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JAMA

Vacina da Pfizer reduz em 51% chance de infecção por Covid após 1ª dose

Publicado

Foto/Imagem: Jakub Porzycki


Um estudo feito pela Escola de Saúde Pública da Universidade de Tel Aviv, em Israel, com mais de 500 mil pessoas, concluiu que a vacina da Pfizer reduz entre 51% e 54% os casos de Covid-19 sintomáticos e assintomáticos, após a aplicação da primeira dose.

A pesquisa foi dividia em duas partes, dos primeiros 12 dias após a aplicação do imunizante e depois do 13º ao 24º dia. A segunda dose não foi levada em conta para o levantamento.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o nível mínimo aceitável de eficácia para uso emergencial de uma vacina contra a Covid-19 é de 50%. A vacina da Pfizer seria considerada suficiente para proteger a população a partir da primeira aplicação. Estudos realizados anteriormente comprovaram que esse imunizante tem eficácia de 91% após as duas doses.

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Revista Cell

Cientistas descobrem novos coronavírus aparentados com o vírus da Covid-19

Publicado

Por

Redação
Foto/Imagem: Tiago Queiroz/Estadão

Uma equipe internacional de cientistas descobriu em morcegos na China quatro novos coronavírus geneticamente aparentados com o SARS-CoV-2, informa um estudo publicado na revista Cell.

Os pesquisadores analisaram mais de 400 amostras de morcegos coletadas entre maio de 2019 e novembro de 2020 na província chinesa de Yunnan, que tem fronteira com Mianmar, Laos e Vietnã.

Foram estabelecidos 24 genomas completos de coronavírus, incluindo quatro novos genomas relacionados com o SARS-CoV-2 e três com uma relação de parentesco com o vírus causador da Covid-19.

Dos quatro coronavírus aparentados com o SARS-CoV-2, um deles, denominado de RpYN06, proveniente da espécie de morcego Rhinolophus pusillus, era o mais próximo do causador da Covid-19, embora possua um gene de espigão mais divergente. Os outros três têm um gene de espigão diferente, com fraca capacidade de se unir ao receptor hACE2, que permite a entrada do vírus na célula.

As espécies de morcegos que foram analisadas nesta pesquisa científica são comuns no Sul da China, Vietnã, Laos e outros países do Sudeste Asiático.

Recentemente um estudo conjunto da OMS e China estabeleceu que a transmissão da Covid-19 de morcegos para humanos através de outro animal é o cenário mais provável e que a hipótese de vazamento de laboratório é “extremamente improvável”.

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Galocatequina

Substância do chá verde pode ajudar no combate à Covid-19, sugere estudo

Publicado

Por

Redação
Foto/Imagem: iStock

Enquanto a Índia continua a apresentar números elevados de contágio e mortes pela Covid-19, uma equipe de cientistas indianos estuda como que o chá verde poderia originar uma droga capaz de combater o vírus.

O acadêmico Suresh Mohankumar, atualmente na Universidade Swansea, no Reino Unido, desenvolveu um estudo em parceria com cientistas da Escola de Farmácia da JSS da Academia de Educação Superior e Pesquisa em Ooty, na Índia, para investigar potencialidades sobre o chá verde favorecer a criação de uma droga capaz de combater o vírus SARS-CoV-2.

De acordo com o Dr. Mohankumar “a farmácia mais antiga da natureza sempre foi um tesouro de novos medicamentos em potencial e questionamos se algum desses compostos poderia nos ajudar a combater a pandemia de Covid-19? Selecionamos e classificamos uma biblioteca de compostos naturais já conhecidos por serem ativos contra outros coronavírus usando um programa de computador auxiliado por inteligência artificial. Nossas descobertas sugeriram que um dos compostos do chá verde poderia combater o coronavírus por trás da Covid-19”.

O trabalho dos pesquisadores foi destacado pela revista on-line RSC Advances e incluído em sua coleção de artigos populares de prestígio escolhidos por editores e revisores. O professor associado Dr. Mohankumar enfatizou que a pesquisa ainda estava em seus primeiros dias e longe de qualquer tipo de aplicação clínica.

“O composto que nosso modelo prevê ser mais ativo é a galocatequina, que está presente no chá verde e pode estar prontamente disponível, alcançável e a preço acessível. Agora é preciso haver mais investigação para mostrar se pode ser comprovado clinicamente eficaz e seguro para prevenir ou tratar a Covid-19”, explicou o acadêmico destacando que o estudo ainda se encontra em etapa preliminar, mas pode ser um caminho.

O chefe de Farmácia, Professor Andrew Morris, disse: “Esta é uma pesquisa fascinante e demonstra que os produtos naturais continuam sendo uma fonte importante de compostos-chave na luta contra doenças infecciosas”, citou.

O Dr. Mohankumar, que atua na pesquisa e administração de farmácia em todo o mundo há mais de 18 anos e é uma referência na área, acrescentou que agora está ansioso para ver como o trabalho pode ser desenvolvido.

“Agora é necessário haver estudos pré-clínicos e clínicos apropriados e nós receberíamos colaboradores e parceiros em potencial para ajudar a levar esse trabalho adiante”, declarou o especialista.

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