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R$ 4,169 a cada 100kWh

Com bandeira vermelha, conta de luz de maio ficará mais cara em todo o país

Redação

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Foto/Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que a conta de luz ficará mais cara em maio. A tarifa sofrerá acréscimo de R$ 4,169 a cada 100kWh consumidos e passa ao patamar vermelho. De acordo com a Agência, o mês de maio dá início ao período mais seco do ano e, com isso, os principais reservatórios do país têm o nível de abastecimento reduzido.

“Essa conjuntura sinaliza patamar desfavorável de produção pelas hidrelétricas e elevada necessidade de acionamento do parque termelétrico, pressionando os custos relacionados ao GSF (risco hidrológico) e o (PLD) preço da energia no mercado de curto de prazo”, afirmou a Aneel em comunicado.

Ainda segundo o órgão, abril foi o mês com pior aporte hidráulico da história do SIN (Sistema Interligado Nacional). O mês é conhecido por marcar o fim do período de transição entre as estações úmida e seca.

Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico (GSF, na sigla em inglês) e o preço da energia (PLD).

As bandeiras tarifárias funcionam da seguinte maneira. As cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração, sendo a bandeira vermelha a que tem um custo maior e a verde, o menor.

A agência recomenda que, diante da cobrança da tarifa vermelha, os consumidores façam uso consciente dos aparelhos elétricos e evitem o desperdício de energia.

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AstraZeneca/Fiocruz

Governo federal anuncia distribuição de 3,9 milhões de vacinas nesta semana

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Foto/Imagem: Dirk Waem/Reuters

O Ministério da Saúde enviará mais 3,9 milhões de vacinas AstraZeneca/Fiocruz para todos os estados e o Distrito Federal, a partir desta segunda-feira (10).

A Região Norte receberá 281,4 mil doses, a Região Nordeste terá 984,1 mil doses e a Região Centro-Oeste receberá 294,1 mil doses. Já as regiões Sudeste e Sul receberão 1,79 milhão e 624,3 mil doses, respectivamente.

Além disso, o Ministério da Saúde distribuiu, ontem (7), quase 1 milhão de doses da CoronaVac/Butantan para uso apenas como segunda dose (D2). A ideia é completar os esquemas vacinais de mais de 900 mil pessoas.

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Tudo on-line

Startup Take Blip oferece 30 mil bolsas para formar desenvolvedores

Redação

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Redação
Foto/Imagem: Pexels

A startup Take Blip, plataforma de chatbots, vai oferecer mais de 30 mil bolsas de estudos para formação em linguagens de programação. Neste primeiro momento, serão distribuídas 10 mil vagas para o programa Take Blip Fullstack Developer, que visa formar desenvolvedores generalistas.

No fim das aulas, serão selecionados 300 novos desenvolvedores para compor um banco de talentos e disputar vagas na própria Take Blip e em outras empresas parceiras.

O programa de formação é on-line, gratuito e não há pré-requisitos para a participação. Os interessados devem se inscrever, até o próximo dia 27 de maio, na página da Órbi Academy, responsável pelo conteúdo. Além da parte teórica, os estudantes terão acesso a desafios de projetos e desafios de códigos práticos.

A trilha de aprendizagem conta com 97 horas e está dividida em 17 módulos. Entre os instrutores, estão profissionais de grandes empresas, como XP Investimentos, QuintoAndar, Banco Safra, LuizaLabs e EBANX.

Para Daniel Costa, diretor de recursos humanos da Take Blip, o programa é uma forma de democratizar o aprendizado e criar oportunidades no mercado de trabalho. “Qualquer pessoa que tenha interesse poderá ter acesso aos bootcamps. Até mesmo quem não é da área de tecnologia poderá transformar sua carreira e se candidatar às vagas em Take Blip e outras empresas de ponta”, garante.

Atualmente, o Brasil sofre com a escassez de profissionais de tecnologia. Um levantamento da Brasscom (Associação das Empresas de TI e Comunicação) mostra que isso vai piorar e, até 2024, a demanda por profissionais desta área deve chegar a 420 mil.

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