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Entrada franca

Começa nesta sexta-feira a 4ª Festa da Goiaba de Brazlândia

Redação

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Foto/Imagem: Tony Winston/Agência Brasília


Começa nesta sexta-feira (8) e vai até domingo (10) a 4ª Festa da Goiaba de Brazlândia. Durante os três dias de evento, o público poderá visitar o Empório da Goiaba, onde serão comercializados vários produtos derivados da fruta – doces, geleias, licores, sucos, bolos e a tradicional goiabada cascão. Haverá também exposição e venda de flores e plantas ornamentais.

Embora a festa comece na noite de sexta-feira (8), a abertura oficial do evento será no sábado, às 9h30, com um café da manhã especial e um bolo de goiaba de 4 metros. O evento é promovido pela Emater-DF em parceria com a Associação Rural e Cultural de Alexandre de Gusmão (Arcag) e a Administração Regional da cidade.

A goiaba é um dos destaques da produção agrícola de Brasília. Neste ano, a previsão é de que a produção da fruta atinja 12.023 mil toneladas, um aumento de 32,6% em relação à produção de 2018, que foi de 9.066 toneladas. O comércio da fruta deve movimentar R$ 223 milhões neste ano.

Atualmente, cerca de 90 produtores cultivam a goiaba em sistema convencional e orgânico em Brazlândia. A safra ocorre entre fevereiro e abril, com uma safrinha que vai de setembro a novembro. As principais variedades são a Pedro Sato, para consumo in natura, e a Paluma, voltada para a indústria. Duas novas cultivares — Tailandesa e Cortbel — também vêm sendo desenvolvidas na região.

4ª Festa da Goiaba de Brazlândia

  • Data: 8 a 10 de março (sexta a domingo)
  • Horários: de 19h às 22h (sexta); de 10h às 22h (sábado e domingo)
  • Local: Salão da Arcag – BR-080, km 13, Brazlândia-DF
  • Entrada franca

Dia 27 de julho

Fabiana Cozza faz tributo a Dona Ivone Lara no Clube do Choro

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Foto/Imagem: Marina Decourt

A cantora paulistana Fabiana Cozza – considerada pela crítica especializada uma das mais importantes intérpretes da música brasileira contemporânea – apresenta em Brasília o CD Canto da noite na boca do vento, com repertório todo dedicado à Dona Ivone Lara, no Clube do Choro, no dia 27 de julho (sábado), às 21h. No palco, Fabiana Cozza e o violonista Alessandro Penezzi estarão acompanhados por Douglas Alonso (percussionista) e Henrique Araújo (cavaquinhista e bandolinista).

No repertório do show, Cozza vai interpretar clássicos de Dona Ivone Lara como ‘Enredo do Meu Samba’ e ‘Alguém Me Avisou’. Ela vai cantar todo o CD Canto da noite na boca do vento, cujo nome faz referência a um verso do samba ‘Sonho Meu’. Fabiana conta que além dos sucessos também quis privilegiar um ‘lado B’ da compositora e algumas parcerias importantes da sambista carioca como Délcio Carvalho (seu principal parceiro), Silas de Oliveira, Jorge Aragão entre outros.

Fabiana Cozza lembra que a Grande Dama do Samba foi uma das suas principais influências, tendo a oportunidade de conviver e dividir o palco e estúdio com Dona Ivone. Por isso a opção de colocar uma lupa sobre as melodias dos sambas escolhidos. “Queria essa coisa acústica, quase ao pé do ouvido. É um trabalho para valorizar a voz, a melodia e a letra. Na roda de samba, tem tanta coisa acontecendo que muita coisa se perde. Neste momento social em que ninguém ouve ninguém, não só no sentido da audiologia, mas do ponto de vista metafísico e filosófico, eu propus escutar o outro. E a gente precisa de um ouvinte amoroso”, finaliza.

