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LUMAS e Sambar&Love

Dia das Mães: criatividade na hora de presentear para fugir da mesmice

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Foto/Imagem: Divulgação


Todo ano é a mesma coisa, aquela indecisão na hora de comprar o presente para o Dia das Mães. De acordo com a Fecomércio, 32,40% das pessoas pretendem comprar roupas; 27,75% devem optar por calçados; 17,52% escolherão cosméticos e/ou perfumes. 33,97% dos consumidores disseram que vão sair para comprar os presentes aos sábados. Mas como sair do óbvio e surpreender a mulher da sua vida?

As marcas LUMAS e Sambar&Love lançaram camisetas com estampas que trazem a realidade sobre a maternidade e também demonstram o amor pelas mamães. Os eletrodomésticos que lutem!

A LUMAS, marca lançada no meio de 2020, reforça o empoderamento feminino e é comandada por três mulheres: Laura Christine, Fernanda Sales e Yasmin Franklin. O trio decidiu tirar um sonho antigo do papel, durante a pandemia, de criar uma camiseteria com frases de empoderamento feminino.

“Desde 2014, tinha vontade de montar um negócio de camisetas com frases para despertarem e apoiarem mulheres. E, ano passado, mesmo em meio a crise da pandemia, dei o pontapé inicial. Aproveitamos que o mundo todo estava migrando para o digital, então, o investimento para abrir uma loja caiu bastante. Foi a hora certa”, explica Fernanda, uma das sócias.

Vida real

As camisetas da LUMAS desromantizam a maternidade e trazem a vida real. “Cansada a um passo do surto”, “Ainda não sei o que estou fazendo”, “A mãe está cansada” e “Cadê a mãe dessa criança?” são algumas das estampas.

“O peso da carga da romantização da maternidade uma hora estoura. Mesmo sem querer, este ideal de mulher como mãe acaba oprimindo as mulheres que não querem ser mães por destoarem deste padrão. Além disso, as mães reais se sentem frustradas por não estarem sempre felizes e satisfeitas como as mães das famílias de propaganda de margarina. Não discutir socialmente sobre as dificuldades enfrentadas pelas mulheres na gestação, no pós-parto e na divisão de tarefas de tutoria dos filhos com os pais, nos dificulta na hora de enxergar a parte difícil da maternidade”, explica Fernanda.

Amor estampado

A Sambar&Love, que reúne mais de 200 mil seguidores nas redes sociais e um número expressivo de clientes no Distrito Federal e Rio de Janeiro, também lançou uma estampa exclusiva para comemorar o Dia das Mães: “Exemplo, amiga, parceira e mãe.”

A confraria nasceu após Ana Paula, de 32 anos, descobrir que estava grávida. No início, eram apenas nove estampas de camisetas com frases de futebol. Hoje, são mais de 400. Entre os clientes clientes estão o craque Neymar e o ator e cantor Thiago Martins.

“Me sentia muito angustiada pois não sabia o que fazer quando terminasse a licença maternidade. Apesar de muito envolvida e ansiosa pela chegada do bebê, não queria abrir mão da rotina imobiliária que vivia desde os 18 anos.”

Foi quando Bruno Rafael teve a ideia de vender camisas pela internet pra que Ana tivesse uma renda e pudesse se dedicar ao filho recém-nascido. O objetivo era que Ana conseguisse vender 1 camisa por dia, atingindo uma meta de aproximadamente R$ 1.500 sem sair de casa e sem ter que deixar o filho pequeno na creche.

“Entre uma troca e outra de fralda, choro, cólica, amamentação e todas dificuldades de uma mãe de primeira viagem, eu usava as madrugadas para dobrar e embalar as camisas para que Bruno, antes de ir para o trabalho, pudesse postar nos Correios”, explica.

Alta nas vendas

O Sindicato do Comércio Varejista (Sindivarejista-DF), que representa 30 mil donos de lojas em entrequadras e shoppings, estima que o lucro no comércio deve crescer 2% no Dia das Mães. Em 2020, quando o país sentia os primeiros efeitos econômicos da crise sanitária, os ganhos do setor nacional tiveram queda de 41% na ocasião.

De acordo com uma pesquisa da Federação do Comércio do Distrito Federal do Distrito Federal (Fecomércio-DF) 63,55% dos consumidores entrevistados irão presentear neste Dia das Mães. E a média do valor de cada presente não deverá superar R$ 114,96.

