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Cidades

Colônia de férias com 38 anos de tradição no Rio de Janeiro chega a Brasília

Redação

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Com a proposta de estimular a socialização das crianças e a conexão com a natureza, chega às redondezas do Distrito Federal a Colônia de Férias Rancho Vitória. Com vagas abertas para janeiro de 2018, o espaço, localizado em Alexânia, conta com uma área de mais de 100 mil m² e uma infraestrutura exclusivamente projetada, além de equipe com experiência comprovada, onde os jovens podem passar de 5 a 8 dias de pura diversão.

Uma realidade pouco conhecida no DF, as colônias de férias são uma tradição nas férias escolares em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro. A versão brasiliense traz o “know how”, a filosofia e monitores da bem-sucedida e tradicional Colônia Rancho Santa Mônica, do RJ, que em seus 38 anos já recebeu mais de 40 mil crianças de 5 a 17 anos.

No Rancho Vitória as inscrições já estão abertas para 03 temporadas: de 16 a 20 de janeiro, de 20 a 27 de janeiro e no carnaval, de 10 a 17 de fevereiro. As crianças são acomodadas em chalés divididos por sexo e idade, com monitores treinados, enfermeira 24 horas e 4 refeições diárias, com uma alimentação saudável feita por nutricionista, específica para paladar infantil, com cardápios propícios para experimentação, sem refrigerantes e conservantes.

Detox eletrônico – As crianças e adolescentes participam de atividades lúdicas e divertidas, com jogos e brincadeiras em grupos, em uma estrutura com quadras de esportes, piscina e cachoeira, salão de jogos, palco para apresentações, tudo isso em meio à natureza contagiante e revigorante. E detalhe importante: celulares, computadores e brinquedos eletrônicos não entram.

Para a psicóloga Patrícia Fiquene, o detox dos aparelhos eletrônicos é um aspecto extremamente positivo. “Nós vivemos na era da dependência eletrônica e ficar alguns dias sem o celular é relevante até mesmo para que as crianças reflitam sobre a importância de interagir com quem está fisicamente próximo a você”, afirma.

“O Rancho é um mundo mágico. É uma bênção para as crianças, elas saem da pressão da escola e do exagero da comunicação digital. Muitas vezes não sabem interagir com os colegas. Aqui na colônia de férias, elas têm a atenção constante de um monitor, e muitas vezes falta essa atenção em casa. A criança entra em um mundo lúdico, em um ambiente em que se fazem muitas amizades”, conta a idealizadora do projeto em Brasília, Danusa Veloso.

Experiência – A coordenadora do Rancho Santa Mônica no RJ há 14 anos, Joyce Rodrigues, ressalta a importância da filosofia do Rancho, voltada para a educação, sociabilização e inclusão social, sendo um ambiente ideal para fazer novas amizades, longe dos celulares e tablets. “No Rancho a criança é criança de verdade, preocupando-se apenas em se divertir nas atividades e brincadeiras propostas na colônia. Nosso objetivo é fazer com que as crianças de hoje em dia consigam ser crianças de ‘pé no chão’, brincando e aprendendo que existe muita alegria mesmo sem qualquer tipo de aparelhos e jogos eletrônicos, o que se constrói a partir da interação dirigida entre as crianças. Além disso, incentivamos também a independência. No primeiro dia, as crianças arrumam as roupas nos armários e todos os dias, logo após o café da manhã, arrumam as camas. Fazemos isso para que elas percebam que para que tudo funcione de forma adequada é preciso haver organização e cooperação”.

Gabriela de Queiroz, de 25 anos, frequenta o Rancho Santa Mônica, no Rio de Janeiro, desde os 5 anos de idade. Antes participava como Rancheira, nome dado às crianças que participam da Colônia de Férias, e hoje em dia é uma das monitoras que fazem a alegria de tantas crianças. “Na primeira vez que participei da Colônia de Férias, fui em um feriado de quatro dias e depois nunca mais deixei de ir, sempre escolhia o Rancho de presente de aniversário e de Natal. Então todo ano ia pelo menos duas vezes, e isso foi até meus 18 anos”, conta com entusiasmo.

