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Orgulho brasiliense

Em Brasília, respeito à faixa de pedestre completa 22 anos

Redação

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Foto/Imagem: Toninho Tavares/Agência Brasília
Jaqueline Costa

Na segunda-feira, 1° de abril, o respeito ao pedestre na faixa completa 22 anos. A iniciativa de 1997 deu à Capital Federal destaque nacional de civilidade no trânsito. No ano anterior à implantação da sinalização, foram registradas 266 mortes de pedestres no trânsito do DF. Em 1997, esse número caiu para 202 pedestres mortos e, em 2018, para 105 óbitos. Se comparado a 1996, o ano passado registrou uma queda de 60,5% no quantitativo de pedestres vítimas fatais.

Apesar do crescimento da frota de veículos registrados no DF, que em 1996 era de cerca de 470 mil veículos, e em dezembro de 2018 chegou a 1.773.295 veículos, os dados indicam uma diminuição acentuada no número de óbitos de pedestres. E pode se afirmar que, nos últimos 21 anos, 1.331 vidas de pedestres foram preservadas no trânsito do DF.

De acordo com a Gerência de Estatística do Departamento de Trânsito do Distrito Federal, em 2018, ocorreram duas mortes de pedestres em faixas não semaforizadas, 60% a menos que em 2017, quando se registrou cinco óbitos. No ano de implantação da sinalização, também foram duas vítimas fatais. Segundo dados do Detran-DF, o ano de 2009 foi o que registrou o maior quantitativo de vítimas na faixa de travessia, 11 óbitos. Em 2019, ocorreu uma morte em faixa de pedestre.

Atualmente, a cidade possui mais de cinco mil faixas de pedestre não semaforizadas. Segundo o diretor-geral do Detran-DF, Fabrício Moura, a manutenção da sinalização, campanhas educativas e o apoio da fiscalização têm contribuído para que o DF continue dando o bom exemplo. “Neste ano, intensificamos as ações de conservação da sinalização e de educação de trânsito, além disso, criamos o projeto Segurança na Faixa, que garante a presença de agentes da fiscalização em locais de grande fluxo de pedestres”, ressalta.

Ações educativas

Em comemoração aos 22 anos de respeito ao pedestre na faixa, a Diretoria de Educação do Detran-DF promoverá ações de conscientização em faixas de pedestre do Plano Piloto, Samambaia, Gama, Taguatinga, Santa Maria e Ceilândia. Confira a programação:

Divulgação/Detran-DF

Novo racionamento?

Adasa liga sinal de alerta após aumento no consumo de água

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Foto/Imagem: Tony Winston/Agência Brasília

O volume de água consumida no Distrito Federal nos quatro primeiros meses de 2019 foi 10,1% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, quando vigorava o racionamento. Nos primeiros quatro meses de 2018, foram consumidos 46,3 milhões m³; em 2019, aumentou para 51 milhões m³, muito próximo do que foi registrado em 2016 (52,7 milhões m³), antes da crise hídrica.

O Relatório de Monitoramento do Consumo de Água no Distrito Federal, da Adasa, constatou que o crescimento da prática foi a partir do segundo semestre de 2018, logo após o fim do racionamento.

Embora no acumulado daquele ano o aumento do consumo de água tenha sido de apenas 0,6%, na comparação com 2017, os meses de julho a dezembro de 2018 registraram um crescimento do consumo de 3,4%, em relação ao mesmo período do ano anterior, chegando a níveis próximos de 2016, no último trimestre.

O consumo per capita, que em 2017 registrava uma queda de 11,2%, em relação a 2016, em decorrência do racionamento, permaneceu praticamente estável em 2018. Dos 134 litros por habitante/dia em 2017 passou para 133 litros em 2018, representando uma queda de 0,9%.

Embora a situação hídrica no Distrito Federal esteja relativamente tranquila nos próximos meses, conforme as metas definidas para o volume útil dos reservatórios até o final do ano, a Adasa quer fortalecer a manutenção das boas práticas de consumo de água, adquiridas durante o período crítico da crise hídrica.

Tanto que, com esse mesmo propósito, lançará a partir de segunda-feira (17) nova campanha de orientação para o consumo racional da água.

Com o slogan Use, reuse, economize & repita, a mensagem será transmitida em redes sociais, emissoras de rádio e TV e outdoors sociais, enfatizando a necessidade de manutenção do consumo consciente e combate ao desperdício: “Quando o assunto é economia de água, não dá para relaxar”.

