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Previdência Social

Reabertura das agências do INSS é adiada para o dia 3 de agosto

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Foto/Imagem: Arquivo/AVB
Kelly Oliveira

O atendimento presencial nas agências da Previdência Social foi adiado para o dia 3 de agosto. O adiamento está na Portaria Conjunta n° 27 da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), publicada nesta quarta-feira (8), no Diário Oficial da União.

O atendimento exclusivo por meio de canais remotos fica prorrogado até o dia 31 de julho e continuará sendo realizado mesmo após a reabertura das agências.

Segundo o ministério, em um primeiro momento, o tempo de funcionamento das agências será parcial, com seis horas contínuas, e o atendimento será exclusivo aos segurados e beneficiários com prévio agendamento pelos canais remotos (Meu INSS e Central 135). Também serão retomados os serviços que não possam ser realizados por meio dos canais de atendimento remotos como, por exemplo, realização de perícias médicas, avaliação social e reabilitação profissional.

“A reabertura gradual e segura irá considerar as especificidades de cada uma das 1.525 agências da Previdência Social no país. Cada unidade deverá avaliar o perfil do quadro de servidores e contratados, o volume de atendimentos realizados, a organização do espaço físico, as medidas de limpeza e os equipamentos de proteção individual e coletiva”, diz o ministério.

De acordo com o ministério, as unidades que não reunirem as condições necessárias para atender o cidadão de forma segura, continuarão em regime de plantão reduzido. O INSS disponibilizará um painel eletrônico contendo informações sobre o funcionamento das agências da Previdência Social, os serviços oferecidos e o horário de funcionamento.

“Todas as medidas tomadas para garantir o direito dos cidadãos durante a pandemia da Covid-19, incluindo a simplificação dos procedimentos, a dispensa de exigências e a oferta de serviços por meio de canais remotos, continuarão valendo mesmo após a retomada do atendimento presencial”, garante o ministério.

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52,2 milhões de doses entregues

Covid-19: Butantan entrega mais 2,2 milhões de doses da vacina CoronaVac ao PNI

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Redação
Foto/Imagem: Amanda Perobelli/Reuters

O Instituto Butantan entregou nesta sexta (18) mais 2,2 milhões de doses da vacina CoronaVac para serem distribuídas em todo o país pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Com o lote desta sexta (18), o Butantan alcança a marca de 52,2 milhões de doses entregues desde janeiro deste ano. A previsão é que até o final de setembro o instituto tenha disponibilizado 100 milhões de doses da vacina ao PNI.

O Butantan espera receber até o fim deste mês mais uma remessa com 6 mil litros de IFA para poder envazar mais 10 milhões de doses.

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Pátria vacinada

Brasil aplica mais de 2,56 milhões de doses de vacina contra Covid-19 em 24h

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Redação
Foto/Imagem: Reprodução Twitter/Marcelo Queiroga

O Brasil estabeleceu um novo recorde nesta quinta-feira (17) ao aplicar 2.561.553 doses de vacinas contra a Covid-19 em 24 horas. O resultado, o melhor desde o início da campanha de vacinação, foi divulgado por meio da plataforma LocalizaSUS, abastecida com informações repassadas pelos estados.

Até ontem, mais de 60,38 milhões de brasileiros já tinham tomado a primeira dose do imunizante e cerca de 24,03 milhões as duas doses, superando 84,1 milhões de doses aplicadas.

Nesta sexta (18), ao participar, no Rio de Janeiro, da divulgação da situação epidemiológica na capital do estado, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga disse que a marca atingida nesta quinta-feira é uma demonstração da “força” do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Nós ontem aplicamos mais 2 milhões de doses de vacinas. Aqueles que ficam questionando o programa de imunização vão quebrar a cara. Não é fácil aplicar 2 milhões de doses de vacinas”, declarou o ministro, após enfatizar a importância da vacinação da população para a superação da pandemia de Covid-19.

Óbitos

“O momento ainda inspira cuidados. Houve uma redução do número de mortes desde que assumi o ministério, mas a média móvel de óbitos, em torno de 2 mil, ainda é alta e temos que reduzir. E a esperança para isso são as vacinas”, acrescentou Queiroga, enfatizando que o governo federal já distribuiu cerca de 109,29 milhões de doses de imunizantes a estados e municípios.

Até a noite de ontem, o Brasil contabilizava 496.004 mortes em decorrência de complicações da Covid-19 e 17.702.630 casos confirmados da doença. A causa de outros 3.758 óbitos estava em investigação, enquanto o número de pessoas infectadas que se recuperaram totalizava 16.077.483, ou o correspondente a 90,8% do total de casos confirmados.

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