Gabriela afirma que ser monitora é uma maneira de ser adulto, mas ainda assim vivenciar a magia que o Rancho proporciona. “Ser monitora também é uma forma de retribuir tudo que recebi quando era Rancheira, eu admirava os monitores daquela época e queria ser pelo menos um pouco para as crianças do que eles foram para mim. Hoje eu sou monitora há 5 anos e é o melhor trabalho do mundo. A gente não trabalha para as crianças e sim por elas” explica.

A estudante de psicologia Juliana Lelis, de 21 anos, foi uma das selecionadas para ser monitora na Colônia de Férias Rancho Vitória, em Alexânia. Juliana sempre teve interesse em trabalhar com crianças, inclusive fez trabalho voluntário no México com crianças carentes.

“Eu me interesso muito por esses tipos de trabalho com crianças, gosto muito daqueles voltados à inteligência emocional. Juntar a psicologia ao trabalho com crianças ainda é mais gratificante para mim. Eu estou muito animada para a colônia, gostei muito da proposta que eles têm de trabalhar com as crianças livres em um grande espaço. O trabalho que eles fazem é fantástico”, comenta Juliana.

Educação – O foco educativo é parte importante dessa aventura para as crianças e adolescentes. Em meio às divertidas atividades realizadas, campanhas como “Diga não ao palavrão”, “Gentileza gera gentileza”, “Lixo é no lixo”, “Campanha da salada”, dentre outras, são realizadas e incentivadas com muita criatividade e dedicação.

A psicóloga Patrícia Fiquene explica que essa é uma grande oportunidade de as crianças exercitarem a autonomia. “Geralmente, os pais tentam proteger os filhos e têm dificuldade em ficar um tempo longe, mas delegar a independência, de forma segura, é essencial para o crescimento das crianças”, explica.

Comunicação – A Rede Social é o ponto focal de acompanhamento dos pais desses dias incríveis de alegria e diversão dos Rancheiros, por meio de postagens de centenas de fotos diárias na página da colônia no Facebook. Além disso, os organizadores promovem o chamado Diário de um Rancheiro, mostrando um pouco mais detalhadamente o dia-a-dia deles na Colônia. E os pais recebem o telefone do escritório e o celular para contato direto com a Colônia, sendo a ponte dos pais com o Rancho

Idealizadores do Projeto – Quem traz essa novidade para o DF é o casal Danusa e Felipe. Danusa Assis Veloso é educadora, professora de música e criadora do projeto social Coração do Itapoã, que oferece arte e educação a crianças da comunidade do Itapoã-DF. Luís Felipe Magioli e Mello é diplomata e sócio do Rancho Santa Mônica. É fundador da ONG Sociedade do Amor em Ação, que desde 1993 apoia filhos de mães solteiras das periferias do DF, com educação, cultura e a garantia dos direitos sociais inerentes à primeira infância.

Serviço
Para mais informações e inscrições, entre em contato pelo telefone (61) 3341-5685 ou (61) 99204-6270, ou envie e-mail para [email protected].

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Ações sociais pelo mundo têm atraído jovens brasilienses

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O que você faz bem pode fazer bem a alguém. Esse é o espírito do trabalho voluntário, que significa colocar à disposição da sociedade um talento nosso. Mas essa história, que já seria bonita se terminasse aí, vai além: as pessoas que atuam como voluntárias movidas pelo amor vivem em média quatro anos mais, segundo estudo da Universidade de Michigan (EUA), e com melhor qualidade de vida, afirma o pesquisador americano Allan Luks, no livro The Healing Power of Doing Good (O Poder Curativo de Fazer o Bem, sem tradução para o português).

“Quem realiza pelo menos quatro horas de trabalho voluntário por mês tem dez vezes mais chances de ter uma boa saúde do que quem não voluntaria”, disse Lukz. A explicação? O voluntário vivencia um poderoso sentimento de satisfação (em inglês, helpers high), resultado da diminuição do stress e da liberação de endorfinas, neurotransmissores que provocam sensação de felicidade. A pessoa se sente valorizada, útil, com boa autoestima. Tudo isso por saber que tem algo para contribuir.

