são obrigadas a disponibilizar os equipamentos necessários para a operação das vias conforme foram planejadas. A intenção é que no prazo de um ano [os ônibus] sejam adquiridos e possam funcionar da forma que foi planejada a EPTG”, explica Casimiro. Três empresas operam no trecho: a Marechal, com 56 veículos; a Urbi, com 42; e a São José, com 211.

Passageiros

Os passageiros devem ficar atentos às mudanças, pois, nesses horários em que os ônibus estiverem passando pela faixa invertida, embarque e desembarque serão feitos no canteiro central da EPTG, ao lado da faixa reversa. As linhas afetadas pela mudança podem ser consultadas pelo site do DFTrans e também em cartazes afixados nas paradas e nos ônibus.

“Nossa preocupação maior é em relação a segurança. Por isso é importante que a população utilize a passarela para evitar acidentes. Todos devem ter consciência de que passarela é o ponto mais seguro para buscar o ônibus”, diz o diretor-geral do DFTrans, coronel Josias Seabra.

Sinalização

Para viabilizar a operação, o DER/DF está finalizando a sinalização dos 12,6 km das faixas exclusivas por meio de cones fixos e placas em ambos os lados.

R$ 244 milhões

Banco de Brasília aposta alto no financiamento do agronegócio

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Foto/Imagem: Arquivo/AVB

O Banco de Brasília (BRB) vai aumentar em 154% os valores destinados ao financiamento do agronegócio no DF, passando dos R$ 96 milhões, em 2018, para R$ 244 milhões, só neste ano. “Vamos transformar o BRB no maior financiador público dos nossos produtores rurais”, anunciou o Governador Ibaneis, na semana passada, durante lançamento da Central de Regularização de Terras Rurais.

Para se consolidar como referência do crédito rural no DF, a instituição está se empenhando em várias frentes. Oferece linhas diferenciadas de crédito, que vão desde financiamento das despesas do ciclo da produção até a comercialização final dos seus produtos. “Tudo depende do perfil de negócio que o produtor quer investir”, informa Thays Macedo, gerente de área, responsável por parte dos contratos efetuados na área rural.

Ela explica que neste ano um dos grandes diferenciais do BRB serão os empréstimos na linha de investimentos voltados para os produtores rurais que possuem apenas a CDU (Concessão de Direito de Uso) e a CDRU (Concessão de Direito Real de Uso) como garantia. “Nesse perfil teremos R$70 milhões disponíveis de recursos livres, com taxas a partir de 8,25% ao ano. As taxas do BRB são as menores praticadas no mercado.”, avalia a gerente. Nesses casos, o banco poderá emprestar até 50% do valor de avaliação do terreno com benfeitorias.

Os investimentos podem ser feitos em todas as etapas do ciclo de produção, como, por exemplo, aquisição de maquinário, armazenamento, correção de solo, etc. Outras linhas de crédito também estão disponíveis para produtores de pequeno, médio e de grande porte.

Para custeio e comercialização, o banco tem mais de R$ 100 milhões destinados ao crédito e para a industrialização, outros R$ 34 milhões. Os produtores rurais interessados devem buscar mais informações nas agências do BRB localizadas no CEASA, Brazlândia, Planaltina e Unaí (MG) ou no site do banco.

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Ibaneis quer o fechamento

Há “receio exagerado” sobre penitenciária no DF, diz Moro

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Foto/Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Justiça, Sergio Moro, disse nesta segunda (25) que há “receio exagerado” do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), a respeito dos riscos do presídio federal existente na região. Após a transferência de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, líder da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), e mais três integrantes do grupo para o presídio federal no DF, Ibaneis afirmou que buscaria o fechamento do presídio.

“Acho que há um receio um pouco exagerado porque a liderança criminosa vem para um presídio federal de segurança máxima, onde ela fica em um sistema carcerário muito rígido, sem condições de controlar a atividade criminal fora. Talvez haja uma certa incompreensão da posição dessa pessoa aqui do DF, mas posso assegurar aos moradores que eles estão absolutamente seguros”, disse Moro, após evento em Brasília.

