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Estudo italiano

Raios UVA e UVB podem destruir SARS-CoV-2 em 1 minuto, dizem cientistas

Publicado

Foto/Imagem: Getty Images


O novo coronavírus não resiste a certos tipos de radiação solar por mais de um minuto, segundo um estudo italiano citado pelo portal Adnkronos.

“Mostramos que os raios UVA e UVB do Sol matam completamente o vírus da Covid-19 em poucas dezenas de segundos”, disse Mario Clerici, professor de patologia geral da Universidade de Milão e um dos autores do estudo publicado no servidor de pré-impressão medRxiv.

De acordo com Clerici, os cientistas já demonstraram em 2020 que a Covid-19 não é resistente aos raios UVC, que, no entanto, não chegam à Terra.

Por sua vez, o novo estudo, realizado em colaboração com um grupo de pesquisa do Instituto Nacional de Astrofísica, afirma que os raios UVA e UVB, que “nos bronzeiam e aquecem”, têm o mesmo efeito sobre o coronavírus.

O impacto do Sol é ainda mais eficaz na praia, onde “é reforçado pela reverberação na areia ou na água […] basta ser exposto aos UVA e UVB por dez a 20 segundos para matar completamente o vírus”.

No entanto, advertiu Clerici, o exemplo de países tropicais como Brasil e Índia mostra que a proteção contra os raios solares é insuficiente se não for acompanhada por medidas de prevenção contra a Covid-19.

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Revista Cell

Cientistas descobrem novos coronavírus aparentados com o vírus da Covid-19

Publicado

Por

Redação
Foto/Imagem: Tiago Queiroz/Estadão

Uma equipe internacional de cientistas descobriu em morcegos na China quatro novos coronavírus geneticamente aparentados com o SARS-CoV-2, informa um estudo publicado na revista Cell.

Os pesquisadores analisaram mais de 400 amostras de morcegos coletadas entre maio de 2019 e novembro de 2020 na província chinesa de Yunnan, que tem fronteira com Mianmar, Laos e Vietnã.

Foram estabelecidos 24 genomas completos de coronavírus, incluindo quatro novos genomas relacionados com o SARS-CoV-2 e três com uma relação de parentesco com o vírus causador da Covid-19.

Dos quatro coronavírus aparentados com o SARS-CoV-2, um deles, denominado de RpYN06, proveniente da espécie de morcego Rhinolophus pusillus, era o mais próximo do causador da Covid-19, embora possua um gene de espigão mais divergente. Os outros três têm um gene de espigão diferente, com fraca capacidade de se unir ao receptor hACE2, que permite a entrada do vírus na célula.

As espécies de morcegos que foram analisadas nesta pesquisa científica são comuns no Sul da China, Vietnã, Laos e outros países do Sudeste Asiático.

Recentemente um estudo conjunto da OMS e China estabeleceu que a transmissão da Covid-19 de morcegos para humanos através de outro animal é o cenário mais provável e que a hipótese de vazamento de laboratório é “extremamente improvável”.

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JAMA

Vacina da Pfizer reduz em 51% chance de infecção por Covid após 1ª dose

Publicado

Por

Redação
Foto/Imagem: Jakub Porzycki

Um estudo feito pela Escola de Saúde Pública da Universidade de Tel Aviv, em Israel, com mais de 500 mil pessoas, concluiu que a vacina da Pfizer reduz entre 51% e 54% os casos de Covid-19 sintomáticos e assintomáticos, após a aplicação da primeira dose.

A pesquisa foi dividia em duas partes, dos primeiros 12 dias após a aplicação do imunizante e depois do 13º ao 24º dia. A segunda dose não foi levada em conta para o levantamento.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o nível mínimo aceitável de eficácia para uso emergencial de uma vacina contra a Covid-19 é de 50%. A vacina da Pfizer seria considerada suficiente para proteger a população a partir da primeira aplicação. Estudos realizados anteriormente comprovaram que esse imunizante tem eficácia de 91% após as duas doses.

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