Exemplo de voluntária dedicada, a estudante de Relações Internacionais Thayza Benetti, 20 anos, busca sempre ajudar o próximo, sem se limitar somente a áreas brasileiras. Preocupada com o que vê no noticiário sobre países vizinhos do Brasil, passou a fazer pesquisas para saber mais sobre como realizar um trabalho voluntário fora do país. Foi assim que conheceu a AIESEC, um programa de intercâmbio voluntário para jovens dispostos a fazer o bem, como também ganhar mais experiência de vida. Então, arrumou as malas e foi para a Argentina. 

Veja a galeria de fotos.

No país vizinho, a universitária participou do Projeto Educar, que ajuda e dá apoio a educação para crianças e adolescentes por um mês e meio. Aqui em Brasília, a jovem já fazia parte de ações voltadas para crianças especiais em escolas.

“Primeiro, a gente sai completamente da nossa zona de conforto e também encara uma realidade que é muito diferente da nossa. Saber que você vai estar mudando a vida de alguém, nem que seja por pouco tempo, deixa o coração quentinho”, disse Thayza. 

A jovem voltou ao Brasil com a bagagem cheia de histórias e aprendizados para aplicar em Brasília. Transformada: Assim ela se define depois de ter passado pela experiência. “Eu me descobri de tantas formas, cresci, evoluí e vi o quanto eu posso ajudar. Trabalhei em uma comunidade peruana e tinha uma senhora que a gente chamava de Abuela (avó) que abria as portas da sua casa para as crianças terem aulas de reforço. Eu dava aulas, fazia atividades, ensinávamos português, inglês, saúde, matemática, igualdade de gênero…”, relembra Thayza.

“É lindo ver que ainda conseguimos nos unir em prol do bem”, comemora.

AIESEC – A AIESEC, em português Associação Internacional de Estudantes em Economia e Comércio, atualmente está presente em pelo menos 120 países. Com escritórios no Brasil e em vários países de todos os continentes, espalhados por todo o país em que atendem os interessados em participar dos projetos.

Ao Ao Vivo de Brasília, Rivânia de Souza, ex-funcionária da instituição, lembrou que a AIESEC é uma organização internacional que utiliza o intercâmbio como uma ferramenta de desenvolver a liderança em jovens com projetos sociais em distintas áreas e países.

“O objetivo é o engajamento desses jovens em causas sociais pelo mundo e todos os projetos de voluntariado são voltados para os 17 objetivos da ONU de desenvolvimento sustentável”, afirmou.

Segundo Rivânia Souza, as pessoas selecionadas para fazer parte dos projetos passam por um treinamento no qual aprendem sobre o funcionamento da organização, áreas e cargos existentes, detalhes sobre os projetos e como fazer parte do programa independentemente da formação e do país em que esteja.

Além do projeto de intercâmbio social (Voluntário Global), há o Empreendedor Global em que o jovem tem a oportunidade de participar de Startups internacionais e exercer habilidades de liderança para ter condições de ingressar no mercado de trabalho, o Talentos Globais que oferece oportunidades de trabalho em empresas estrangeiras, vivenciando culturas e experiências em diferentes países nas Américas, na Europa, África e Ásia.

Participe também – Para saber sobre os projetos e como participar é só ligar para: (61) 3344 – 3700 ou entrar em contato pelo e-mail: [email protected]

Endereço: Setor Comercial Residencial Norte 716 Bloco B, Entrada 34, sala 105/107 Asa Norte- Brasilia

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Começa semana da Pátria, confira a programação completa

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Desde sábado (1º), os eventos para comemorar a Semana da Pátria movimentam cidades de norte a sul do País. A abertura ocorreu com a Corrida do Fogo Simbólico da Pátria, em Brasília, na Praça dos Três Poderes. É lá que uma tocha foi acesa para representar o patriotismo do povo brasileiro. Em seguida, a chama seguiu para a Praça do Palácio do Buriti, onde foi compartilhada com atletas que representam estados de todo o Brasil. Eles são os responsáveis por levar o fogo para outras cidades até o Dia da Independência. Esse ato ocorre desde 1937, e é conduzido pela Liga da Defesa Nacional.

