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Startups & Makers

Programa da Campus Party quer estimular o empreendedorismo

Redação

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Foto/Imagem: Valter Campanato/Agência Brasil


Uma das principais vertentes da Campus Party é o empreendedorismo. Por isso, conta com um programa, o Startup & Makers, que já contribuiu com mais de mil empresas que começavam sua trajetória por todo o país. A 3ª edição da Campus Party Brasília contará com um espaço dedicado às startups na área Open, gratuita e aberta ao público. Negócios dos mais variados segmentos estarão em exposição, tais como financeiro, saúde, educação, jurídico, agronegócio, imobiliário, marketing digital, e-commerce, cultura, turístico, entre outros. A #CPBSB3 acontece entre 19 e 23 de junho no estádio Mané Garrincha. E as startups poderão ser vistas pelo público visitante nos dias 20 e 21.

Participam do programa startups em dois estágios de maturação: Growth Stage – empresas em estágio mais avançado, com uma equipe robusta e desenvolvida, produtos lançados no mercado, com ou sem investimento e que já possuam faturamento; e Early Stage – projetos pouco avançados, com equipes bem definidas, primeiros protótipos criados e ainda testados que não receberam investimento.

No programa Startups & Makers os empreendedores terão a oportunidade de expor seu negócio, fazer networking, conhecer potenciais investidores, receber mentoria de profissionais experientes e gabaritados e quem sabe, em pouco tempo, transformar aquela ideia em um grande negócio. “A Campus Party é uma excelente vitrine, já que muitos investidores, incubadores e aceleradores nos visitam com o objetivo de observar e apostar em negócios inovadores”, explica Tonico Novaes, diretor-geral da Campus Party Brasil. No caso da capital federal, a exposição ganha ainda mais em grau de importância já que a última Campus Party Brasília, em 2018, foi a segunda maior edição de Campus Party do mundo no ano passado.

Destaques

Economia colaborativa parece ser cada vez mais um segmento que atrai interesse dos empreendedores, alavancados por cases de grande sucesso como Uber e Airbnb, por exemplo. Entre as 40 startups que participarão da Campus Party Brasília, duas envergam para essa área – a Farmazon, espécie de Uber de entregas de produtos de farmácias e a WeBring, mais voltado para aproveitamento de rotas para entregas em geral.

Como em tempos de crise, economia é palavra de ordem, não poderiam faltar startups que desenvolveram aplicativos ou sistemas para gerar redução de custos. Um dos que mais afeta o bolso do brasileiro é o da energia. A Módulo 12 apresentará sua plataforma para gestão de eficiência energética baseada em inteligência artificial e feita por meio de monitoramento do consumo de cada aparelho instalado no local via sensores. A partir dessa análise é possível traçar um perfil único de cada cliente, entregando valor em forma de sugestões personalizadas de troca de maquinário, ativação/desativação remota de um equipamento por agendamento e ciclos de desligamento por turnos. Já a Lua, mostrará seu sistema de automação e o app que comanda interruptores inteligentes, promovendo controle das lâmpadas.

O desperdício é outro grande inimigo da economia. A startup FoodFlow colocará em exposição um aplicativo que combate o desperdício de alimentos, possibilitando ao usuário comprar comidas que não foram vendidas nos restaurantes até o final do dia, com 50% a 80% de desconto.

“Anualmente a área de Startups Makers tem conquistado uma representatividade maior na Campus Party. Dezenas de empresas que surgiram de forma até despretensiosa no evento se tornaram sucesso em suas áreas de atuação. Nosso objetivo com a área é dar apoio e visibilidade a projetos inovadores”, complementa Francesco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party.

Ingressos

Os ingressos para participar da Campus Party Brasília já estão à venda aqui. Os interessados poderão parcelar em 3 vezes o valor do ingresso individual (R$120,00), bem como o valor do ingresso com camping individual (R$ 210,00) e com camping duplo (R$ 220,00).

Sobre a Campus Party

A Campus Party é a maior imersão tecnológica em Internet das Coisas, Blockchain, Cultura Maker, Educação e Empreendedorismo do mundo. O evento conta hoje com mais de 550 mil campuseiros cadastrados em todo mundo. Já produziu edições nos seguintes países: Espanha, Holanda, México, Alemanha, Reino Unido, Argentina, Panamá, El Salvador, Costa Rica, Colômbia, Equador, Itália e Singapura. O evento está presente no Brasil há doze anos.

Até 30 de setembro

Edital para marca dos 60 anos de Brasília tem inscrição prorrogada

Redação

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Foto/Imagem: Shutterstock

A partir de demanda da comunidade local, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa prorrogou até o dia 30 de setembro o prazo para seleção de artista que produzirá a marca comemorativa dos 60 anos de Brasília, celebrados em 2020.

O edital lançado em 19 de agosto premiará com R$ 25 mil a proposta ganhadora. A marca comemorativa a ser elaborada deve refletir identidade, história e memória da cidade e seus habitantes. O edital está aberto a pessoas físicas e jurídicas residentes no Distrito Federal, e que atuem profissionalmente em áreas compatíveis com o objeto.

A seleção será feita por uma comissão formada por representantes da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec) e da Secretaria de Estado de Comunicação (Secom). Entre os critérios que serão observados estão visão conceitual da marca, originalidade do memorial descritivo e aspectos como criatividade, inovação e usabilidade em diversas plataformas.