Inaugurada em outubro de 2018, a Penitenciária Federal de Brasília é uma das cinco unidades de segurança máxima federais destinadas a isolar presos condenados e provisórios sujeitos ao Regime Disciplinar Diferenciado, líderes de organizações criminosas e réus colaboradores presos ou que delatores premiados que correm risco de vida no sistema estadual.

Em sua reclamação, Ibaneis havia manifestado seu desejo de ser ouvido por Moro e pelo presidente Jair Bolsonaro. O ministro disse ter conversado com o governador e acrescentou que o presídio não será desativado.

“O presídio de segurança máxima foi feito exatamente para isolar e absorver essas lideranças criminosas. Nós não podemos simplesmente não utilizar o presídio de segurança máxima. Existem [presídios federais] em outras comunidades e não existe essa reclamação.”

Além da unidade no DF, existem outras quatro em funcionamento no país: Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, Catanduvas, no Paraná, Mossoró, no Rio Grande do Norte, e Porto Velho (RO).

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Penitenciária Federal de Brasília

Governador vai acionar a Justiça para fechar presídio no DF

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Foto/Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, disse que entrará com uma ação pedindo o fechamento do presídio federal em Brasília. Segundo ele, a presença de lideranças criminosas, como o Marco Willians Herbas Camacho – conhecido como Marcola, líder do Primeiro Comando da Capital (PCC) – coloca em risco não apenas autoridades nacionais como estrangeiras.

“Tenho criticado veementemente a transferência dele [Marcola] para cá. E espero ser ouvido pelo presidente [Jair Bolsonaro] e pelo ministro [da Justiça] Sergio Moro. Temos hoje aqui prefeitos de todo o país. Temos também embaixadores, tribunais, ministros… com que segurança, tendo esse integrante do PCC?”, disse o governador ao deixar a 75ª reunião da Frente Nacional de Prefeitos.

Diante da situação, Ibaneis disse que acionará a Justiça para pedir o fechamento do presídio construído. “Estou preparando uma documentação para entrar na Justiça, com base na Lei de Segurança Nacional”, disse. “Quero que esse presídio federal seja fechado”, acrescentou.

Inaugurada em outubro de 2018, a Penitenciária Federal de Brasília é uma das cinco unidades de segurança máxima federais destinadas a isolar presos condenados e provisórios sujeitos ao Regime Disciplinar Diferenciado, líderes de organizações criminosas e réus colaboradores presos ou que delatores premiados que correm risco de vida no sistema estadual.

Quatro líderes da facção PCC foram transferidos recentemente da Penitenciária Federal de Porto Velho, em Rondônia, para a Penitenciária Federal de Brasília, localizada perto do Presídio da Papuda. Além de Marcola, integram o grupo Cláudio Barbará da Silva, Patrik Wellinton Salomão, e Pedro Luiz da Silva Moraes, o Chacal.

Ministério da Justiça

Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, a transferência é parte dos protocolos de segurança pública que preveem, entre outras medidas, a alternância de abrigo dos detentos de alta periculosidade ou integrantes de organizações criminosas.

Hoje, a pasta divulgou uma nota ressaltando que as penitenciárias federais são instrumentos para desarticular o crime organizado. De acordo com o Ministério, a Penitenciária Federal de Brasília, que tem 12,3 mil m² de área construída e capacidade de 208 vagas individuais, é controlada 24 horas por dia. “As celas contam com dormitório, sanitário, pia, chuveiro, mesa e assento. As paredes são feitas de concreto armado para evitar explosões e possíveis tentativas de fugas”, descreve o Ministério da Justiça. A obra e o aparelhamento da unidade custaram cerca de R$ 45 milhões.

Segundo o ministério, “em 13 anos de existência, o Sistema Penitenciário Federal nunca sofreu fugas de presos, rebeliões ou superlotação”. Conforme a nota, nesse período “nenhum aparelho celular entrou nas unidades federais do país, graças aos quatro níveis de revista”.

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