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Sexta (7) a domingo (9)

Celebração de Pentecostes 2019 altera trânsito em Taguatinga

Redação

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Foto/Imagem: Tony Winston/Agência Brasília
Jaqueline Costa

Devido ao evento Pentecostes 2019, que será realizado de sexta-feira (7) a domingo (9), no Taguaparque, em Taguatinga Norte, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) fará intervenções nas vias da região.

Nos dias 07 e 08 de junho, o evento terá início às 16h e, no dia 09, ocorrerá a partir das 13h. Para facilitar a chegada dos condutores ao local, serão realizadas alterações no tempo dos semáforos dos cruzamentos de Taguatinga Centro, Taguacenter, Rua das Palmeiras com a Av. Comercial Norte, Praça do DI com a Av. Comercial Norte, Praça do Bicalho com a Av. Comercial Norte. Nas proximidades do evento, equipes de fiscalização de trânsito do Detran-DF realizarão as intervenções necessárias para promover fluidez e auxiliar a travessia de pedestres.

É importante que os participantes observem a sinalização e sigam as orientações dos agentes de trânsito. O Detran-DF instalou 12 placas indicativas na região e recomenda que os fieis priorizem o uso do transporte público, pois há poucas vagas para estacionar. No Taguaparque haverá estacionamento ao público em geral e local destinado à imprensa, autoridades e pessoas com mobilidade reduzida. Também será reservada uma área para o estacionamento de ônibus e vans, com acesso pelo Pistão Norte.

Dispersão

Ao término do evento, a terceira entrada do Taguaparque pelo Pistão Norte terá sentido único para a Colônia Agrícola Samambaia, sendo que na altura da interseção com a Colônia Agrícola serão implantadas duas rotas. A rota A será um corredor de sentido único para Taguatinga Centro e a rota B terá sentido duplo para a via Estrutural, o que permitirá mais fluidez à saída dos veículos.

O acesso à Colônia Agrícola Samambaia, pela via marginal da EPTG, próxima às Furnas, estará bloqueado. A via ficará em sentido único para a saída dos veículos oriundos do Taguaparque. Já a via central do Taguaparque, altura da Administração, será mantida em sentido duplo para facilitar o acesso dos moradores.

Na dispersão do público haverá 20 pontos de controle de trânsito. Os agentes, com o auxílio de informações dos drones do Detran-DF, vão promover intervenções e auxiliar a travessia dos pedestres. Equipes da Engenharia estarão nos principais cruzamentos para sincronizarem o tempo semafórico, criando corredores de mobilidade.  De acordo com o diretor de Policiamento e Fiscalização de Trânsito, Roberto da Cruz, as medidas vão garantir fluidez e segurança aos participantes do evento. “Em 2018, verificamos que foram gastos, em média, 50 minutos para a dispersão de todos os veículos estacionados no Taguaparque. Sem a estratégia de saída, seriam gastos pelo menos quatro horas”, ressalta Da Cruz.

As equipes do Detran-DF já estão implantando a sinalização nas vias adjacentes ao Taguaparque. Neste ano serão utilizadas 800 barreiras-cones, 600 tonéis viários e 800 grades de proteção. O Detran disponibilizará diariamente 92 servidores, 40 viaturas, dois guinchos e uma empilhadeira.

Dia Nacional do Ciclista

Morte de ciclistas tem redução de 23,7% no Distrito Federal

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Foto/Imagem: Pedro Ventura/Agência Brasília

A Diretoria de Educação do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) estará presente no 44° Encontro de Grupos de Ciclistas de MTB de Brasília e Entorno, neste domingo (18), das 7h às 12h, na Floresta Nacional de Brasília. Em comemoração ao Dia Nacional do Ciclista (19 de agosto), o evento traz uma boa notícia: redução do número de ciclistas mortos no DF quando comparados os primeiros semestres de 2018 e 2019 (13 e 10 mortes, respectivamente, uma redução de 23,7%).

Equipes de educação farão distribuição de material com orientações e dicas de segurança aos ciclistas. O número de praticantes mortos no DF tem reduzido a cada ano, mas mesmo assim o Detran reconhece a necessidade de campanhas educativas constantes, já que a quantidade de pessoas que utilizam a bicicleta tem aumentado significativamente em todas as cidades.

Acidentes

Até junho de 2019 o Detran contabilizou 11 acidentes fatais envolvendo bicicletas. Esse número representa 8% dos episódios fatais (136) no Distrito Federal. Comparando-se ao mesmo período do ano anterior, houve redução de 15% dos registros fatais envolvendo ciclistas: de 13 para 11 ocorrências fatais em 2019.