A documentação poderá ser apresentada, em envelope lacrado, ao Protocolo da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec), no anexo do Teatro Nacional (Via N2). A alternativa é encaminhá-la por e-mail em arquivos pdf ou png. O endereço eletrônico é marcabrasilia60@gmail.com. O prazo para envio eletrônico das propostas expira às 23h59 do dia 30 de setembro.

O portfólio ou currículo do proponente deve ser acompanhado de apresentação da proposta da marca comemorativa (colorida e em preto e branco), breve memorial descritivo sobre as intenções e referências da proposta de marca, termo de Cessão de Direitos Autorais, declaração de que não é plágio e comprovante de residência, domicílio ou sede no Distrito Federal. Há previsão de documentação específica para inscrições de pessoas jurídicas.


Clique aqui para acessar o edital.


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Chamamento Público

Distrito Federal pode ganhar seis novos restaurantes comunitários

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Foto/Imagem: Dênio Simões/Agência Brasília

A previsão de construção de mais seis restaurantes comunitários no Distrito Federal é um dos pontos do Edital de Chamamento Público para Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI), publicado pela Secretaria de Projetos Especiais (Sepe) do GDF.

O edital também prevê o fornecimento de refeições, construção, revitalização/modernização, manutenção e operação dos restaurantes comunitários já em funcionamento, de forma a ampliar e melhorar o atendimento destes estabelecimentos para a população.

O PMI é o instrumento que a administração pública pode utilizar, antes do processo licitatório, para obter estudos de viabilidade, levantamentos, investigações ou projetos de pessoa jurídica de direito privado relativos a empreendimento objeto de concessão comum ou permissão de serviços públicos, Parceria Público-Privadas (PPPs), arrendamento de bens públicos ou concessão de direito real de uso.

Os interessados deverão entregar requerimento para a apresentação dos estudos em até 20 dias úteis a contar da publicação do edital. Esses requerimentos serão analisados e as empresas autorizadas terão um prazo de 90 dias para o desenvolvimento dos estudos.

Projeto social

O Distrito Federal inaugurou o seu primeiro restaurante comunitário em 2001 na Região Administrativa de Samambaia, onde são oferecidas refeições a um preço acessível. Qualquer pessoa pode frequentar esses estabelecimentos, mas a prioridade do programa são os grupos sociais que estejam em situação de insegurança alimentar e nutricional e/ou em vulnerabilidade social.

Hoje, 14 unidades estão em operação no DF, nas Regiões Administrativas de Brazlândia, Ceilândia, Estrutural, Gama, Itapoã, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Samambaia, São Sebastião, Sobradinho, Sol Nascente e Santa Maria.

Os restaurantes oferecem almoço ao custo de R$ 2 para o público em geral e R$ 1 para os usuários inscritos no CadÚnico (Cadastro Único dos Programas Sociais), cuja renda familiar per capita seja de até ½ salário mínimo vigente e/ou até 3 salários mínimos totais. O Distrito Federal complementa esse valor.

De acordo com o secretário de Estado de Projetos Especiais, Everardo Gueiros, as ações para revitalização dos restaurantes comunitários vêm ao encontro da proposta do governo de melhorar a qualidade de vida da população e, principalmente, o segmento de baixa renda que necessita de um melhor acompanhamento por parte dos gestores públicos.

“A Sepe, atendendo determinação do governador Ibaneis Rocha, busca parcerias para, em um cenário de crise econômica, como o que vivemos, não deixar desamparados os mais necessitados e desenvolver projetos que ajudem a melhorar a qualidade de vida da população”, afirmou o secretário de Projetos Especiais.

O Edital de Chamamento Público para Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI).

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Já não basta o cartel

Procon fiscaliza aumento abusivo nos preços de combustíveis no DF

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Foto/Imagem: Valter Campanato/Agência Brasil

O Instituto de Defesa do Consumidor do Distrito Federal (Procon-DF) está notificando postos de combustível da capital que aumentaram o preço do litro da gasolina e do diesel sem justificativa. Os postos notificados têm dez dias para prestar esclarecimentos ao Procon, com planilha de custo e notas fiscais, para justificar a alta, sob risco de sanção. Os postos que não explicarem o motivo do aumento poderão ser multados.

O diretor-geral do Procon, Marcelo de Souza Nascimento, disse que os recentes ataques a refinarias da Arábia Saudita não justificam a alta dos preços, uma vez que, embora o preço do barril de petróleo tenha aumentado, a Petrobras comunicou ontem que não há previsão para reajuste no valor dos produtos negociados pela estatal. “A Petrobras havia informado ontem que não ia fazer repasse imediato aos postos de combustíveis e aqui no Distrito Federal a gente observou que já houve majoração nos preços praticados”, disse.

De acordo com Nascimento, os postos do DF estavam praticando aumento desde a semana passada: “Da semana passada pra cá, alguns postos estavam praticando até R$ 4,24, a gasolina. Neste patamar de R$ 4,24, R$ 4,25 até R$ 4,29. Alguns postos chegaram a R$ 4,41, R$ 4,42 e hoje reduziram para R$ 4,39 e R$ 4,38.”

O técnico em tecnologia da informação Flauneir Renier diz que, além do preço abusivo, há também a questão de cartelização dos postos, quando vários estabelecimentos praticam o mesmo valor, deixando o consumidor sem opção: “O preço está muito abusivo. Por mais que procure um preço mais barato não vamos encontrar, porque vários postos têm o mesmo valor e temos que nos sujeitar a esse valor”.

Consumidores que quiserem registrar ocorrências no Procon devem ligar para o número 151.

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