No domingo (2), foi a vez da cerimônia de Substituição da Bandeira Nacional, também na Praça dos Três Poderes. O evento ocorre todo primeiro domingo do mês em sistema de rodízio entre as Forças Armadas e a Polícia Militar do Distrito Federal. Desta vez, a Marinha foi a força responsável pela troca e homenagem ao Dia da Independência do Brasil. 

Durante a celebração, a nova bandeira foi hasteada ao som do Hino Nacional, acompanhado de salva de 21 tiros de canhão. Depois de chegar ao topo do mastro de 110 metros de altura, a antiga bandeira foi arriada, ao som do Hino à Bandeira.  

Atrações

Para o dia Sete de Setembro, o evento mais aguardado é o tradicional desfile, que ocorre em diversas cidades brasileiras. Em Brasília, ele está previsto para começar às 9h de sexta-feira e segue até o final da manhã, na Esplanada dos Ministérios. Entre as atrações estão a apresentação da Esquadrilha da Fumaça e a formação da pirâmide humana dos militares do Batalhão da Polícia do Exército

Encerradas as apresentações, o público terá a oportunidade de conferir a Exposição Militar no gramado da Esplanada. Carros, tanques de guerra e maquetes de navios e aeronaves das Forças Armadas poderão ser apreciados de perto. A exposição segue durante o sábado (8) e o domingo (9) de 10h às 17h.  

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Evento coroa os primeiros Miss e Mister Bariátrica DF

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O primeiro Miss e Mister Bariátrica Brasília e Entorno 2018 chegou ao fim. A final aconteceu no último sábado, 1° de setembro, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). O evento reuniu 38 candidatos, sendo três homens. As 35 finalistas ao título de Miss disputaram três categorias: Miss Superação, Miss Simpatia e ainda Miss Bariátrica.

A emoção tomou conta do evento com a premiação da Miss Superação, para a candidata Telma Cristina, que além de vencer a luta contra a obesidade enfrenta a batalha contra o 4° câncer. Vânia Pinto foi a mais votada entre os concorrentes e levou o título de Miss Simpatia. Um dos destaques da noite, Eduardo Ferreira conquistou os jurados e foi coroado o primeiro Mister Bariátrica do DF. Para fechar a primeira edição com chave de ouro, Camila Quilici recebeu o título de primeira Miss Bariátrica do DF.

O concurso começou no último dia 4 de agosto, com a apresentação dos concorrentes durante um momento de acolhida. O evento contou com a participação de uma psicóloga e uma personal trainer. A segunda etapa aconteceu no sábado (11/08), com desfile e seleção de candidatos. Dos 118 inscritos, apenas 38, sendo três homens, chegaram a grande final. O MMB buscou mostrar muito mais que a beleza. O objetivo do concurso é apresentar o sucesso pessoal e a superação das pessoas que passaram pela cirurgia, que venceram todas as barreiras da obesidade e ganharam qualidade de vida e saúde.

O concurso

Organizado por Jasiel e Ana Carolina Fernandes, o evento reuniu 500 pessoas, entre convidados, familiares e ex-candidatos. A decoração e a produção técnica ficaram por conta da 12 Produções. Os comes e bebes foram oferecidos pela Torteria de Lorenza. O MMB 2018 foi patrocinado pela Aliança Instituto de Oncologia, Hospital Santa Marta, Ideal Saúde, e Orallis.

Alguns parceiros ajudaram na realização do evento: Caroll Ferrari, Clínica Digestive, Instituto IOD, GO fit, Chilli Beans, Liv Spa, Clube Melissa, Nauta, Omeleteria, Foccus, Spa de Sobrancelhas, Pholias, Clínica Dr Paulo Guimarães, Clínica Ouvir, Sociedade Brasileira de Hospitais, Casas de Saúde e Clínicas e ainda da agência de modelos Scouting, responsável pelo treinamento de passarela dos candidatos.

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Brasília, 21 de setembro de 2018

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