Projeto da terceirização é repudiado em audiência pública no Amapá
Um dia após reunir em Belém integrantes das centrais sindicais, do Judiciário e de vários movimentos sociais, a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) voltou a debater nesta sexta-feira (6), em Macapá (AP), o projeto que fixa novas regras para a terceirização de mão de obra.
Em entrevista à TV Senado, o presidente da CDH, senador Paulo Paim (PT-RS), disse que os três senadores do Amapá e os representantes da sociedade presentes à audiência pública se posicionaram contra a proposta sobre o assunto, já aprovada pela Câmara dos Deputados (PLC 30/2015).
De acordo com o parlamentar, a divergência se dá tanto em relação ao projeto da terceirização, sobretudo por causa da brecha que ele abre para a terceirização das atividades-fins das empresas, quanto à proposta de flexibilização da legislação trabalhista, de modo a permitir que o negociado prevaleça sobre o legislado.
– Como se disséssemos: não importam mais as leis, mas somente o que empregado e empregador acertarem entre si. Isso seria um retrocesso histórico. Por isso que há uma grande discordância tanto em relação à terceirização quanto em relação a isso – afirmou o senador.
Com o debate promovido em Macapá, a CDH realizou a 21ª audiência pública sobre a questão da terceirização.

-
RumoresMedir a glicose por meio do suor ainda é ficção, afirma Sociedade Brasileira de Diabetes
-
Março AzulCâncer de intestino cresce entre jovens e já é o 3º mais frequente no Brasil
-
#VacinaDFDF terá 50 pontos de vacinação neste sábado (28); confira locais e horários
-
Cerca de 40 mil pessoasFebre amarela: Saúde do DF convoca população até 59 anos para vacinação
-
Segunda, 02 de marçoSemana começa com 381 vagas de emprego nas agências do trabalhador
-
Neoenergia BrasíliaTarifa Social de Energia Elétrica: quem não atualizar dados pode perder benefício
-
Sem custo adicionalConta de luz continua com bandeira tarifária verde em março de 2026, diz ANEEL
-
Ligue 180Conta de luz vira aliada no enfrentamento à violência contra a mulher no DF