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#temquevacinar

Saúde confirma 9.898 casos de sarampo no Brasil neste ano

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Sarampo
Foto/Imagem: iStock
Heloisa Cristaldo

Desde o início deste ano, até 21 de novembro, foram confirmados 9.898 casos de sarampo no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, o país enfrenta dois surtos de sarampo: no Amazonas, foram confirmados 9.477 casos e, em Roraima, 347 casos. Três estados registraram mortes pela doença: quatro em Roraima, seis no Amazonas e três no Pará.

O ministério informou, no entanto, que o número de casos novos vem caindo nos estados do Amazonas e de Roraima desde agosto. As informações foram repassadas pelas secretarias estaduais de Saúde ao atualizar os dados sobre a doença no país.

Dos mais de 7 mil casos que estavam em investigação no Amazonas, apenas nove continuam sendo avaliados. No Amazonas, a confirmação dos casos desta semana refere-se a notificações acumuladas, principalmente dos meses de julho e agosto. Em Roraima, a maior concentração de casos ocorreu entre fevereiro e abril deste ano.

Desde o início do ano, o Ministério da Saúde encaminhou aos Estados de Rondônia, do Amazonas, de Roraima, do Pará, do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Rio Grande do Sul, de Pernambuco e de Sergipe, bem como ao Distrito Federal, 14,8 milhões de doses da vacina tríplice viral para atender à demanda dos serviços de rotina e à realização de ações de bloqueio, além da intensificação e campanha de vacinação para prevenção de novos casos de sarampo.

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17 de maio

Dia Mundial da Hipertensão: Nádia Haubert alerta para riscos da doença

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Redação
Foto/Imagem: Getty Images

No dia 17 de maio, é celebrado o Dia Mundial da Hipertensão, no intuito de conscientizar as pessoas sobre os malefícios da doença. Por isso, a Médica Nutróloga Nádia Haubert, do Centro Terapêutico Dr. Máximo Ravenna, explicou um pouco sobre a hipertensão, bem como deu dicas para preveni-la. Segundo Nádia, a hipertensão arterial é considerada a principal doença cardiovascular devido à sua alta prevalência, acometendo até 30% da população mundial, sendo responsável direta ou indiretamente pelas principais causas de mortalidade no Brasil e no mundo. “Dentre os principais fatores associados ao desenvolvimento da doença, destacam-se os genéticos e os socioambientais, entre os quais a obesidade tem sido um dos mais associados. Há demonstrações de relação direta, entre o excesso de peso e o aumento dos níveis de pressão arterial”, explica.

Segundo Nádia, há consequências precoces e tardias da elevação crônica da pressão arterial. “Doenças de apresentação precoce e tardia: Acidente vascular encefálico Doença cardíaca coronária, Insuficiência cardíaca, arritmias, doença renal crônica, diabetes mellitus e Disfunção erétil”, exemplifica.

Mudar para prevenir

As mudanças no estilo de vida são de difícil implementação, de acordo com Nádia, e a sociedade como um todo deve participar deste esforço. “São importantes programas contínuos de educação em saúde dirigidos a alunos de primeiro e segundo graus; instituições; empresas; e comunidade.”

As ações de conscientização são estratégias importantes, por meio de mídia; além do fortalecimento de normas governamentais para reduzir o conteúdo de sódio e gorduras saturadas dos alimentos industrializados e aperfeiçoamento na rotulagem do conteúdo nutricional dos alimentos. “Manutenção do peso corporal, prática de atividade física, alimentação e controle do estresse são estratégias fundamentais na prevenção da hipertensão arterial.”

Exercícios físicos

“Há uma associação direta de que a redução do peso diminui a pressão arterial tanto em pessoas normais quanto em hipertensos”, explica. Independentemente da redução da pressão arterial, são vários os efeitos benéficos da redução do peso, entre eles: melhora da tolerância à glicose e do colesterol, melhora de sintomas depressivos e da apneia do sono, aumento da tolerância aos exercícios o que significa importante melhora da qualidade de vida.

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Farmacêutica Eli Lilly

Coquetel de anticorpos previne em 87% evolução para caso grave da Covid

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Redação
Foto/Imagem: Reprodução/Eli Lilly

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso de um novo coquetel para tratar a Covid-19. É uma combinação de dois anticorpos diferentes, da farmacêutica Eli Lilly, indicado em casos leves e moderados da doença.

Em entrevista à CNN nesta sexta-feira (14), a professora de imunologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Comitê Científico da Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI), Ana Maria Caetano, explicou que o medicamento preveniu em 87% a evolução para casos graves do novo coronavírus.

“Esse remédio é a combinação de dois anticorpos monoclonais, que são produzidos em laboratório e tentam imitar os anticorpos neutralizantes que faríamos naturalmente e que neutralizariam o vírus. Eles são direcionados exatamente para aquela proteína Spike, que liga o vírus à entrada da célula, e por isso tem esse efeito de impedir a infecção. O estudo de fase 3 mostra que ele é 87% eficaz, ou seja, preveniu em 87% a evolução para casos graves, como para hospitalização e necessidade de oxigênio”, disse Ana Maria.

A especialista falou ainda sobre as recomendações para o uso do coquetel. Segundo ela, ele só pode ser usado em ambiente de laboratório, pois a aplicação deve ser feita de forma endovenosa. Além disso, explicou ela, o uso do medicamento está restrito para o início da doença e somente para pessoas com comorbidades.

“Não pode ser administrado em paciente que está hospitalizado e com problema de oxigenação porque os anticorpos nesse momento podem ter um efeito contrário, que é piorar o avanço inflamatório da doença.”

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