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Cidades

Distrito Federal tem 36 áreas de risco em 18 regiões administrativas

Redação
Guilherme Pera

O Distrito Federal tem 36 áreas de risco, distribuídas por 18 regiões administrativas. O levantamento dessas áreas foi apresentado na manhã desta segunda-feira (13) em entrevista coletiva da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social.

A probabilidade de desastres aumenta na época de chuvas. Desde 2015, o governo de Brasília trabalha para diminuir os danos a curto, médio e longo prazos.

Deslizamentos, enchentes e enxurradas, entre outros problemas causados pela água, têm danos reduzidos em áreas com infraestrutura adequada. Para um local ser considerado de risco, é calculada uma proporção entre ameaça e vulnerabilidade.

“No Guará, choveu quantidade semelhante à que caiu em Vicente Pires na quarta-feira (8). As consequências são diferentes, porque uma região tem todo um sistema de drenagem completo, enquanto a outra sofre com alagamentos”, comparou o subsecretário de Proteção e Defesa Civil, da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, coronel do Corpo de Bombeiros Militar Sérgio Bezerra.

A própria chuva é uma ameaça, assim como o descarte de lixo na rua e as ocupações irregulares. Falta de saneamento básico, precariedade (ou até ausência) de sistema de drenagem e ruas não pavimentadas são sinais de vulnerabilidade. Combinadas, elas formam as áreas de risco.

Desenvolvido pela Defesa Civil em 2015, o mapeamento das áreas de riscoestabelece metas para o quadriênio 2016-2019. A cada ano, 25% do mapa deve ser atualizado. Ao fim de 2019, todo o DF deve estar completo.

Na capital do País, há 4.733 residências em áreas de risco. A Defesa Civil calcula uma média de quatro pessoas por unidade habitacional, o que resulta em aproximadamente 19 mil moradores (ou cerca de 0,6% do DF).

“Os riscos incluem desabamento, incêndio, eletrocussão, entre outros, e avisamos aos moradores de todos eles. Não dá para ir contra a natureza, mas é possível a convivência com os problemas. As áreas de risco têm diminuído em função de ações estruturais de governo”, disse Bezerra.

Medidas para prevenir o risco no DF

As medidas para diminuir os riscos são divididas em estruturais, com investimentos milionários e soluções de arquitetura e engenharia, e não estruturais, com ações simples, porém eficientes.

Exemplos de soluções estruturais tomadas desde 2015 são o programa Habita Brasília e as obras de infraestrutura no Condomínio Porto Rico, na Vila Buritizinho e, principalmente, no Sol Nascente, em Ceilândia, e em Vicente Pires. Nessas últimas, os investimentos são de R$ 220,3 milhões e R$ 463 milhões, respectivamente.

Todas visam transformar locais antes sem infraestrutura em moradias regularizadas, com rede de drenagem e pavimentação. São trabalhos que demandam investimentos, com repasses do governo federal.

Entre as medidas não estruturais destaca-se o Cidades Limpas, que integra vários órgãos do governo de Brasília e oferece ações pontuais por todo o DF. Limpeza de bocas de lobo, poda de árvore, retirada de lixo e de carcaças de veículos são algumas das atividades do programa.

Por que a Agefis não pode retirar todas as ocupações de alto risco

Desde 2015, a Agefis já recuperou mais de 21,6 milhões de metros quadrados (m²) de área pública. Isso possibilitou as obras no Sol Nascente e em Vicente Pires, por exemplo. De 2016 para 2017, houve redução no número de residências em áreas de risco nessas regiões.

O trabalho da Agefis segue a Matriz Multicriterial de Impacto Territorial (Marit), que avalia danos ambientais, urbanísticos e fundiários, além da vulnerabilidade social. Essa matriz define os alvos de demolições da Agefis.

Segundo a diretora-presidente da autarquia, Bruna Pinheiro, a agência só fez uma grande ação em área de risco. “A Defesa Civil nos notifica quando o risco é iminente. Retiramos a estrutura quando a casa está para cair. Foi assim na retirada de 120 famílias no Sol Nascente próximo a uma erosão [no Trecho 2]”, citou.

Além de as ações ocorrerem apenas na iminência de um desastre, outros entraves dificultam o trabalho. Liminares concedidas pela Justiça podem atrasar por mais de ano uma derrubada. Também complica uma retirada a necessidade de reassentamento das pessoas desalojadas/desabrigadas.