A maioria desses acidentes fatais ocorreu nas vias urbanas (9). A colisão foi o tipo de ocorrência mais frequente (8), o período da manhã – entre 6h e 11h59 – foi o horário com o maior número de acidentes (6) e sábado, o dia da semana com mais ocorrências (3). As cidades que apresentaram o maior número de acidentes desse tipo foram Gama e Sobradinho, ambas com duas ocorrências cada.

As outras cidades que também registraram acidentes nas vias urbanas foram Ceilândia, Planaltina, Samambaia, São Sebastião e Riacho Fundo II. Outros dois acidentes ocorreram em rodovias: um na BR 070, em Ceilândia, e outro na DF 230, em Planaltina.

Perfil das vítimas

Dos 10 ciclistas mortos até junho de 2019, oito eram do sexo masculino (80%). A faixa etária de 45 a 49 anos foi a mais frequente, com quatro óbitos (40%).

O automóvel foi o veículo mais envolvido em acidentes envolvendo bicicleta (5). Mas houve quatro casos em que a colisão envolveu moto e bicicleta (em um deles o motociclista veio a óbito), além de dois acidentes com apenas a bicicleta.

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Parceria com a Mastercard

BRB lança cartão para fomentar o programa Rede Sou + Mulher

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Foto/Imagem: Reprodução/Arte/AVB

O Banco de Brasília (BRB) iniciou a comercialização de um novo cartão: o BRBCARD Mulher. O produto foi desenvolvido em parceria com a Mastercard e, além de todos os benefícios da bandeira já disponibilizados aos clientes, também possui viés social.

O BRBCARD Mulher integra plano de ação para fomentar o Programa Rede Sou + Mulher, instituído pela Secretaria de Estado da Mulher do DF, com o objetivo de estimular ações voltadas à igualdade de gênero, ao empreendedorismo feminino e à autonomia econômica das mulheres.

Para fomentar a iniciativa do Governo do Distrito Federal, acionista majoritário do BRB, o valor arrecadado a partir da anuidade do cartão BRBCARD Mulher será destinado à rede Sou + Mulher, e viabilizará diversas modalidades de suporte e assistência às mulheres em situação de vulnerabilidade social.

Qualquer pessoa que desejar aderir à campanha e contribuir com essa causa poderá solicitar o cartão nas agências do BRB, no site do Banco e no aplicativo Mobile da BRBCARD. Não é necessário ser correntista do BRB.

“O cartão tangibiliza nosso compromisso de valorizar a igualdade de gênero e estimular as ações de apoio, independência e melhoria da qualidade de vida das mulheres. E a parceria com a Mastercard fortalece esse movimento do qual participamos. Vai muito além da disponibilização de um novo produto, mas de um conjunto de ações que envolverá treinamento, capacitação, orientação financeira e abertura de oportunidade de trabalho e empreendedorismo às mulheres”, destacou o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

Para a Mastercard, o novo produto tem um grande potencial de engajamento com o público feminino devido ao seu apelo social. “As Nações Unidas identificaram a igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas como um dos seus objetivos de desenvolvimento sustentável. Na Mastercard, acreditamos que as empresas têm um papel importante a desempenhar para impulsionar a agenda de inclusão”, afirma Miltonleise Filho, vice-presidente sênior de vendas da Mastercard.

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Perseverança

Golaço! Taça das Favelas mostra a força de que vem da periferia

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Foto/Imagem: Ericles da Silva Lima e Paulo Alves/Bruno Batista

Oportunidade! Essa é a palavra de ordem que move muitos garotos e garotas do Distrito Federal que batalham, diariamente, para vencer a falta de recursos, desigualdade, violência, preconceitos e tantos outros problemas sociais. O esporte, aliado de muitos desses jovens na luta por um futuro melhor, quando acompanhado de uma oportunidade torna-se um grande combustível, capaz de impulsionar nos caminhos mais difíceis. Por isso, a Taça das Favelas, campeonato de futebol de campo, realizado pela Central Única das Favelas do Distrito Federal (CUFA DF), em parceria com a Rosa dos Ventos Produções que visa dar visibilidade aos jovens talentos de comunidades locais, vem recheada de histórias emocionantes de luta e perseverança. O campeonato acontece de 17 de agosto a 28 de setembro e vai além dos jogos em campo.

“Quando falamos de favelas, se houve falar muito em reparação, por todos os anos de descaso. Porém nós queremos mostrar o lado positivo e potente das favelas. A Taça tem um papel fundamental, não somente de dar oportunidade na realização do sonho de jogar bola, mas também na construção do caráter e identidade desses jovens”, destaca Bruno Kesseler, Presidente da CUFA DF.

