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DF contra o Aedes

Dia D contra a dengue visitou 1.210 imóveis em cinco cidades

Redação

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Foto/Imagem: Divulgação/Secretaria de Saúde


Cinco cidades do Distrito Federal receberam agentes de vigilância e bombeiros em mais uma ação de combate à dengue. Foram visitados 1.210 imóveis em Ceilândia, Fercal, Vicente Pires, Vila Planalto e Planaltina, durante todo o sábado (14). Dessa vez, devido ao decreto publicado pelo governador Ibaneis Rocha em relação ao coronavírus, não houve concentração dos profissionais envolvidos, como em outras ações do Dia D.

A região com o maior número de imóveis no roteiro foi Planaltina, onde 294 foram visitados. Porém, desse total, 88 estavam fechados e outros nove barraram o acesso. Foram encontrados 696 depósitos, mas seis precisaram ser tratados e dez eliminados. Três focos do mosquito foram encontrados.

No Setor O, em Ceilândia Norte, foram visitados 288 imóveis. Encontraram 562 depósitos, sendo que 92 foram tratados, 12 eliminados e dois focos encontrados. Na Vila Planalto, dos 259 imóveis da rota, 177 estavam abertos. Foram encontrados 896 depósitos, seis tratados, um eliminado e dois imóveis com foco do mosquito.

A Rua 6 de Vicente Pires teve 152 imóveis vistoriados. Foram encontrados 337 depósitos. Na região, dez imóveis tinham foco do mosquito. Porém, a cidade com maior número de focos encontrados foi a Fercal, com 13. Na região, dos 102 imóveis selecionados, apenas 81 estavam abertos e puderam receber tratamento e focos eliminados.

A mobilização contou com o trabalho de 250 bombeiros militares e 100 agentes da vigilância ambiental. Além de 15 viaturas do Corpo de Bombeiros e dez viaturas da Vigilância Ambiental.

O objetivo do Dia D de Combate à Dengue é mobilizar a população e órgãos públicos para as ações de enfrentamento à doença. Além disso, visa orientar a população sobre o combate correto ao mosquito transmissor da dengue.

#temquevacinar

Saúde prorroga vacinação contra a gripe até o dia 30 de junho

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Foto/Imagem: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Saúde anunciou a prorrogação da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe até o dia 30 de junho. Terceira e última fase da campanha iria até o dia 5 de junho. Porém, o baixo índice de vacinação de grupos prioritários motivou a prorrogação da campanha.

Os grupos prioritários da terceira fase são formados por pessoas com deficiência, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, puérperas, professores e pessoas de 55 a 59 anos de idade. De 77,7 milhões de pessoas que fazem parte desse público, apenas 63,53% receberam a vacina. O Ministério da Saúde espera, com a prorrogação, alcançar mais 28,3 milhões de pessoas.

A vacina contra influenza não tem eficácia contra o novo coronavírus, porém, neste momento, ajuda os profissionais de saúde na exclusão do diagnóstico para a Covid-19, já que os sintomas são parecidos. E, ainda, ajuda a reduzir a procura por serviços de saúde, já bastante demandados por conta da epidemia do novo coronavírus.

Até o momento, 74,9 milhões de doses da vacina já foram distribuídas aos estados para garantir a imunização do público-alvo da campanha. Os professores, parte do grupo prioritário, devem apresentar o crachá funcional para comprovar o vínculo com alguma instituição de ensino.

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Vamos vencer juntos

Recuperados da Covid são quase 7 vezes maior que o nº de mortos

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Foto/Imagem: Sergei Karpukhin/TASS

De acordo com o último boletim do Ministério da Saúde divulgado nesta sexta-feira (29), o Brasil chegou a 189.476 pacientes recuperados da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Com isso, o total de pessoas que venceram a doença é quase sete vezes maior que o número de óbitos registrados.

Os infectados pelo vírus somam 465.166 casos confirmados. Desse total, 247.812 pessoas estão em acompanhamento. O país registrou ainda, 1.124 novas mortes, totalizando 27.878. A taxa de letalidade está em 6%.

Ranking

Em número de casos confirmados, o ranking tem São Paulo (101.556), Rio de Janeiro (47.953), Amazonas (38.909), Ceará (38.395) e Pará (36.486). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Pernambuco (32.255), Maranhão (30.482), Bahia (16.917), Espírito Santo (12.903) e Paraíba (12.011).

Mortes

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de óbitos (7.275). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (5.079), Ceará (2.859), Pará (2.827) e Pernambuco (2.669).

Além disso, foram registradas mortes no Amazonas (2.011), Maranhão (911), Bahia (609), Espírito Santo (560), Alagoas (406), Paraíba (327), Rio Grande do Norte (268), Minas Gerais (257), Rio Grande do Sul (213), Amapá (207), Paraná (173), Distrito Federal (154), Piauí (146), Rondônia (145), Sergipe (142), Acre (135), Santa Catarina (134), Goiás (119), Roraima (108), Tocantins (70), Mato Grosso (56) e Mato Grosso do Sul (18).

Continue me casa. Se precisar sair, use máscara.

Isso tudo vai passar!

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Sala de Situação

GDF tem 322 leitos de UTI e 504 de enfermaria para tratar a Covid

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Redação
Foto/Imagem: Breno Esaki/Secretaria de Saúde

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal possui, em 16 hospitais da rede pública, 3.682 leitos gerais de enfermarias registrados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e 359 leitos gerais de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Para o tratamento do novo coronavírus Sars-CoV-2, a Secretaria de Saúde possui um total de 504 leitos de enfermarias, divididos entre o Hospital Regional da Asa Norte (327) e o Hospital de Campanha do Mané Garrincha (177). Nesta sexta-feira (29), às 11h05, havia 184 leitos de enfermaria ocupados por pacientes com Covid-19 ou suspeita, uma taxa de ocupação de 36,51%.

Para os casos mais graves, são 322 leitos públicos (UTI Covid-19) disponíveis para os pacientes do coronavírus com com suporte de ventilação mecânica. Destes, 130 estavam ocupados e 192 reservados até a última atualização às 11h25 desta sexta-feira (29), na Sala de Situação. A taxa de ocupação representa 40,37%.

Rede privada

Além dos leitos Covid-19 da rede pública de Saúde (que inclui os próprios da rede, conveniados e os contratados na rede privada), a rede de hospitais privados dispõe de 212 leitos de UTI para atender os pacientes acometidos pela doença, estando 143 ocupados, 4 bloqueados e 65 vagos, com taxa de ocupação de 69,34%. Os dados foram atualizados na Sala de Situação, às 11h25.

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