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Surtos no Amazonas e Roraima

Saúde confirma 2.801 casos de sarampo em todo o país

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Sarampo
Foto/Imagem: iStock


O Ministério da Saúde atualizou, nesta quarta-feira (7), as informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde sobre a situação do sarampo no país. Até o dia 5 de novembro de 2018, foram confirmados 2.801 casos. Atualmente, o país enfrenta dois surtos de sarampo: no Amazonas são 2.357 casos confirmados e 7.425 em investigação, e em Roraima, são 345 casos confirmados e 54 em investigação.

Os surtos estão relacionados à importação, já que o genótipo do vírus (D8) que está circulando no país é o mesmo que circula na Venezuela, país com surto da doença desde 2017.  Alguns casos isolados e relacionados à importação foram identificados nos estados de São Paulo (3), Rio de Janeiro (19); Rio Grande do Sul (43); Rondônia (2), Pernambuco (4), Pará (23), Distrito Federal (1) e Sergipe (4). Até o momento, no Brasil, foram confirmados 12 óbitos por sarampo, sendo quatro óbitos no estado de Roraima, seis no Amazonas e dois no Pará.

O Ministério da Saúde permanece acompanhando a situação e prestando o apoio necessário aos Estados. Cabe esclarecer que as medidas de bloqueio de vacinação, mesmo em casos suspeitos, estão sendo realizadas em todos os estados.

Cabe esclarecer que o número de casos notificados nas últimas semanas no estado do Amazonas e Roraima diminuiu consideravelmente. No entanto, há casos que foram notificados em semanas anteriores e que ainda permanecem em investigação. Esses casos serão confirmados ou descartados nas próximas semanas, podendo aumentar o total casos confirmados no país. No estado de Roraima, a maior concentração de casos se deu entre fevereiro e abril deste ano. Já no estado do Amazonas, a queda no número de casos se dá a partir do início de agosto. O pico de casos no estado foi em meados de julho. Em ambos os estados, no momento a curva de novos casos é decrescente.

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17 de maio

Dia Mundial da Hipertensão: Nádia Haubert alerta para riscos da doença

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Redação
Foto/Imagem: Getty Images

No dia 17 de maio, é celebrado o Dia Mundial da Hipertensão, no intuito de conscientizar as pessoas sobre os malefícios da doença. Por isso, a Médica Nutróloga Nádia Haubert, do Centro Terapêutico Dr. Máximo Ravenna, explicou um pouco sobre a hipertensão, bem como deu dicas para preveni-la. Segundo Nádia, a hipertensão arterial é considerada a principal doença cardiovascular devido à sua alta prevalência, acometendo até 30% da população mundial, sendo responsável direta ou indiretamente pelas principais causas de mortalidade no Brasil e no mundo. “Dentre os principais fatores associados ao desenvolvimento da doença, destacam-se os genéticos e os socioambientais, entre os quais a obesidade tem sido um dos mais associados. Há demonstrações de relação direta, entre o excesso de peso e o aumento dos níveis de pressão arterial”, explica.

Segundo Nádia, há consequências precoces e tardias da elevação crônica da pressão arterial. “Doenças de apresentação precoce e tardia: Acidente vascular encefálico Doença cardíaca coronária, Insuficiência cardíaca, arritmias, doença renal crônica, diabetes mellitus e Disfunção erétil”, exemplifica.

Mudar para prevenir

As mudanças no estilo de vida são de difícil implementação, de acordo com Nádia, e a sociedade como um todo deve participar deste esforço. “São importantes programas contínuos de educação em saúde dirigidos a alunos de primeiro e segundo graus; instituições; empresas; e comunidade.”

As ações de conscientização são estratégias importantes, por meio de mídia; além do fortalecimento de normas governamentais para reduzir o conteúdo de sódio e gorduras saturadas dos alimentos industrializados e aperfeiçoamento na rotulagem do conteúdo nutricional dos alimentos. “Manutenção do peso corporal, prática de atividade física, alimentação e controle do estresse são estratégias fundamentais na prevenção da hipertensão arterial.”

Exercícios físicos

“Há uma associação direta de que a redução do peso diminui a pressão arterial tanto em pessoas normais quanto em hipertensos”, explica. Independentemente da redução da pressão arterial, são vários os efeitos benéficos da redução do peso, entre eles: melhora da tolerância à glicose e do colesterol, melhora de sintomas depressivos e da apneia do sono, aumento da tolerância aos exercícios o que significa importante melhora da qualidade de vida.

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Farmacêutica Eli Lilly

Coquetel de anticorpos previne em 87% evolução para caso grave da Covid

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Redação
Foto/Imagem: Reprodução/Eli Lilly

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso de um novo coquetel para tratar a Covid-19. É uma combinação de dois anticorpos diferentes, da farmacêutica Eli Lilly, indicado em casos leves e moderados da doença.

Em entrevista à CNN nesta sexta-feira (14), a professora de imunologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Comitê Científico da Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI), Ana Maria Caetano, explicou que o medicamento preveniu em 87% a evolução para casos graves do novo coronavírus.

“Esse remédio é a combinação de dois anticorpos monoclonais, que são produzidos em laboratório e tentam imitar os anticorpos neutralizantes que faríamos naturalmente e que neutralizariam o vírus. Eles são direcionados exatamente para aquela proteína Spike, que liga o vírus à entrada da célula, e por isso tem esse efeito de impedir a infecção. O estudo de fase 3 mostra que ele é 87% eficaz, ou seja, preveniu em 87% a evolução para casos graves, como para hospitalização e necessidade de oxigênio”, disse Ana Maria.

A especialista falou ainda sobre as recomendações para o uso do coquetel. Segundo ela, ele só pode ser usado em ambiente de laboratório, pois a aplicação deve ser feita de forma endovenosa. Além disso, explicou ela, o uso do medicamento está restrito para o início da doença e somente para pessoas com comorbidades.

“Não pode ser administrado em paciente que está hospitalizado e com problema de oxigenação porque os anticorpos nesse momento podem ter um efeito contrário, que é piorar o avanço inflamatório da doença.”

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