Fabiana Cozza é cantora e jornalista, sua caminhada passa pelo teatro, pela dança e pela música. Vencedora do Prêmio da Música Brasileira 2012 – Melhor Cantora de Samba, Cozza atuou em musicais com temática brasileira no início da vida artística, aprimorando sua expressão cênica e interpretação, qualidades que saltam aos olhos de qualquer expectador.

No currículo, a experiência de cantar ao lado de nomes respeitados como Elza Soares, Leny Andrade, João Bosco, Zimbo Trio, Banda Mantiqueira, Eduardo Gudin, Francis Hime, Ivan Lins, Leci Brandão, Dona Ivone Lara, Luiz Melodia e Orquestra Jazz Sinfônica.

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Entrada franca

Orquestra Sinfônica inicia programação do 2º semestre

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Foto/Imagem: Pedro Ventura/Agência Brasília

Depois de um breve recesso, a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro volta com peças do classicismo dos austríacos Joseph Haydn e Wolfgang Amadeus Mozart ao romantismo do checo Antonín Dvořák.

“Haydn é o grande mestre da sinfonia clássica, tendo composto 104 peças. A de número quatro, do início da carreira do autor, é muito leve, de instrumentação ligeira, e remete, como o título antecipa (A manhã), a uma abertura lenta, que se desenvolve num movimento rápido”, explica o maestro Cláudio Cohen, que conduzirá a orquestra.

Em seguida, a Sinfônica executará uma das obras mais populares de Mozart, Pequena Serenata Noturna. “Trata-se de uma obra da fase madura do autor, de desenvolvimento coeso no fraseado e na estrutura”, ensina o regente.

Finalmente, Dvořák introduz o romantismo, já no século XIX, com seu apelo às emoções, movido na peça pelo lirismo emprestado pelas cordas.

“Nas obras de Mozart e Dvořák, teremos somente cordas, e na Sinfonia de Haydn estaremos diante de uma orquestra clássica com cordas, madeira e metais, mas sem percussão”, sintetiza Cohen.

Concerto clássico-romântico

  • Dvorak – Noturno Op.40
  • Mozart – Eine Kleine Nachmusik
  • Haydn – Sinfonia 6 Le matin
  • Terça-feira, 16 de julho, no Cine Brasília, às 20h
  • Entrada franca, sujeita à lotação do espaço

 

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Dias 19 e 20 de Julho

Entrada gratuita: Divas do Samba homenageia Dona Ivone Lara

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Foto/Imagem: Dhi Ribeiro/Divulgação

O samba pede passagem na Capital Federal! A segunda edição do projeto Divas do Samba, um projeto da Beco da Coruja e Maria Maria Produções, chega rendendo tributo a uma de suas grandes damas. “Dona Ivone Lara, a Rainha do Samba” será interpretada por mulheres de diversas partes do país.

Na sexta (19), Anna Christina (DF), Juliana Ribeiro (BA) e Dhi Ribeiro (DF) revezam-se na área externa do Museu da República. No sábado (20), é a vez de Fabiana Cozza (SP), Karynna Spineli (PE) e Cris Pereira (DF). Em cada noite, as intérpretes serão acompanhadas por uma banda de Brasília.

Com músicas e histórias da vida de Dona Ivone, o projeto quer ressaltar a importância da sambista e compositora para a cultura brasileira. “Ela foi um ícone, numa época onde a mulher não tinha espaço e tão pouco ocupava as rodas de samba do país”, conta Ellen Oliveira, idealizadora do projeto. “Também cantar a força das mulheres, ocupar cada vez mais um espaço que é delas. Lugar de mulher é onde ela quiser, inclusive fazendo samba”, acrescenta.

Além dos shows, o festival investe em ações de acessibilidade. Para o público surdo, um palco com as caixas de sub-graves posicionadas na frente do palco para que possam sentir a vibração da música e uma área reservada com palco suspenso para as pessoas com deficiência visual, idosos e pessoas com mobilidade reduzida. Haverá ainda interpretação em libras e audiodescrição durante os shows.

