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2.915 infectados

Sobe para 77 número de mortos por novo coronavírus no Brasil

Redação

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Foto/Imagem: Adriano Machado/Reuters


Hoje (26) completa um mês do primeiro caso confirmado  do novo coronavírus (Covid-19) no Brasil. Durante este período a pandemia vitimou 77 pessoas, conforme atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta quinta-feira (26). A taxa de letalidade é de 2,7%.

Ontem, as mortes já haviam se expandido para além de São Paulo e do Rio de Janeiro, com falecimentos em Pernambuco, no Rio Grande do Sul e no Amazonas.

Considerando um mês após o primeiro infectado, o Brasil fica atrás da China (213 mortes e 9.802 casos) mas a frente da Itália (29 mortes e 1.694 casos).

O total de casos confirmados saiu de 2.433 ontem para 2.915 casos. O resultado de hoje marcou um aumento de 54% nos casos em relação ao início da semana, quando foram contabilizadas 1.891 pessoas infectadas.

Do total de mortes, 58 foram em São Paulo, nove no Rio de Janeiro, três no Ceará, três em Pernambuco, uma no Amazonas, uma no Rio Grande do Sul, uma em Santa Catarina e uma em Goiás.

Como local de maior circulação do novo coronavírus no país, São Paulo também lidera o número de pessoas infectadas, com 1052 casos confirmados. Em seguida vêm Rio de Janeiro (421), Ceará (235), Distrito Federal (200), Rio Grande do Sul (158) e Minas Gerais (153).

Também registram casos confirmados Santa Catarina (122), Bahia (104), Paraná (102), Amazonas (67), Pernambuco (48), Espírito Santo (39), Goiás (39), Mato Grosso do Sul (25), Acre (24), Rio Grande do Norte (19), Sergipe (16), Pará (13), Alagoas (11), Mato Groso (11), Maranhão (10), Piauí (9), Roraima (8), Tocantins (7), Rondônia (5), Paraíba (5) e Amapá (2).

Brasil

Recuperados da Covid são quase 7 vezes maior que o nº de mortos

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Foto/Imagem: Sergei Karpukhin/TASS

De acordo com o último boletim do Ministério da Saúde divulgado nesta sexta-feira (30), o Brasil chegou a 189.476 pacientes recuperados da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Com isso, o total de pessoas que venceram a doença é quase sete vezes maior que o número de óbitos registrados.

Os infectados pelo vírus somam 465.166 casos confirmados. Desse total, 247.812 pessoas estão em acompanhamento. O país registrou ainda, 1.124 novas mortes, totalizando 27.878. A taxa de letalidade está em 6%.

Ranking

Em número de casos confirmados, o ranking tem São Paulo (101.556), Rio de Janeiro (47.953), Amazonas (38.909), Ceará (38.395) e Pará (36.486). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Pernambuco (32.255), Maranhão (30.482), Bahia (16.917), Espírito Santo (12.903) e Paraíba (12.011).

Mortes

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de óbitos (7.275). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (5.079), Ceará (2.859), Pará (2.827) e Pernambuco (2.669).

Além disso, foram registradas mortes no Amazonas (2.011), Maranhão (911), Bahia (609), Espírito Santo (560), Alagoas (406), Paraíba (327), Rio Grande do Norte (268), Minas Gerais (257), Rio Grande do Sul (213), Amapá (207), Paraná (173), Distrito Federal (154), Piauí (146), Rondônia (145), Sergipe (142), Acre (135), Santa Catarina (134), Goiás (119), Roraima (108), Tocantins (70), Mato Grosso (56) e Mato Grosso do Sul (18).

Continue me casa. Se precisar sair, use máscara.

Isso tudo vai passar!

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Sala de Situação

GDF tem 322 leitos de UTI e 504 de enfermaria para tratar a Covid

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Foto/Imagem: Breno Esaki/Secretaria de Saúde

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal possui, em 16 hospitais da rede pública, 3.682 leitos gerais de enfermarias registrados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e 359 leitos gerais de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Para o tratamento do novo coronavírus Sars-CoV-2, a Secretaria de Saúde possui um total de 504 leitos de enfermarias, divididos entre o Hospital Regional da Asa Norte (327) e o Hospital de Campanha do Mané Garrincha (177). Nesta sexta-feira (29), às 11h05, havia 184 leitos de enfermaria ocupados por pacientes com Covid-19 ou suspeita, uma taxa de ocupação de 36,51%.

