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Inscrições gratuitas

Câmara Legislativa do DF recebe a 3ª edição do Brasília mais TI

Redação

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Foto/Imagem: Divulgação


A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) recebe nesta terça-feira (12) a terceira edição do maior evento de tecnologia da informação do Distrito Federal: o Brasília mais TI. O evento reúne empresários, acadêmicos e profissionais que buscam novas oportunidades de mercado e trocas de experiências em uma área em constante transformação. Este ano, o tema da mostra será “o papel essencial da TI na cidadania e na construção do futuro”. As inscrições são gratuitas.

Na programação constam 16 palestras, ministradas dentro de quatro painéis, com os temas: “Como a Tecnologia Alavanca o Desenvolvimento das Cidades?”; “Talentos de TI – Oferta X Demanda”; “O Nosso Futuro Mediado Pela Tecnologia”; e “A TI na Gestão Governamental – Tendências”. O evento é organizado pela CLDF em parceria com o Setor de TI do DF, representado pelas entidades SINFOR, ASSESPRO, TECNOSOFT, ASTEPS, e Instituto Iluminante.

Setor em crescimento

O Brasil conta com cerca de 70 mil empresas de teconologia que geram mais de 1,2 milhões de postos de trabalho. Mesmo nos tempos de crise, o setor apresentou um crescimento considerável frente a outras atividades. A expectativa é de que, nos próximos dez anos, o mercado nacional de TIC alcance a marca de U$220 bilhões de dólares, que pode corresponder a 6,5% do PIB.

Acompanhando esta tendência, o Distrito Federal já é o terceiro maior mercado de TI do Brasil. Atualmente, abriga 700 empresas que oferecem 30.300 postos de trabalho. O volume de negócios do setor representa 3,5% do PIB local, e com a instalação do PTCD, a perspectiva é de que haja um crescimento superior a 7% neste índice.

Premiação

Ao final da mostra Brasília + TI, os destaques dos 10 últimos anos, serão reconhecidos no Prêmio Sinfor de TI, que chegará à 10ª edição. Haverá a cerimônia especial de entrega dos troféus a empresas, profissionais, personalidades e instituições que mais contribuíram para o setor de TI.

Se beber, não dirija

Maior rigor na fiscalização eleva suspensão de CNH em 85%

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Foto/Imagem: Tony Winston/Agência Brasília

O número de casos de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensas cresceu 85% no Distrito Federal. Ao todo, 4.949 condutores perderam o direito de dirigir entre janeiro e outubro de 2019, ante pouco mais de 2,6 mil registrados no mesmo período do ano passado. Segundo o Detran-DF, a maior causa é a direção sob efeito de álcool. Quase 90% dos motoristas impedidos de dirigir foram pegos no teste do bafômetro.

João (nome fictício) garante que aprendeu a lição. Advogado de 32 anos, o morador de Samambaia teve o direito de dirigir suspenso após ser flagrado em uma blitz ao sair de um bar na Asa Norte, no começo do ano. Como impõe o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), ele teve que voltar para a escolinha. “Era quinta-feira. Depois de acabar um namoro, saí e bebi bastante. Quando voltava para casa, já na madrugada, dormi e o carro bateu em uma árvore”, lembra.

O acidente aconteceu a poucas quadras de casa, em que a proximidade lhe dava a falsa sensação de segurança. João não quis fazer o teste do bafômetro, mas o auto de infração acusava olhos vermelhos, hálito etílico e desordem nas vestes – elementos suficientes para identificar a causa. “A gente realmente perde os reflexos e corre risco de se envolver em algo que nos tornará refém para o resto da vida”, acrescenta.

Das CNH suspensas entre janeiro e outubro, 4.452 foram motivadas por alcoolemia (81,9%). “Flagrante de embriaguez é questão de fiscalização. Não tem outra maneira para chegar a essas pessoas. O condutor tem que ser parado e fazer o teste do bafômetro”, diz o diretor de Controle de Veículos e Condutores do Detran, Harley Bueno.

“No quesito trânsito e segurança, o consumo de álcool é a causa de maior penalidade, de acidentes e de suspensões. Álcool e direção não combina e isso é prova. Com a suspensão, a gente consegue evitar uma tragédia”, emenda o diretor. Outros motivos incluem atingir 20 pontos na CNH (135 casos) e ultrapassar o limite de velocidade da via em mais de 50% (31 casos).

Harley Bueno atribui o aumento de suspensões, em comparação ao ano passado, à fiscalização mais rigorosa e à eficiência do processo. Nos primeiros dez meses de 2019, a média foi de 16 condutores perdendo o direito de dirigir diariamente. Ele explica que a nova diretoria tem se empenhado em controle, agilidade e aprimoramento da burocracia da autarquia.

Conforme o CTB, suspensão é penalidade para quem atinge 20 ou mais pontos na CNH, é pego sob o efeito de álcool, ultrapassa a velocidade em mais de 50%, pratica racha, faz manobras perigosas ou pilota sem capacete, por exemplo. Nestes casos, é preciso cumprir o período determinado pela lei, que vai de dois meses a um ano, além de fazer curso de reciclagem e prova teórica antes de voltar a dirigir.

Cassações também crescem

A mais severa penalidade prevista nos casos de infração de trânsito é a cassação da CNH. Ela dura obrigatoriamente 24 meses e, após cumprir esse período, o condutor deve passar novamente pelo processo de habilitação, como da primeira vez, se quiser voltar a dirigir. No DF, o número de habilitações cassadas neste ano aumentou em 56%: foram 69 contra 44 em 2018.