Sexta-feira, 19 de julho

Anna Christina (DF)
Uma das maiores representantes do Samba brasiliense. A Anna tem uma versatilidade incrível, versa do axé ao pop rock, passa pela bossa-nova, mas tem um domínio incrível quando fala de samba. Com 26 de carreira, já rodou o Brasil e o mundo cantando samba. Em Salvador e no Rio de Janeiro, cantou nas principais casas de samba, sempre com casa cheia e aclamada pela crítica musical. Já dividiu o palco com grandes nomes como Jorge Aragão, Dona Ivone Lara, Monarco, Zé Luiz do Império, Toninho Geraes, Tia Surica e Zeca Pagodinho.

Juliana Ribeiro (BA)
Essa baiana arretada é um dos maiores nomes do samba em Salvador. Quem já ouviu a voz dessa mulher garante que ela é dona de uma dos timbres mais lindos que se tem notícia. Com forte influência dos ritmos africanos, o repertório da Juliana vem com muito Lundu, o Jongo, o Maxixe, os Sembas Angolanos, o Batuque e os Sambas-de-Roda. De quebra, ela ainda é historiadora e mestre em Cultura e Sociedade, com pesquisas que desnudam a história do samba. E claro, todo esse conhecimento ela traz para o palco, com um show que resgata as origens do samba!

Dhi Ribeiro (DF)
Quem já respirou em uma roda de samba em Brasília, conhece o trabalho dessa mulher! Uma das vozes mais marcantes do samba brasiliense não podia ficar de fora do Divas do Samba. Com 31 anos dedicados à música, Dhi Ribeiro é uma das maiores representantes do samba no DF. Com domínio de um repertório que passa por várias vertentes do samba, no seu último DVD focou no tema afro, com inspiração na diáspora negra. Dhi canta o sincretismo religioso, sambas de romance, sambas de roda, tudo tratado com as cores da mulher moderna e empoderada.

Sabádo, 20 de julho

Fabiana Cozza (SP)
Gente, vocês não tem noção do que é a VOZ dessa mulher. É de uma potência absurda. Não por acaso essa paulistana é apontada críticos e público como uma das importantes intérpretes da música brasileira contemporânea. Se você ainda não viu um show da Fabiana, eu garanto que está perdendo uma oportunidade única. Ela é MUITO incrível, só vendo pra crer. A Fabiana já venceu DUAS vezes o Prêmio da Música Brasileira, em 2012 e 2018, respectivamente “Melhor cantora de samba” e “Melhor CD de língua estrangeira”. Além do samba, manda super bem no jazz, e já foi convidada pelas maiores Big Bands europeiras para se apresentar em festivais do gênero na Europa e Ásia.

Karynna Spinelli (PE)
Uma das maiores vozes do samba pernambucano, Karina interpreta grandes mulheres negras do Samba e da Cultura Popular Brasileira. Ela canta a resistência da mulher na história do Samba relembrando as canções de Ivone Lara, Leci Brandão, Alcione, Lia de Itamaracá, Jovelina Pérola Negra, Clementina de Jesus e Tia Ciata. Além da forte percussão que marca o seu trabalho, Karynna traz nas canções a louvação a divindades femininas do candomblé. No repertório ela vai misturar samba, ciranda, batuque e macumba, para celebrar o empoderamento da mulher!

Cris Pereira (DF)
Mais uma das maiores representantes do samba brasiliense! Dona de uma voz suave, Cris Pereira está com as raízes fincadas no samba, mas passeia por outros estilos da Música Popular Brasileira. No repertório, não faltam canções que abordam a questão racial, tema que sempre chamou a atenção da artista. Finalista do Prêmio Sesc de Música Tom Jobim (2009) e do Prêmio da Música Popular Brasileira (2010) na categoria Ivone Lara, Cris também é idealizadora e integrante dos projetos “Nós Negras”.

Divas do Samba

  • Dias: 19 e 20 de Julho
  • Horário: a partir de 20h
  • Local: Museu Nacional da República
  • Livre para todas as idades
  • Entrada Gratuita
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