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Mais graves primeiro

Complexo regulador da Saúde prioriza quem mais precisa de atendimento

O governo de Brasília dá mais um passo para que a rede pública de saúde fique mais bem organizada. Além de fortalecer a atenção primária, a Secretaria de Saúde aprimora o acesso às redes secundária (média complexidade) e terciária (alta complexidade), que será ordenado pelo complexo regulador.

Como no restante do processo de organização, o princípio é garantir prioridade no atendimento a quem mais precisa. “Regular é colocar o paciente certo, na hora certa, no lugar certo”, resume o diretor do complexo, Sandro Rodrigues.

Segundo ele, essa regulação é feita por médicos, enfermeiros e técnicos administrativos, com base no histórico do paciente. “Por isso é tão importante que as informações sejam o mais detalhadas possíveis.”

Antes desse modelo, conta Rodrigues, muitos procedimentos eram marcados dentro das próprias unidades de saúde, sem uma avaliação de cada caso.

“Muitas vezes, pacientes graves, que precisavam realmente do atendimento, eram mantidos lá para o fim, mas isso demorava”, detalha o diretor. “Alguns, inclusive, com risco de morte.”

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Agora, a lista prioriza casos mais graves, mas é dinâmica e mantém a cronologia (ordem de chegada) como critério para situações semelhantes (pessoas da mesma idade, por exemplo).

Para Rodrigues, a regulação também protege o paciente saudável — que muitas vezes, sem precisar, se submete a exames invasivos — e otimiza o investimento na saúde pública, evitando, por exemplo, gasto com consultas desnecessárias.

Composição do complexo regulador da Saúde

Ainda em estruturação, o complexo terá as seguintes unidades:

  • Central de Regulação de Urgência e Emergência;
  • Central de Regulação de Internação Hospitalar (responsável por regular leitos de unidade de terapia intensiva — UTI — e de enfermagem em geral);
  • Central de Regulação Ambulatorial (para consultas com especialistas focais, como cardiologista e neurologista, e os procedimentos relacionados a eles, a exemplo da ressonância magnética);
  • Central de Regulação de Transplantes de Órgãos;
  • Central de Regulação para Transporte Sanitário (para organizar o transporte de pacientes de uma unidade para outra, por exemplo);
  • Central de Regulação de Cirurgia Eletiva;
  • Central de Regulação Interestadual (para avaliar a prioridade de pacientes que vêm de outras partes do País).

Algumas delas já existiam e foram vinculadas ao complexo, como a Central de Regulação de Urgências — conhecida como Central do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Nela, é avaliado se o paciente precisa do atendimento de urgência.

Essa também é a situação da Central de Regulação de Transplantes de Órgãos, que analisa quem tem prioridade para receber determinado órgão.

Na Central de Regulação de Internação Hospitalar, a parte de leitos de UTI já é regulada. Agora, a secretaria trabalha para implementar a regulação dos leitos gerais até o fim de janeiro.

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Nos atendimentos ambulatoriais, parte dos procedimentos era regulada. O esforço é para que, até o fim de fevereiro, todos os serviços sejam marcados pelo complexo.

De setembro a dezembro, a secretaria organizou o sistema de informação para que ela receba os dados referentes a todas as unidades de saúde do DF.

Ainda como parte da estruturação, o restante da rede deve enumerar qual é a carteira de serviços disponível em cada uma para que isso seja repassado aos pacientes.

Em março, deve ser implementada a central referente à cirurgia eletiva. Atualmente, a Saúde estuda qual é a melhor forma de regular o transporte sanitário.

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