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#VacinaDF

GDF inclui vigilantes como prioridade na vacinação contra a Covid-19

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O Governo do Distrito Federal (GDF) incluiu a categoria de vigilantes como prioridade na vacinação contra a Covid-19. A decisão ocorreu após reunião do governador Ibaneis Rocha com o secretário de Saúde, Osnei Okumoto, e os deputados distritais Rafael Prudente e Robério Negreiros, nesta quarta-feira (16).

Na reunião, foi definido que a cada entrega semanal de vacinas, três mil doses serão destinadas a todos os vigilantes, independentemente de trabalharem em escolas e bancos. Vale lembrar que os vigilantes que atuam em estabelecimentos de saúde já foram vacinados.

Os profissionais que trabalham em bancos e escolas serão imunizados no mesmo calendário elaborado para professores e bancários. A vacinação também vai chegar para os terceirizados que atuam em escolas e bancos. “Decidimos incluir a categoria de vigilantes porque sabemos o quanto eles estão expostos e o quanto são importantes pelo serviço que prestam, seja em escolas, bancos e outros lugares. Boa parte será vacinada junto dos professores e bancários e assim vamos imunizando todos”, disse Ibaneis Rocha.

“Os vigilantes da Saúde foram vacinados, mas sensibilizamos o governador Ibaneis Rocha a incluir não só os vigilantes, mas também os terceirizados para que eles sejam imunizados junto dos professores e bancários. A partir da semana que vem, três mil vacinas de primeira dose serão destinadas exclusivamente à categoria dos vigilantes restantes”, destacou Robério Negreiros.

Para o deputado Rafael Prudente, a iniciativa traz o “reconhecimento justo a esses profissionais que desempenham importante função no atendimento à população”. “Eles precisam ser protegidos contra o coronavírus”, afirmou.

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Pablo Prado

Marco Legal das Startups facilita a criação de novos empreendimentos no Brasil

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Redação
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O Presidente Jair Bolsonaro sancionou, em 1º de junho de 2021, a Lei Complementar nº. 182/2021, o chamado Marco Legal das Startups e do Empreendedorismo Inovador, criando um regime próprio para as empresas que se destinam ao desenvolvimento de produtos e serviços inovadores e com apelo tecnológico.

A Lei define como startup as empresas nascentes ou em operação recente, cuja atuação caracteriza-se pela inovação aplicada a modelo de negócios ou a produtos ou serviços ofertados.

São exemplos de startups, no Brasil, já consolidadas, C6 Bank, Nubank, iFood, Quinto Andar e PagSeguro.

Estas empresas já alcançaram a condição de ‘unicórnio’, que é quando uma empresa possui valor de mercado de pelo menos US$ 1 bilhão, e por isso, não se valerão das regras do Marco Legal das Startups.

Isto porque a Lei estabeleceu que poderão ser consideradas startups as empresas com faturamento anual de até R$ 16 milhões e que possuam até 10 anos de existência.

Além disso, a lei exige que a empresa traga expresso em seus atos constitutivos que fazem uso do modelo de negócio inovador em sua atividade, podendo adotar qualquer forma empresarial.

Especialistas do mercado celebraram a edição do marco legal, dado o importante acréscimo de segurança jurídica trazida aos investidores, ao prever que estes não são responsáveis pelas dívidas da empresa.

Pela Lei, o investidor que realiza aportes de capital (venture capital) sem ingressar no capital social não poderá ser considerado sócio, e nem poderá exercer poder de voto ou ingerências na empresa investida.

Este aspecto é absolutamente importante, pois o modelo de negócio das startups conta em absoluto com capital de risco de investidores que não querem – e agora não podem – ser responsabilizados por eventuais fracassos e dívidas da empresa. Este ponto torna o ambiente negocial mais atrativo, dada a diminuição de riscos, trazendo melhores perspectivas de investimentos para o setor.

Outro ponto importante da lei está relacionado a criação de um regime especial de licitações, destinado à aquisição de soluções tecnológicas produzidas por este tipo de empresas.

A Lei cria a chamada “modalidade especial” e prevê que Administração Pública poderá abrir licitações voltadas para a aquisição de uma solução a uma demanda, que possa ser resolvida pelo emprego da tecnologia, deixando às empresas do setor a formatação da solução.

Trata-se de uma mudança importante no cenário negocial e jurídico, diante das diversas implicações que a legislação trará, sobretudo no ambiente de licitações, uma vez que a Administração Pública definitivamente não está habituada aos conceitos, dinamismo e risco do setor, o que demandará um grande período de maturação e curva de aprendizagem.

*Pablo Prado, advogado especialista em Direito Administrativo do Dias, Lopes & Barreto Advogados.
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