Sobre o pedido do Ministério Público de desocupação e demolição de prédios em Vicente Pires, Bruna Pinheiro disse ser preciso a contratação de uma empresa terceirizada.

“A demolição de um prédio não é simples. É um risco grande para o trabalhador e para as casas em volta, já que em Vicente Pires foram construídos de forma irregular. Estamos em processo de contratação de uma empresa terceirizada, falta definir se com recursos públicos ou dos próprios infratores”, destacou Bruna.

Não há necessidade de a Agefis agir, porém, em todos os casos de risco. Quem retira as pessoas com risco de morte é a própria Defesa Civil.

Regiões administrativas que têm áreas de risco definidas pela Defesa Civil

As 18 regiões administrativas com áreas de risco no DF são:

  • Águas Claras
  • Ceilândia
  • Estrutural
  • Fercal
  • Itapoã
  • Núcleo Bandeirante
  • Paranoá
  • Planaltina
  • Recanto das Emas
  • Riacho Fundo I
  • Samambaia
  • Santa Maria
  • São Sebastião
  • Setor de Indústria e Abastecimento (SIA)
  • Sobradinho II
  • Taguatinga
  • Varjão
  • Vicente Pires

Em todo o DF, de 2016 para 2017 a quantidade de casas em áreas de risco caiu de 4.762 para 4.733.

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Oktober Extra: mais de 80 rótulos de cervejas até 30% OFF

Redação

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Pixabay

Com inspiração na festa alemã, Oktoberfest, o Extra realiza, até o dia 24 de outubro, a primeira edição do Oktober Extra, o maior festival de cervejas do país com descontos de até 30% em mais de 80 rótulos nacionais e importados, além de comidas e outros produtos alusivos à celebração. As oportunidades são válidas para todas as lojas Extra Hiper, Supermercados Extra e Mercado Extra.

Além das ofertas em loja, os clientes cadastrados no Clube Extra, o programa de fidelidade gratuito da rede, poderão ativar no app descontos adicionais em diferentes estilos de cerveja como Weiss, Dunkel, Lager, Witibier, entre outros. A cada três dias, serão ofertados rótulos de diferente estilos com a promoção “Leve 10, Pague 6”, exclusivo para os clientes Clube Extra.

E como toda grande festa merece um celebração especial, o Extra terá ainda uma cerveja exclusiva para a data com um dos estilos da bebida mais comuns na festa alemã, o Marzen. A Marzen Oktober Extra foi produzida em parceria com a cervejaria artesanal Blondine e conta com um aroma suave e maltado, espuma densa e textura cremosa em uma cerveja de baixa fermentação. Além das cervejas especiais, os clientes da rede encontrarão durante a Oktober Extra produtos alemães típicos como linguiças, salsichas e salsichões, além de saborosos pratos para acompanhar a festa preparados pela seção de Rotisserie das lojas. Outros itens que também estarão com preços promocionais são petiscos e salgadinhos, produtos para churrasco e as seções de Bazar, Padaria e Confeitaria.

“O festival Oktober do Extra é mais uma ação que estamos impulsionando em nossas lojas para promover uma grande festa para nossos consumidores. A ação vai contar com produtos variados, alusivos à festa alemã, com descontos muito atrativos. Dessa maneira, o Extra convida seus consumidores a conhecerem novos rótulos e sabores de uma grande paixão nacional que é a cerveja”, detalha Christiane Cruz, Diretora de Marketing do Extra.

O Extra negociou antecipadamente com os seus fornecedores para garantir a adesão da indústria neste novo festival de celebração, garantindo inclusive degustações de algumas das principais marcas de cervejas nacionais e internacionais nas lojas. Para comunicar a novidade, o Extra fará mídia massiva em TV aberta, anúncios de jornal, forte comunicação digital, revista exclusiva, além de uma grande novidade com ação exclusiva em um dos quadros do reality show A Fazenda, da TV Record. Além disso, todas as unidades Extra Hiper, Supermercados Extra e Mercado Extra entrarão no clima de festa da Oktober, com peças exclusivas decorando as lojas e através de painéis tematizados com o tema para que os clientes possam tirar fotos e compartilhar a divertida experiência.

