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Erasmo Tokarski

Saiba como evitar as 6 doenças de pele mais frequentes no verão

Redação

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Foto/Imagem: Pixabay


Sol, praia, piscina e calor… muito calor! No verão, os cuidados com a pele devem ser redobrados, porque o sol e a desidratação podem trazer muitos problemas como queimaduras, envelhecimento precoce, aumentando até mesmo o risco de câncer. Além disso, no decorrer da estação, a combinação: uso de pouca roupa + vestes molhadas + exposição solar intensa, pode causar as famosas doenças de pele que, mesmo comuns, precisam de atenção.

De acordo com o dermatologista Erasmo Tokarski, especialmente durante o verão, recomenda-se usar diariamente, óculos de sol, roupas frescas, calçado aberto, além de beber bastante água e evitar a exposição solar entre 11h e 16h.

“Os cuidados com a pele são importantes durante o ano inteiro, mas na estação mais quente do ano precisamos redobrar a atenção para evitar surpresas e aproveitar o verão de uma forma mais saudável. O uso do protetor solar, por exemplo, deve ser feito diariamente, com reforço a cada 4h ou sempre que a pessoa tiver contato com a água”, alerta o especialista.

Confira quais são as principais doenças de pele e saiba o que fazer para combater as mazelas da estação.

Queimaduras de sol

Quando a pele exposta ao sol fica avermelhada e bastante sensível ao toque, pode indicar que a pele foi danificada e encontra-se com queimaduras de raios solares.

Como tratar: os sintomas podem ser aliviados com o uso de compressas de água fria, analgésicos e loções corporais calmantes. A pele tende a soltar após cerca de cinco dias e para evitar é aconselhado beber bastante água e evitar o ressecamento da pele. Caso ainda assim a pele começar a soltar, é importante não remover e deixar que ela saia sozinha durante o banho.

Micoses

São as infecções fúngicas que acometem a pele, o cabelo e as unhas e caracterizam-se por apresentar vermelhidão, descamação ou coceira. Normalmente aparecem em áreas de dobras, que são regiões mais quentes e que acumulam suor. As mais comuns são a pitiríase versicolor, popularmente conhecida como pano branco. E também as micoses de unha, que têm lesões provocadas pela onicomicose apresentam, em geral, sinais como o espessamento da unha, aumento da fragilidade (unhas quebradiças), distorções na forma, perda do brilho natural e escurecimento. No caso da candidíase, o primeiro sintoma é uma vermelhidão que se desloca para o chamado leito ungueal, a parte abaixo das unhas das mãos e dos pés.

Como tratar: um dos principais cuidados é evitar ficar com o corpo suado ou molhado por muito tempo. O dermatologista ainda pode indicar o uso de cremes ou loções que devem ser aplicadas diariamente até a completa eliminação das manchas na pele. No caso das micoses de unha, se o problema não for tratado de maneira adequada, a infecção é contínua. Ao detectar os sintomas da micose nas unhas, é importante ir o mais rápido possível ao dermatologista, que pode utilizar pomadas no tratamento e até mesmo o uso de laser, uma novidade para combater o problema.

Bicho geográfico

É uma dermatite linear serpiginosa tropical causada por parasitas encontrados em fezes de gatos e cachorros doentes. A larva das fezes desses animais penetra na pele humana, causando coceira, vermelhidão e lesões semelhantes a mapas, por isso o nome bicho geográfico.

Como tratar: deve-se consultar um dermatologista para iniciar o uso de um remédio para vermes e ainda o uso de cremes e pomadas adequadas.

Acne solar

A exposição ao sol e o calor dos dias típicos de verão tendem a agravar a oleosidade da pele, favorecendo o surgimento de cravos e espinhas. É comum que no primeiro dia de férias, com a exposição solar, a pele fique um pouco mais seca, o que parece que diminui as espinhas, mas no dia a seguir, a resposta natural do corpo será aumentar a oleosidade natural da pele, agravando a acne.

Como tratar: deve-se passar um filtro solar próprio para o rosto e lavar com sabonete adequado e usar loções próprias para acne. Também é importante evitar espremer cravos e espinhas, para que o rosto não fique manchado. Para os casos mais graves, podem ser recomendados antibióticos orais indicados pelo profissional de saúde.

Brotoeja

A brotoeja é mais comum em bebês e crianças nos dias muito quentes, quando a pele fica úmida devido ao suor. As áreas mais afetadas são o pescoço, nuca, peito, barriga, costas e as dobrinhas dos joelhos e cotovelo. Em alguns casos ela pode provocar coceira e a criança fica muito irritada, chorando sem razão aparente.

Como tratar: normalmente não é necessário um tratamento específico, mas pode ser evitada ao usar roupas frescas e evitar locais muito quentes e úmidos. Colocar um pouco de talco nas regiões mais afetadas pode também ajudar inicialmente.

Queimaduras com limão

O suco das frutas cítricas em contato direto com a pele pode causar queimadura quando esta é exposta ao sol, causando uma mancha escura na pele chamada fitofotomelanose. Apesar desse tipo de queimadura ser mais comum com limão, a laranja, a tangerina e a toranja também podem causar esse tipo de lesão.

Como tratar: quando se formam bolhas o tratamento é o mesmo que numa queimadura por água. Já quando a pele está manchada e escura pode ser necessário o uso de uma loção ou pomada clareadora indicada pelo dermatologista.