Persistência feminina

Camila Lima tem 16 anos e mora no Riacho Fundo I, começou a se interessar por futebol vendo o irmão mais velho jogar. Sabia de seu potencial e por isso, com apenas 5 anos, tentou convencer o treinador de seu irmão de que ela poderia jogar tão bem, ou ainda melhor que os meninos. A resposta, já esperada, foi não, mas determinada que é continuou insistindo até que aos 7 anos entrou em campo e não parou mais.

“Desse dia em diante comecei a treinar todos os dias com os meninos, era a única menina. Logo depois já estava treinando nos 3 horários disponíveis, no dos mais novos como goleira, no da minha categoria e até no horário dos mais velhos”, afirma Camila.

Foram 5 anos de treinos intensos no CID (Centro de Iniciação Desportiva), localizado no Núcleo Bandeirante, até que a aposentaria, por problemas de saúde, de seu professor, dificultaram sua permanência no centro. “Depois que meu técnico saiu ficou mais difícil continuar treinando como antes, as piadinhas vindas dos meninos, por eu ser mulher e jogar futebol aumentaram muito e achei que era hora de mudar”, relembra a jogadora

E as dificuldades não pararam por aí, separação dos pais, desemprego da mãe, falta de recurso da família para arcar com as mensalidades da tão sonhada escolinha de futebol society foram alguns dos obstáculos superados por Camila. Em 2016, a estudante passou a treinar no COAFF (Camila Orlando Academia de Futebol Feminino). “No início éramos somente 4 atletas, treinávamos em uma quadra torta, quadra aberta, então a chuva por um tempo foi inimiga, mas nunca desistimos, continuamos firmes, focadas no futebol, lá desenvolvi meu espírito de liderança. Hoje temos união, disciplina, respeito e humildade, mas a minha principal característica é a garra, sou guerreira nata”, se orgulha Camila.

A menina que afirma ter o sonho de jogar no Brasil e em outros países é uma das centenas de jogadores que estão participando da Taça das Favelas no DF e promete dar um show de bola no campeonato que contará com olheiros de clubes locais e nacionais.

Distância não é empecilho

Andar quase 10km ou até mudar de estado e atravessar cerca de 1.400km em busca do sonho de ser um jogador de futebol, parece muito, mas não é nada perto do que Ericles da Silva e Paulo Alves, já enfrentam pela realização desse sonho.

Ericles da Silva Lima, tem 17 anos, mora em planaltina, é filho de mãe solteira, manicure e doméstica. Nunca conheceu o pai. Passou por diversas dificuldades “às vezes, mal tínhamos o que comer em casa”, afirma. Foi por pouco que não mergulhou no caminho das drogas, cercado por um contexto de desigualdade social, no qual a violência e criminalidade são ameaças constantes, o esporte surgiu como um resgate e caminho para uma vida melhor. Hoje, Ericles faz parte de um projeto social que oferece aulas gratuitas de futebol a jovens adolescentes. Quando soube das peneiras organizadas pela CUFA DF, na região onde mora, e da oportunidade de participar, não teve dúvidas. Como não tinha dinheiro para pagar a passagem de ônibus até o local da seleção, acordou às 06h da manhã e percorreu um trajeto de cerca de 10 km, a pé. A fome e cansaço não foram empecilho, ele brilhou e se classificou para jogar a Taça das Favelas no time de Planaltina.

Criado no interior Piauí pelo pai e avó, Paulo Alves de 15 anos veio sozinho para Brasília em busca de profissionalização. Aqui, ele vive no Pôr do Sol, em Ceilândia, na casa dos tios e para ajudar na renda da família trabalha fazendo bicos. Apesar da saudade de casa e das dificuldades financeiras, a luta pelo sonho fala mais alto.

“Quando cheguei em Brasília comecei a jogar um campeonato e logo depois apareceu uma oportunidade de viagem para Goiânia. Falaram que teriam olheiros e não pensei duas vezes. O professor falou que todos tinham que levar colchão para dormir, mas eu não tinha. Mesmo assim não baixei a cabeça botei um pano no chão e dormi assim mesmo, feliz porque estava fazendo o que eu gosto. Não conseguimos ganhar mas voltei feliz por ter jogado um campeonato grande”, recorda Paulo.

Hoje, ele precisa andar 1h30 para ir aos treinos. “Como moro em uma chácara distante e que não passa ônibus, vou andando aos treinos, mas não tem problema, tenho fé em Deus que vou conseguir realizar o meu sonho”, afirma.

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