A punição acontece é se o motorista for condenado judicialmente por delito de trânsito, se for comprovada irregularidade na expedição de sua habilitação ou se for reincidente, no prazo de 12 meses, em infrações previstas no CTB. São exemplos dirigir veículo de categoria diferente ao que é habilitado, conduzir sob influência de álcool ou outras drogas, disputar rachas e fazer manobra perigosa.

Além disso, a sanção é aplicada se o condutor, com direito de dirigir suspenso, for flagrado conduzindo qualquer veículo que exija habilitação. Foi o caso de 644 motoristas da capital entre janeiro e outubro deste ano — 16 a mais que o total registrado no mesmo período de 2018.

O condutor que estiver com o direito de dirigir suspenso e for flagrado pela fiscalização receberá multa de R$ 880,41 e responderá a processo de cassação da CNH. De acordo com o artigo 307 do CTB, quem violar a suspensão ou a cassação do direito de dirigir responderá por crime de trânsito, que prevê pena de detenção de seis meses a um ano.

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Câmara Legislativa do DF

Prudente vai acelerar votações para evitar acúmulo de projetos

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Foto/Imagem: Carlos Gandra/CLDF

O presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, deputado Rafael Prudente (MDB), anunciou nesta segunda-deira (18) que pretende acelerar o ritmo de votações em plenário a partir da próxima semana. O objetivo é evitar o acúmulo de projetos na pauta e a extensão excessiva do horário das últimas sessões do ano. Serão realizadas sessões deliberativas três vezes por semana a partir de terça-feira (26). Como parte desse esforço concentrado, as audiências públicas e as comissões gerais agendas para as próximas três semanas serão reagendadas.

Prudente explica que a intenção é zerar a pauta composta por 96 projetos de autoria dos deputados distritais e 32 projetos de iniciativa do governo. O presidente esclareceu também que serão realizadas pelos menos nove sessões até o fim do ano, sendo que seria possível votar 14 projetos em cada sessão.

“Vamos impor um ritmo mais acelerado para não complicar os trabalhos nos últimos dias do ano legislativo”, disse Prudente.

Pauta

O deputado avalia que alguns projetos são polêmicos e irão exigir habilidade do governo para negociar com os deputados, como o que credencia as Organizações Sociais de outros estados a atuarem no Distrito Federal; o que define regras para a ocupação do Setor de Indústrias Gráficas – SIG e o novo projeto do governo que altera recursos de fundos, como o do FAP e do FAC para fechar o orçamento deste ano.

Além disso outros projetos importantes devem ser analisados, entre eles a autorização para a construção de novas Unidades de Pronto Atendimento – UPAs; a Lei da Poligonal, que vai definir os limites das regiões administrativas e a Lei Orçamentária para 2020.

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R$ 500 milhões em investimentos

Obras do Boulevard Monumental devem começar no próximo ano

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Foto/Imagem: Andre Borges/Agência Brasília

Oitocentos e trinta mil metros quadrados e R$ 500 milhões em investimentos. Esses são alguns dos números que definem o novo espaço de lazer da capital federal, o Boulevard Monumental. As obras devem começar no próximo ano e a previsão é que a primeira etapa fique pronta em 2022.

O complexo vai funcionar na área próxima ao Estádio Nacional de Brasília e aos ginásios Nilson Nelson e Cláudio Coutinho. O Boulevard Monumental vai contar com 20 salas de cinema, casas noturnas, restaurantes, academias, quadras esportivas, escritórios e clínicas. A ideia é que seja um espaço que atenda moradores e turistas em todos os dias da semana, de dia e de noite.

O governo do Distrito Federal concedeu a construção do complexo a uma empresa privada que gerencia toda a organização e a implementação do espaço. Para escolher o melhor projeto, foi realizado um concurso que já tem seus três finalistas. O vencedor deve ser conhecido até o fim de dezembro e vai receber R$ 5,2 milhões como prêmio.

Luis Otávio, coordenador do concurso, organizado pelo Instituto de Arquitetos do Brasil, explica que o complexo será totalmente aberto e integrado. A proposta é qualificar o entorno do estádio e transformar o local no coração da vida noturna e do turismo na cidade. “Todos esses serviços que serão oferecidos vêm justamente no sentido de trazer uma animação para esse espaço”.

Para quem está se perguntando se esse projeto fere o tombamento de Brasília, Luis Otávio garante que tudo será feito com o intuito de manter o projeto original da capital e que todas as providências jurídicas já foram tomadas.

“A obra está de acordo. Foi criada uma lei complementar específica para essa gleba, para esse lote. E essa lei dá uma série de parâmetros de uso, parâmetros urbanísticos de taxa de ocupação, de taxa de área verde, de quantidade de área construída, que nós chamamos de coeficiente de aproveitamento. Todos esses projetos foram julgados à luz dessa legislação.”

Os serviços que atualmente são oferecidos no complexo de piscinas do Ginásio Cláudio Coutinho não serão interrompidos. Richard de Bois, presidente do Arena Bsb, concessionária contratada pelo governo local para construção e administração do espaço, garante que não haverá nenhum impacto negativo para a população e que os custos do funcionamento dessas atividades passam a ser da concessionária.

“Uma das contrapartidas sociais que nós vamos fazer com essa concessão é a manutenção permanente da área do complexo de piscinas. A operação e a gestão continuam com o GDF, os professores serão os mesmos, a forma de trabalho será a mesma, não haverá alteração nenhuma. O que acontece é que o custo de manutenção deixa de ser pago pelo contribuinte, por todos nós como cidadãos, e passa a ser pago pela Arena BSB.”

Já o Ginásio Nilson Nelson deve ser demolido assim que outro, mais moderno, for construído no local. As obras devem começar em junho do ano que vem e o complexo ficará pronto em 2024. O prazo da outorga será de 35 anos contados a partir de janeiro de 2020.

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