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Cidades

BRB abre inscrições para curso de educação financeira

Redação

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Reprodução/Google Imagens

O Banco de Brasília abriu inscrições para a última turma de educação financeira deste ano. O curso ocorrerá de 5 a 7 de novembro, das 18h45 às 21h45, na Gerência de Desenvolvimento de Pessoas da Instituição, na 410/411 Sul.  Durante os três dias serão abordados os seguintes temas: “O que fazer para ter uma vida financeira equilibrada?”, “Planejamento Financeiro – Onde quero chegar?” e “Investimento Financeiro – Projetando o Futuro”.

As inscrições podem ser feitas por meio do e-mail [email protected]. É necessário enviar o nome completo, para posterior emissão do certificado, e o telefone para contato. A confirmação da inscrição será feita também por e-mail.

Em 2018 foram oferecidos seis cursos e que atenderam, ao todo, 2.750 pessoas. Desde 2012, quando o projeto teve início, 35.387 pessoas já participaram das palestras e dos cursos. “Ficamos muito satisfeitos com o crescimento do projeto. A procura constante das pessoas pelo curso nos faz acreditar que os conhecimentos repassados têm realmente ajudado as pessoas a reorganizarem sua vida financeira”, destacou a gerente de desenvolvimento de pessoas do BRB, Karoline Cunha.

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Extra e Pão de Açúcar abrem 350 vagas de emprego em Brasília

Redação

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Ana Lícia Menezes

O Extra e o Pão de Açúcar, bandeiras do GPA, estão com 350 vagas em Brasília. São 300 vagas para operador de loja e 50 para jovem aprendiz.

Para se candidatar às vagas de operador de loja, os interessados devem ter ensino fundamental completo e mais de 18 anos. Além de salário compatível com o mercado, os funcionários vão receber seguro de vida, assistência médica, assistência odontológica, extensão da licença maternidade, enxoval do bebê, cartão da mamãe, refeição no local de trabalho, vale alimentação, vale transporte, cartão multicheque e cooperativa de crédito.

Já os candidatos às vagas de Jovem Aprendiz devem estar cursando ou ter completado o ensino médio, e ter entre 18 e 23 anos. Além do salário, o profissional irá receber seguro de vida, assistência médica, refeição no local de trabalho e vale transporte. Não é necessário ter experiência anterior na área.

Para se candidatar é necessário acessar o site www.gpabr.com/vagas e clicar em “Veja nossas vagas”. Depois o interessado deve pesquisar pelo código “MUOPE1445535 – Operador de loja – Minas, DF, GO, MT, MS” ou “Aprendiz Operador” (de acordo com a vaga pretendida), selecionar a região escolhida e clicar em “Cadastrar-se e candidatar-se”. É importante que o interessado fique atento ao e-mail, pois todo contato com o candidato será feito por ele.

Conheça as vagas

Operador de loja

Oportunidade para trabalhar como operador de Caixa, Repositor de Mercadorias ou Atendente de balcão, em setores como Açougue, Frios, FLV, Peixaria, Padaria, Confeitaria e Rotisserie. As principais atividades exercidas são de atendimento ao cliente, recebimento e reposição de produtos, precificação e organização da loja.

Salário + Benefícios (Seguro de Vida, Assistência Médica, Assistência Odontológica, Extensão da Licença Maternidade, Enxoval do Bebê, Cartão da Mamãe, Refeição no local de trabalho, Vale Alimentação, Vale Transporte, Cartão Multicheque, Cooperativa de Crédito).

Escala de trabalho: 6X1 Horário: período tarde/noite (com início a partir das 14h ou 15h).

Aprendiz operador

Atendimento ao cliente, abertura e fechamento de caixa, abastecimento e precificação de mercadorias, conferência de validade, limpeza e organização do setor, devolução de produtos nas gôndolas.

Salário + Benefícios (Seguro de Vida, Assistência Médica, Refeição no local de trabalho, Vale Transporte).

Escala de trabalho: CIEE 10hs às 16hs ou 14hs às 20hs – Sexta, Sábado, Domingo e Segunda ou Terça, Quarta, Sábado e Domingo (escala varia de acordo com a Bandeira – irá trabalhar no Extra ou Pão de Açúcar). Além de um dia de curso na instituição.

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Brasília, 16 de outubro de 2018

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