Curta nossa página

Mercado imobiliário

Antes de comprar imóvel procure ver o negócio como investimento

Redação

Publicado

Foto/Imagem: Pixabay


Segue a gente no
Google News

Pensando em comprar propriedades de investimento, como casas ou apartamentos à venda em Brasília? O setor imobiliário produziu muitas das pessoas mais ricas do mundo, por isso há muitas razões para pensar que é um bom investimento. No entanto, os especialistas concordam que, como em qualquer investimento, é melhor ser versado antes de mergulhar com centenas de milhares de dólares.

Aqui estão as coisas que você deve considerar e investigar. Confira abaixo algumas das nossas dicas para que, antes de comprar um imóvel, você procure ver este tipo de negócio com olhos de investidor. Acompanhe!

1. Considere seu nível de conforto ao ser proprietário de imóveis

Você conhece o seu caminho em torno de uma caixa de ferramentas? Como você pode desobstruir um vaso sanitário? Você pode chamar alguém para fazer isso por você, mas isso vai prejudicar seus lucros. Os proprietários que possuem uma ou duas casas costumam fazer seus próprios reparos para economizar dinheiro. Obviamente, isso muda à medida que você adiciona mais propriedades ao seu portfólio. Vale à pena considerar montar uma equipe sólida de limpeza, trabalhadores manuais e contratados. Isso não é aconselhável para novos investidores, mas, à medida que você pegar o jeito de investir em imóveis, não precisa sujar as próprias mãos!

2. Pagar dívidas pessoais

Investidores experientes podem ter dívidas como parte de sua carteira de investimentos, mas a pessoa comum deve evitá-la. Se você tem empréstimos imobiliários, financiamentos não pagos ou crianças que cursarão a faculdade em breve, a compra de um imóvel alugado pode não ser o movimento certo. Der cauteloso é fundamental, pois não é necessário pagar dívidas se o retorno de seu imóvel for maior que o custo da dívida. Esse é o cálculo que você precisa fazer. Não se coloque em uma posição em que você não tem dinheiro para pagar sua dívida. Sempre tenha uma margem de segurança ao investir em imóveis em Brasília.

3. Encontre o local certo

A última coisa que você deseja é ficar preso a um imóvel em uma área em declínio, em vez de estável, ou em recuperação. Uma cidade ou local onde a população está crescendo e um plano de revitalização em andamento representa potencialmente uma oportunidade de investimento. Ao escolher um imóvel rentável para locação, você deve procurar um local com baixos impostos sobre a propriedade, um distrito escolar decente e muitas comodidades, como parques, shoppings, restaurantes e cinemas. Além disso, um bairro com baixas taxas de criminalidade e um crescente mercado de trabalho pode significar um conjunto maior de locatários em potencial.

4. Compare a compra com o financiamento

É melhor comprar com dinheiro ou financiar sua propriedade para investimento? Isso depende dos seus objetivos de investimento. Pagar em dinheiro pode ajudar a gerar um fluxo de caixa mensal positivo. Por outro lado, o financiamento pode proporcionar um retorno maior. Para um investidor que deposita 20% em uma casa, com juros de 4% sobre as taxas de financiamento bancário, após deduzir despesas operacionais e juros adicionais, os ganhos se somam por ano. O fluxo de caixa é menor para o investidor, mas o retorno anual do investimento pode ser de 27,9%, contra 9,5% para a compra de um imóvel.

5. Cuidado com as altas taxas de juros

O custo do empréstimo de dinheiro pode ser relativamente barato em 2020, mas a taxa de juros de uma propriedade para investimento será maior do que as taxas de juros bancárias tradicionais. Se você decidir financiar sua compra, precisará de um pagamento de financiamento baixo, que não consuma muito dos seus lucros mensais. Fique atento!

6. Calcule suas margens

Estabeleça uma meta de 10%. Estime os custos de manutenção em 1% do valor da propriedade anualmente. Outros custos incluem seguro de proprietário, possíveis taxas e impostos sobre a propriedade e despesas mensais, como controle de pragas e manutenções.

7. Invista no seguro como proprietário

Proteja seu novo investimento com a compra de seguro de proprietário. Esse tipo de seguro geralmente cobre danos à propriedade, perda de renda e proteção de responsabilidade, caso um inquilino ou visitante sofra ferimentos devido a um problema de manutenção da propriedade após ele pegar as chaves para morar em sua casa na modalidade de aluguel.