Para os casos mais graves, são 322 leitos públicos (UTI Covid-19) disponíveis para os pacientes do coronavírus com com suporte de ventilação mecânica. Destes, 130 estavam ocupados e 192 reservados até a última atualização às 11h25 desta sexta-feira (29), na Sala de Situação. A taxa de ocupação representa 40,37%.

Rede privada

Além dos leitos Covid-19 da rede pública de Saúde (que inclui os próprios da rede, conveniados e os contratados na rede privada), a rede de hospitais privados dispõe de 212 leitos de UTI para atender os pacientes acometidos pela doença, estando 143 ocupados, 4 bloqueados e 65 vagos, com taxa de ocupação de 69,34%. Os dados foram atualizados na Sala de Situação, às 11h25.

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Daniel Novais

Obesidade é grande fator de risco para agravamento da Covid-19

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Foto/Imagem: Freepik

Recentes estudos consideram a obesidade, juntamente com a idade, como um dos maiores fatores de hospitalização e agravamento por Covid-19. A obesidade diminui as ações anti-inflamatórias do organismo e compromete a eficiência do sistema imunológico, deixando a pessoa mais vulnerável ao vírus.

Só para se ter uma ideia, muito antes da pandemia, a obesidade já atingia cerca de 600 milhões de adultos e 100 milhões de crianças ao redor do mundo, causando milhões de mortes por ano. No Brasil, já acometia um em cada cinco habitantes, sendo que mais da metade da população está acima do peso normal.

“Uma alimentação saudável pode ser uma grande aliada na conquista de mais qualidade de vida, saúde e bem-estar. O consumo diário de alimentos mais saudáveis e a prática de atividades regulares evitam uma série de doenças crônicas causadas pela obesidade.Cuidar da saúde é primordial, independente do momento em que estamos passando”, explica o nutricionista Daniel Novais.

Vale alertar que vários fatores aumentam o risco de pessoas com obesidade diante do novo coronavírus. O excesso de peso tem grande relação com outras doenças metabólicas, como a diabetes tipo 2 e a hipertensão arterial, ambas muito frequentes entre pacientes com a forma mais grave de Covid-19.

Mudança de comportamento

Nunca é tarde para cuidar da saúde: o importante é procurar um profissional qualificado para seguir orientações personalizadas, direcionadas a cada caso. É importante, também, não cair em armadilhas: com a quarentena, notou-se um aumento na compra de alimentos ultraprocessados, com muitos aditivos e baixa qualidade nutricional. Esse tipo de alimento tem uma validade maior e são mais fáceis de serem estocados. Simultaneamente, houve uma redução no consumo de frutas, verduras e legumes, alimentos que precisam ser repostos com maior frequência, são perecíveis e precisam ser higienizados, e em alguns casos, exigem uma certa habilidade para realizar o preparo.

Para o nutricionista Daniel Novais durante esse período é preciso ter muita atenção ao estilo de vida, cuidar da alimentação, do sono e realizar prática esportiva, mesmo que seja em casa.

“Com o isolamento, estamos mais ansiosos, inseguros, com menos prazeres e nos mexendo menos. Estas condições contribuem para aumentar a buscar por outros estímulos, o que muitas vezes implica em um maior consumo de alimentos e de álcool e na piora da qualidade alimentar”, comenta o nutricionista.

Atitudes simples são eficazes para manter uma rotina saudável. Confira 7 dicas elaboradas pelo nutricionista Daniel Novais:

1. Prefira alimentos naturais e minimamente processados. Arroz, feijão, frutas, legumes, verduras, leite, carnes e ovo. Comida de verdade!

2. Fique atento aos alimentos ultraprocessados. O consumo em excesso de salgadinhos, refrigerantes, biscoitos e outros está associado a obesidade e várias outras doenças.

3. Comer por razões emocionais é normal, mas tenha em mente que por não ser fome, a vontade passa. Procure estratégias para lidar com as emoções sem recorrer à comida.

4. Evite alimentos refinados, ricos em açúcar e gordura, principalmente a noite. Esses alimentos não saciam, estimulam o pico insulínico e geram mais vontade de comer.

5. Aproveite para introduzir novos hábitos, experimentar alimentos, preparações e receitas.

6. Gengibre, cúrcuma, alho, cebola, mel, própolis, pimentas, chocolate amargo, chá verde e muitos vegetais coloridos são anti-inflamatórios, aposte neles.

7. Manter-se hidratado é fundamental. Beba água!

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