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Decreto 39.872

Verba proveniente da lavagem de dinheiro já tem destino certo

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Foto/Imagem: Daniel Mafra

Foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal, o Decreto 39.872 que regulamenta a destinação dos bens provenientes da prática de crimes de lavagem de dinheiro ocorridos na capital. Assinada pelo governador Ibaneis Rocha, a legislação incorpora os bens e valores ao patrimônio do Distrito Federal.

Os ativos financeiros provenientes do crime de lavagem de dinheiro, cuja perda for decretada pelo Poder Judiciário em favor do Distrito Federal, serão destinados à Polícia Civil do DF. Os recursos irão para o Fundo de Modernização, Manutenção e Reequipamento da corporação e poderão ser utilizados na formação e capacitação de policiais civis para a investigação dos delitos relacionados à lavagem de dinheiro, bem como infraestrutura, tecnologia e na reestruturação de unidades da Polícia Civil especializadas na prevenção e combate aos crimes previstos na Lei Federal nº 9.613/1998.

O decreto estabelece ainda que os bens originários da lavagem de dinheiro, direta ou indiretamente, serão incorporados definitivamente ao patrimônio do DF após o trânsito em julgado da sentença condenatória, ou seja, quando não houver mais a possibilidade de recursos.

Segundo a Polícia Civil, a norma atende ao comando da Lei Federal nº 9.613/1998 que estabelece que cada unidade federativa deve regulamentar a utilização dos referidos recursos. Por meio da assessoria de imprensa, a corporação ressaltou a importância dessa medida no fortalecimento do combate à corrupção e à lavagem de dinheiro o que, em análise mais ampla, “garante que os recursos públicos sejam aplicados onde a população será diretamente beneficiada, como na saúde e na educação.”

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Você no Azul

Campanha de renegociação de dívidas da Caixa chega a Brasília

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Foto/Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

A campanha da Caixa Econômica Federal Você no Azul chegou a Brasília com um posto móvel para que correntistas renegociem dívidas comerciais com o banco. A estrutura foi montada na parte central da capital e ficará aberta ao público até sexta-feira (14), das 8h às 20h. Além de Brasília, postos móveis estão em outras cidades nesta semana, como Maceió e Ipatinga (MG).

A campanha Você no Azul, que começou no dia 28 de maio e vai até 22 de agosto, oferece alternativas para que correntistas endividados possam pagar débitos comerciais com descontos entre 40% e 90%. O percentual varia conforme o tipo e o tempo de dívida e se o correntista dispõe de algumas condições específicas, como garantia para a quitação. O pagamento do valor negociado deve ser feito à vista.

Podem participar da iniciativa pessoas com dívidas de pelo menos 360 dias. Além dos postos móveis circulando pelo país, os clientes podem solicitar a renegociação diretamente por canais eletrônicos da Caixa, como pelo site da campanha. Por este canal, o cálculo do desconto será feito por um sistema automatizado.

Já por telefone (0800-7268068, opção 8), ou pelos perfis do banco nas redes sociais (Twitter, Messenger e Facebook), o interessado pode falar com atendentes e discutir os descontos. Quem quiser negociar dívidas no cartão de crédito deve ligar para 4004-9009, no caso de capitais, ou para 0800-9409009 no caso das demais cidades.

Desconto de 90%

O autônomo Alencar Pereira foi ao posto montado no centro de Brasília para renegociar suas dívidas no cheque especial e no crédito direto ao consumidor (CDC). Ele estava com o nome sujo na praça há meses por causa das dívidas, e isso atrapalhava possibilidades de novas compras no mercado.

Pereira conseguiu desconto de 90% no montante que devia ao banco. Um boleto foi gerado, e ele saiu do posto com o objetivo de conseguir o dinheiro para fazer o pagamento. Na avaliação do autônomo, este tipo de programa de é importante para dar uma alternativa a quem não está conseguindo sair do nome sujo.

“Tem muita gente que não consegue juntar o dinheiro para pagar o valor devido total, com juros e tudo, e vai ficar travado naquele banco. Mas já libera para outros bancos, outras compras”, afirmou Pereira.

Balanço parcial

Segundo a Caixa, até a última sexta-feira (7), a campanha já havia renegociado mais de 33 mil contratos de 25 mil clientes, o que resultou na liquidação de R$ 255 milhões em dívidas. O público-alvo da campanha é formado por cerca de 3 milhões de correntistas.

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