8. Fator em custos inesperados

Não são apenas os custos de manutenção que afetam sua renda de aluguel. Sempre existe o potencial de uma emergência surgir – danos no telhado devido a um temporal, por exemplo, ou canos estourados que destroem o chão da cozinha. Planeje reservar de 20% a 30% de sua renda de aluguel para todos esses custos, para que você tenha um fundo para pagar pelos reparos em tempo hábil.

9. Evite uma fixação superior

É tentador procurar a casa em que você pode pechinchar e coloca-lo para alugar. No entanto, se essa é sua primeira propriedade, provavelmente é uma má ideia. A menos que você tenha um empreiteiro que faça um trabalho de qualidade com baixo custo – ou seja qualificado em melhorias domésticas em larga escala -, provavelmente pagará muito para renovar. Em vez disso, procure comprar uma casa com preço abaixo do mercado e necessitando apenas de pequenos reparos.

10. Determine seu retorno

Para cada real investido, qual é o seu retorno sobre esse real? As ações podem oferecer um retorno de caixa em dinheiro de 7,5% , enquanto os títulos podem pagar 4,5%. Um retorno de 6% em seu primeiro ano como proprietário é considerado saudável, principalmente porque esse número deve aumentar com o tempo.

11. Compre uma casa de baixo custo

Quanto mais cara a casa, maiores serão as despesas em andamento. Alguns especialistas recomendam começar com uma casa de R$ 200.000 em um bairro emergente. Além disso, os especialistas aconselham nunca comprar a casa mais bonita à venda no quarteirão, o mesmo para a pior casa do quarteirão.

12. Conheça suas obrigações legais

Os proprietários de aluguel precisam estar familiarizados com as leis de proprietários de imóveis em seus estados e localidades. É importante entender, por exemplo, os direitos de seus inquilinos e suas obrigações em relação a regras de despejo, moradia justa e muito mais para evitar aborrecimentos legais.

Bota casaco, tira casaco

GDF consegue na Justiça, de novo, reabrir o comércio em Brasília

Redação

Publicado

Por

Redação
ibaneis rocha gdf
Foto/Imagem: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Mais um capítulo foi escrito na novela de reabertura do comércio no Distrito Federal. Dessa vez, a vitória foi do GDF. Na queda-de-braço entre o Palácio do Buriti e o Ministério Público, o vitorioso foi o governador Ibaneis Rocha, que viu derrubada, na noite desta quinta-feira, 9, decisão provisória da Vara da Fazenda que suspendia a volta de salões de beleza, academias, bares, restaurantes e escolas públicas e privadas, dentro de um, cronograma previamente estabelecido.

A decisão favorável ao governo partiu do desembargador Eustáquio de Castro. O magistrado tornou sem efeito a liminar da Justiça do Distrito Federal que proibia o governo de reabrir novas atividades de comércio e serviços durante a pandemia da Covid-19. Mas, por iniciativa do próprio Ibaneis, será mantido o isolamento total em Ceilândia, Sol Nascente e Pôr do Sol, onde a doença tem dado demonstração de força.

A confusão começou na quarta-feira, 8, quando o juiz Daniel Carnachioni concedeu uma liminar determinando ao Governo do Distrito Federal a suspensão do decreto que permitia a reabertura de academias e salões de beleza. O ato do governador também estipulava datas para a retomada de bares, restaurantes e escolas. Com a decisão do desembargador, Ibaneis fica liberado para retomar a flexibilização do isolamento de acordo com o cronograma inicial.

Isso será feito por meio de um novo decreto, uma vez que o anterior foi anulado pelo próprio governador. A expectativa é de que o texto seja publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal. A decisão do desembargador atendeu a um recurso do próprio GDF, além de ação impetrada pela Câmara Legislativa, no meio da tarde, em que os deputados distritais depositaram solidariedade e confiança nos atos de Ibaneis.

Continuar lendo

Batalha jurídica

Justiça força GDF a rever ações de combate ao novo coronavírus

Redação

Publicado

Por

Redação
comércio fechado
Foto/Imagem: Reprodução

O Governo do Distrito Federal (GDF), em função da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), voltou atrás na decisão de permitir a realização de eventos de qualquer natureza que exijam licença do poder público, conforme estava previsto no Decreto 40.939, publicado em 2 de julho. O documento liberava o retorno gradual de academias, bares, restaurantes, salões de beleza e escolas em todo o DF.