Rede pública do DF

Enfermeiros poderão prescrever medicamentos e solicitar exames

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Foto/Imagem: Breno Esaki/Saúde-DF

Enfermeiros da rede pública de saúde do Distrito Federal poderão prescrever medicamentos e solicitar exames, em todos os níveis de assistência, desde que previstos nos protocolos, guias, notas técnicas ou manuais adotados pela pasta, segundo portaria publicada no Diário Oficial do Distrito Federal desta terça-feira (28). Até então, isso só era feito na atenção primária em saúde.

“Com a portaria, os enfermeiros poderão cumprir o que já está previsto na lei de exercício da profissão, agora, estendendo para os níveis secundário e terciário”, explica o diretor de Enfermagem da Secretaria de Saúde, Saulo Jacinto da Silva Júnior.

De acordo com a Portaria nº 33, “a prescrição de medicamentos e a solicitação de exames deverão ser, rigorosamente, seguidos e não compete ao enfermeiro alterar etapas na conduta terapêutica previstas nos protocolos, guias, notas técnicas ou manuais adotados pela Secretaria de Saúde”.

Diversas áreas de atendimento já contam com protocolos, como o de assistência obstétrica, o de pacientes portadores de hanseníase do DF e o de acesso à demanda espontânea na atenção primária. “A intenção é agilizar o atendimento, pois com protocolos, guias, notas técnicas e manuais prontos, o enfermeiro poderá fazer as prescrições”, explica Saulo.

Protocolos

Na falta de protocolos vigentes, ainda não elaborados pela área técnica responsável na Secretaria de Saúde, serão adotados os protocolos do Ministério da Saúde.

Também de acordo com a portaria publicada nesta terça-feira (28), a prescrição de medicamentos e a solicitação de exames, em todos os níveis de assistência, deverão ser realizadas em formulário padronizado da Secretaria de Saúde, de acordo com sua especificação, identificado com matrícula do prescritor, número da inscrição no Conselho Regional de Enfermagem, nome completo do profissional e respectiva assinatura. O direito conferido ao enfermeiro não impede que o médico possa também fazer as prescrições subsequentes.

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Sul do país

Brasil: Saúde confirma dois novos casos suspeitos de coronavírus

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Foto/Imagem: Pixabay

Ministério da Saúde anunciou no fim da tarde desta terça-feira (28) dois novos casos suspeitos do coronavírus 2019-nCoV, um em Porto Alegre (RS) e outro em Curitiba (PR). Mais cedo, o governo havia noticiado a investigação de um caso em Belo Horizonte (MG).

O ministério informou, ainda, que os dois pacientes do Sul do país se enquadram na definição de quadro suspeito estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), com febre, pelo menos um sintoma respiratório e possível contato com a doença nos últimos 14 dias.

A paciente cujo caso está sob investigação médica em Minas Gerais é uma estudante de 22 anos que viajou para Wuhan, na China. Ela chegou em território brasileiro no dia 24 de janeiro. Segundo o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, a jovem está em um hospital de alta organização na área de infectologia. Todas as 14 pessoas que tiveram contato com ela também estão sendo monitoradas.

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Alerta de Perigo Iminente

Ministro confirma primeiro caso suspeito de coronavírus no Brasil

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Foto/Imagem: Antonio Cruz/Agência Brasil

O Ministério da Saúde confirmou nesta terça-feira (28) o primeiro caso suspeito de coronavírus no país e elevou o nível de Atenção para Alerta de Perigo Iminente para a presença do vírus no país. De acordo com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, uma estudante de 22 anos que esteve na China está internada, em Belo Horizonte, em observação.

“O que muda é o grau de vigilância nessa fase. Aumenta a nossa vigilância de portos e aeroportos, triagem de pacientes, o uso de determinado equipamentos de proteção, mas o nosso foco principal nessa fase é a vigilância”, disse Mandetta, em entrevista coletiva para falar sobre as medidas tomadas pelo governo para evitar a entrada do vírus no país.

“Nessa fase a gente tem um olhar com muito mais atenção para dentro do país, para identificar se o vírus está circulando em território nacional, e outro [olhar] muito presente em informações técnicas e científicas a respeito do comportamento do vírus”, disse Mandetta..

Suspeita de coronavírus

A estudante brasileira viajou para a cidade de Wuhan no período de 29 de agosto de 2019 a 24 de janeiro deste ano. Ela está em observação e, de acordo com o ministro, o estado dela é estável. Caso a infecção por coronavírus seja confirmada, o nível de alerta no país sobe para de Emergência de Saúde Pública Nacional, quando há a possibilidade de o vírus já estar em circulação no país.

“Ela está em isolamento e os 14 contatos mais próximos estão sendo acompanhados. O nome, por motivos óbvios não deve ser divulgado, por respeito a pessoa, seus familiares e sua privacidade,” disse o ministro.

Investigação

De acordo com dados apresentados na coletiva do comitê de operações de emergência do Ministério da Saúde, no período de 3 a 27 de janeiro foram analisados 7.063 rumores de pessoas com coronavírus, dos quais 127 rumores exigiram a verificação mais detalhada. Dessa verificação, 10 casos se enquadraram inicialmente na definição de caso suspeito. Desses, nove foram descartados e o único caso tratado como suspeito é o da paciente internada em Belo Horizonte.

O ministro informou ainda que, após a Organização Mundial de Saúde (OMS) ter aumentado o nível de alerta em relação ao cenário global do novo coronavírus para Alto, o governo vai passar a tratar como casos suspeitos os das pessoas que estiveram em toda a China, não apenas na província de Wuhan, nos últimos 14 dias e que apresentarem sintomas respiratórios suspeitos.

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