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Lúcio Bernardo/Agência Brasília

Os alunos agradecem

Escolas no DF recebem reparos para o início do ano letivo

Lâmpadas queimadas, luzes piscando, tomadas sem funcionar, fios velhos, em má conservação ou já desencapados era a realidade dos professores, alunos e servidores do Centro de Ensino Fundamental 01 do Varjão, construído há 35 anos. Mas na próxima segunda-feira (11), dia do retorno às aulas, essa realidade estará mudada. É que o CEF 01 é uma das 104 escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal que está recebendo reparos na infraestrutura na gestão do governador Ibaneis Rocha.

“A gente tinha muito medo que ocorresse um incêndio. Agora, com a troca da fiação, tem menos risco de acontecer um curto-circuito”, diz o vigilante Reinaldo Silva dos Anjos, 38 anos, que tem dois filhos, um de 10 e outro de 19, matriculados no local.

Ao todo, 200 escolas receberão alguma manutenção até o fim de abril. As obras incluem pintura, melhorias em telhados, no piso, manutenção da rede elétrica e hidráulica. Os recursos (R$ 20 milhões) são do orçamento da Secretaria de Educação.

Outros reparos

Além da obra feita pela Secretaria de Educação, a escola do Varjão está usando recursos do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (PDAF) para fazer reparos nos murais usados pelos professores e no piso, pintura nas paredes externas, troca de fechaduras, melhoria nos armários e consertos nas calhas e grelhas que coletam a água das chuvas.

“Estamos fazendo benfeitorias para garantir qualidade de vida para nossa comunidade escolar. Queremos garantir um ambiente acolhedor, o que é muito importante para o processo de aprendizado”, afirma a diretora da escola, Luana Teixeira Guimarães.

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Em 72 dos 104 colégios, pelo menos 50% da execução está concluída e outras 11 escolas estão com as obras de manutenção já terminadas. Em outras 96 unidades, as obras ainda não começaram.

O subsecretário de Infraestrutura e Apoio Educacional, Luiz Carlos de Capella, garante que os reparos nas escolas púbicas serão constantes ao longo do ano letivo. Segundo ele, quando as obras forem finalizadas nas 200 unidades escolares escolhidas para passar pela manutenção nesse primeiro momento, um novo planejamento será feito para os próximos três meses, e assim por diante. “Temos quatro empresas licitadas para fazer manutenção nos colégios o ano todo. Além do planejamento, feito com ajuda dos diretores e coordenadores das regionais de ensino, atendemos as emergências. A demanda é infinita e nos esforçamos para atender todas elas”, afirma. A rede pública do DF tem 678 unidades escolares.

Na Escola Classe 10, no Setor Oeste do Gama, os reparos estão sendo feitos no telhado, que cedeu após uma forte chuva no ano passado. “A telha vinha apresentando rachaduras desde o começo do ano e, com uma chuva em setembro, caiu sobre o forro e cedeu em uma sala de aula. A sorte que foi numa sexta-feira e tivemos tempo de remanejar os alunos”, conta a diretora Marina Mansur.

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