Com a revogação, após determinação feita por liminar do Tribunal de Justiça do DF, volta a vigorar o Decreto 40.817, publicado em 22 de maio, proibindo o funcionamento de academias, bares, restaurantes, salões de beleza e escolas. Também estão proibidas visitas a museus e eventos culturais.

Estão autorizados eventos nos quais as pessoas permaneçam dentro do carro, como drive-ins, sob a condição de que os veículos estejam a uma distância mínima de dois metros.

O GDF determinou também a suspensão das atividades econômicas e comerciais nas regiões administrativas de Ceilândia, Sol Nascente e Pôr do Sol, cidades onde os índices de contaminação pela Covid-19 têm aumentado. As medidas foram publicadas na noite desta quarta-feira (8) em edição extra do Diário Oficial do DF, e já valem a partir desta quinta (9).

“Supermercados, padarias, hortifrutigranjeiros, mercearias, açougues, lojas de materiais de construção, postos de combustíveis, petshops, clínicas e consultórios médicos estão entre os estabelecimentos que não se incluem no fechamento determinado pelo novo decreto”, informou o GDF.

Serviços de entrega em domicílio, pronta entrega em veículos e retirada de produtos no local, desde que sem a abertura do estabelecimento para atendimento ao público em suas dependências estão liberados.

“Em todos os estabelecimentos que se mantiverem abertos, impõe-se a observância de todos os protocolos e medidas de segurança já recomendados pelas autoridades sanitárias, como garantia de distância mínima de dois metros entre as pessoas, utilização de equipamentos de proteção individual e disponibilização de álcool 70%”, explicou o Governo do Distrito Federal.

Continuar lendo

Até 7 de agosto

Novacap lança Programa de Desligamento Voluntário (PDV)

Redação

Publicado

Por

Redação
novacap
Foto/Imagem: Reprodução

A diretoria da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) lançou nesta quarta-feira (8), o Programa de Desligamento Voluntário (PDV), muito aguardado por diversos servidores da empresa. Funcionários interessados em participar têm até o dia 7 de agosto para manifestar interesse.

O PDV, em linhas gerais, é um programa em que o empregado tem a oportunidade de se desligar da empresa com condições diferenciadas, entre elas:

– o recebimento de uma porcentagem da Remuneração Mensal Base (RMB) por 60 (sessenta) meses, valor variável de 50% a 60% da RMB;

– a manutenção do ressarcimento do auxílio-saúde até dezembro de 2012 e;

– pagamento da cesta-alimentação de R$ 600 pelo mesmo período e;

– valor equivalente à multa contratual de 20% calculada sobre os depósitos realizados pela Novacap;

“O programa não é obrigatório. Os servidores que se enquadrarem nos critérios e quiserem participar podem aderir, mas não é uma imposição”, explicou o diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite.

São exigências para a adesão ao PDV:

– tempo de serviço de, no mínimo, 18 anos de exercício efetivo na empresa;

– idade superior a 49 anos e;

– fazer parte do Quadro de Empregos Permanente (QEP) da empresa, sem estar com contrato suspenso ou interrompido.

O presidente do sindicato que representa os servidores da empresa, Sindser-DF, André Luiz da Conceição, orienta os servidores interessados que fiquem atentos ao prazo e já realizem a adesão. “Caso o servidor inicie o processo e, depois de analisar todos os pontos, decida não participar, é possível voltar atrás. Porém, se ele decidir participar depois do fim do prazo (dia 7 de agosto), não tem como. Então, a nossa orientação é que façam a adesão o quanto antes e, depois, decidam se vão ou não se desligar da empresa”, afirmou, André Luiz.

A direção da Novacap desenvolveu uma cartilha e irá oferecer palestras a todos os servidores para que não haja dúvidas em relação ao programa e suas cláusulas. Além disso, o texto completo estará disponível na intranet para os interessados. Todas as dúvidas podem ser esclarecidas na DEGEP, por meio dos ramais 7421 ou 2704, ou encaminhadas para o email: pdv2020@novacap.df.gov.br. Atendimentos presenciais serão evitados, em razão da pandemia do novo coronavírus.

Continuar lendo
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2015-2020 AVB - AO VIVO DE BRASÍLIA - Todos os Direitos Reservados. CNPJ 28.568.221/0001-80 - Nosso conteúdo jornalístico é complementado pelos serviços da Agência Brasil, Agência Brasília, Agência Distrital, Agências Internacionais, assessorias de imprensa e colaboradores independentes. #FakeNewsNão