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Nesta quinta, 1º

Anvisa fala, em live, sobre novos medicamentos para tratamento da Covid-19

Redação

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Foto/Imagem: Pixabay


Constantemente, a imprensa tem revelado detalhes sobre novos estudos envolvendo possíveis medicamentos contra o novo coronavírus (Covid-19). Inclusive, há poucos dias, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso do antiviral Remdesivir na terapia de pacientes com o vírus no Brasil. Em meio às expectativas e possibilidades, boa parte da população está com muitas dúvidas: afinal, o que se sabe até o momento? Quais são os potenciais fármacos em análise e como andam esses estudos? O que é fato e o que é fake?

Essas e muitas outras perguntas serão discutidas em uma live promovida pelo ICTQ – Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação para o Mercado Farmacêutico. A transmissão contará com a presença da coordenadora da Gerência Geral de Medicamentos e Produtos Biológicos (GGMED) da Anvisa, Isabella Gomes.

Além da coordenadora da Agência reguladora, o evento ainda terá a participação do pesquisador e pós-doutor em farmacologia, Thiago de Melo; do diretor acadêmico da Instituição, Ismael Rosa; e do especialista em farmácia clínica e oncológica, Leonardo Daniel Mendes, que tem atuado em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) na linha de frente de combate ao vírus. Todos eles são farmacêuticos.

Intitulada Novos Medicamentos para Tratamento de Covid-19, a live deve levar à audiência muitas informações importantes e inéditas sobre vários medicamentos que têm sido apontados como possíveis terapias para a Covid-19, como, por exemplo: Azitromicina, soro anti-covid (do Butantan), nitazoxanida, hidroxicloroquina e o Sulfato de Atazanavir, entre outros.

A transmissão acontece nesta quinta, 1º de abril, a partir das 20h30. O link para inscrição já está disponível no canal do YouTube da Instituição (veja aqui).

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Segundo a OMS

Câncer de mama supera o câncer de pulmão e já é o mais comum no mundo

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Foto/Imagem: Getty Images

O número de novos casos de câncer de mama em 2020 representou 11,7% do total de todos os diagnósticos da doença no ano e superou o câncer de pulmão, que até então afetava o maior número de pessoas em todo o mundo. No entanto, o câncer de pulmão continua a ser o que mais causa mortes.

De acordo com a Agência Internacional para a Investigação do Câncer, da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2020 foram diagnosticados mais de 2,2 milhões casos de câncer de mama.

A diferença para o câncer de pulmão – que era o mais diagnosticado – não é muita, segundo a agência.

Com 11,4% do total, o câncer de pulmão é o segundo mais encontrado em todo o mundo. Em 2020 foi responsável pela morte de quase 1,8 milhão de pessoas, 18% do total de mortes por câncer. E se o da mama foi o mais diagnosticado em 2020, é apenas o quinto na lista dos que mais matam, depois do pulmão, colorretal, fígado e estômago.

Uma das razões para que o câncer de mama tenha se tornado de maior incidência pode estar relacionado, dizem os especialistas, a fatores sociais como o envelhecimento da população, a maternidade cada vez mais tardia ou outras situações como a obesidade, o sedentarismo, consumo de álcool ou dietas inadequadas.

De acordo com os dados da OMS, é possível verificar que o câncer de próstata foi, no ano passado, o terceiro mais diagnosticado.

A doença é, no entanto, a oitava em relação ao número de mortes. No ano passado perderam a vida com câncer de próstata 370 mil pessoas.

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Disfagia

Dificuldade para engolir pode indicar doença grave, alertam fonoaudiólogos

Redação

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Foto/Imagem: Getty Images

Dificuldade para engolir alimentos, líquidos ou saliva. Esse pode ser um indicativo de enfermidades graves como cânceres, traumas ou de doenças neurológicas e respiratórias. Também chamado de disfagia, o sintoma, quando identificado precocemente, possibilita à pessoa afetada um tratamento eficaz e com maior chance de recuperação. É o que alertam os fonoaudiólogos do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), no Dia Nacional de Atenção à Disfagia, lembrado neste sábado (20).

“É necessária a conscientização da população em geral e, principalmente, dos profissionais de saúde, que devem reconhecer esse sintoma, alertar sobre seu risco e orientar sobre o que fazer diante da suspeita de disfagia”, define Tarcyésio de Sousa Sá, chefe da Fonoaudiologia do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), sobre a importância da data.

Para tratar a disfagia, o Iges conta com 17 fonoaudiólogos no Hospital de Base (HB), que alcançam uma média de quase 2 mil atendimentos por mês. Também dispõe do serviço no HRSM, que chega a uma média mensal de 400 atendimentos, com atuação de 23 fonoaudiólogos.

Em Santa Maria, o serviço de fonoaudiologia funciona de domingo a domingo, 12 horas por dia, sob demanda, por meio de atendimentos à beira-leito (internação) ou a pacientes em tratamento nas unidades (ambulatoriais).

Já no Base, os fonoaudiólogos ficam responsáveis por avaliar os pacientes nos locais de internação. “Verificamos a existência de distúrbios da deglutição, promovemos uma alimentação segura e orientamos a equipe multiprofissional sobre os indivíduos com possível risco de broncoaspiração (entrada de saliva e alimentos na via respiratória)”, explica a chefe da Fonoaudiologia do HB, Bartira Pedrazzi.

Na unidade, o serviço é feito de segunda a sexta-feira, 12 horas por dia, nas áreas intensivas (UTI), nas enfermarias e no Pronto-Socorro. Aos sábados, o PS e a UTI recebem reforço dos profissionais no horário da manhã.

O que é a disfagia?

A disfagia não é uma doença, mas sim um sintoma que pode acometer qualquer parte do trato digestivo, desde a boca até o estômago. Ela pode ser causada principalmente por doenças neurológicas, como derrame cerebral, trauma cranioencefálico, tumores e esclerose lateral amiotrófica (ELA), e doenças respiratórias, como a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), além de alterações mecânicas como os cânceres de cabeça e pescoço, entre outras. O diagnóstico é feito por meio da avaliação clínica e instrumental da deglutição.

Sintomas

Os principais sinais aparentes são tosses, engasgos, sensação de bolo parado na garganta, dificuldade na mastigação, alteração da voz, perda de peso, alimentos e saliva que escapam pela boca, pneumonias de repetição e febre sem causa aparente.

Tratamento

O fonoaudiólogo é responsável por identificar quais são as alterações existentes e realizar adaptações na dieta, introduzir exercícios musculares ou treinar manobras para que a dinâmica da deglutição seja restabelecida ou adaptada. Intervenções como posicionamento do corpo do paciente, utensílio utilizado e velocidade da oferta de comida também são estabelecidos para melhor deglutição.

Saiba mais

O Dia Nacional de Atenção à Disfagia foi instituído pela Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia em 2010. A data foi criada com o objetivo de auxiliar a população a reconhecer os sintomas, divulgar medidas de prevenção e orientar sobre o que fazer diante da suspeita de doença.

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